Turismo LGBTQIA+: Qual é a diferença?

turismo LGBTQIA+

Depois de explicar o significado de cada letra da sigla LGBTQIA+, a coluna de hoje se propõe a um debate sincero sobre a necessidade de criar ferramentas e produtos especificamente para a comunidade de viajantes LGBT. Atualmente, o Turismo LGBTQIA+ é um dos segmentos que apresenta maior potencial para o mercado brasileiro. Segundo dados divulgados no Fórum de Turismo LGBT, em 2017, esse nicho apresentou aumento de 11%, enquanto o Turismo de modo geral cresceu 3,5%.

Para explorar esse tema, convidamos Rafael Leick, publicitário e blogueiro, que trabalha junto a destinos e serviços turísticos com foco LGBT+. Palestrante internacional, ele também já compôs a diretoria da Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil. Mora em São Paulo, mas já viveu em Londres e conhece 28 países. Toda a bagagem que ele traz das viagens é compartilhada no Viagem Primata, portal para onde escreve desde 2009. Em 2014, tirou o Viaja Bi! do armário e abraçou a posição de ativista pela diversidade, quase sem querer.

Perguntamos a ele sobre a necessidade de ter produtos, serviços e estratégias de marketing específicos para atender não apenas ao viajante LGBTQIA+, mas aos interesses de cada um dos perfis que compõem a sigla. Afinal, como as empresas que desejam trabalhar com esse mercado devem se posicionar? E o Brasil, como está nesse contexto?

As respostas, você confere abaixo!

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