Turismo LGBT+: Argentina destacará serviços livres de discriminação

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As tendências dos viajantes surgidas com a pandemia pautaram a criação de uma iniciativa voltada ao turista LGBTQIA+ na Argentina. Além das preocupações óbvias com segurança biossanitária, o país avança com o lançamento do “Todxs bienvenidxs”, selo que atesta que o comprometimento de uma determinada com a causa e garante que seus produtos e serviços são livres de discriminação.

O selo é parte do Programa de Conscientização e Treinamento Virtual em Turismo LGBTQ+, uma ação mais ampla que contempla as 23 províncias argentinas, além da capital, Buenos Aires. As ações são desenvolvidas e articuladas pelo Instituto Nacional de Promoção Turística (Inprotur) e pela Câmara de Comércio LGBT da Argentina (CCGLAR), com o suporte do Ministério do Turismo e Esportes e dos escritórios provinciais e municipais de turismo.

“Há alguns dias eu estava falando sobre o esforço incansável de quem faz o turismo argentino, refletido nos resultados e em cada conquista. Este programa é mais um exemplo do trabalho público e privado, em conjunto, com o objetivo de consolidar o posicionamento de nossos destinos argentinos para viajantes LGBTQ femininos e masculinos, nacionais e estrangeiros”, afirmou Ricardo Sosa, executivo do Inprotur.

Matías Lammens, Ministro do Turismo e Esportes da Argentina, destacou a essência do programa e o potencial de promoção internacional em um futuro breve. “A proposta nos emociona particularmente porque reúne pilares que consideramos essenciais em nossa gestão: formação, cooperação público-privada, federalismo e a criação de novas experiências cada vez mais inclusivas para todos”, disse.

No primeiro semestre de 2021, estão agendadas 24 sessões virtuais nas províncias e, no segundo semestre, as entidades estimam que será possível organizar eventos presenciais nas seis regiões do país. A primeira delas está marcada para amanhã (9/2), em Jujuy. “A importância de trabalhar com cada um dos destinos argentinos que recebem viajantes LGBTQ femininos e masculinos é poder estruturar programas que permitam aos emergentes e aos maduros mostrar suas experiências para os próximos meses, como forma de reativar nosso setor”, pontua Gustavo Noguera, coordenador da Rede Federal de Turismo LGBT.

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