Turismo de Cuba quer crescer de forma sustentável

Objetivo é atrair 44 mil brasileiros e aumentar em 50% o número de cruzeiristas em 2019

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Juan Reyes Pozo, do Ministério de Turismo de Cuba, Mariano Fernández Arias, Conselheiro de Turismo, e Raúl González Segarte, cônsul econômico comercial de Cuba

O Brasil está entre os 20 maiores emissores de turistas a Cuba e é o quinto na América do Sul. No início deste ano, porém, o número de viajantes brasileiros tem diminuído: foram 9 mil até agora, queda de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas este movimento não é exclusivo de Cuba – houve queda em todo o Caribe, segundo Mariano Fernández Arias, Conselheiro de Turismo de Cuba.

“Esperamos uma alta no segundo semestre, durante nosso verão”, afirma. “Nos últimos cinco anos, cresceu muito o número de brasileiros em Cuba. Em 2018, foi uma alta de 15%, com 42 mil turistas”, ele comemora.

Os principais atrativos do destino são o turismo de sol e praia, com muitos resorts, mas também o legado, a história e a cultura, inclusive o patrimônio bem conservado reconhecido internacionalmente.

Hoje, o país conta com 65 mil quartos, mas o potencial é de 130 mil. Mais dois mil devem ser inaugurados na capital Havana este anos e cinco mil considerando todo o país. “O crescimento é lento por causa da política ambiental, a sustentabilidade é prioridade”, diz.

65% dos leitos estão em praias e, destes, 90% são all inclusive. Mas o país caribenho atrai todo perfil de turista, de mochileiros a cruzeiristas.

A meta, segundo Arias, é aumentar em 50% o número de cruzeiristas e atrair 44 mil brasileiros este ano. “Para isso, trabalhamos para ter um voo direto ligando os dois países e também investimento em campanhas de promoção”, destaca.

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