“Turistar” está em nosso DNA

turistar

Tentar prever o futuro ou desenvolver um exercício de futurologia baseado em prováveis tendências, a partir de fatos e/ou circunstâncias
atuais, se constitui em autêntico “achismo” ou, até, em difícil leitura sobre uma bola de cristal não muito confiável. Por isso peço, de antemão, minhas sinceras desculpas se quaisquer das minhas previsões não venham a se realizar de acordo àquelas por mim
expostas nas considerações que aqui seguem.

Na contramão do que pensa a maioria das pessoas junto às quais tive a ocasião de papear sobre o que diz respeito aos eventuais comportamentos da nossa sociedade em tempos de pós-pandemia, estou totalmente convicto de que o turismo, em todo o nosso planeta, deverá voltar a se aquecer, muito além das expectativas mais otimistas! Isto porque acredito, fielmente, que o ser humano possui uma tendência natural, inata e inserida em seu próprio DNA que o leva a precisar – ou desejar – se deslocar para desbravar novos horizontes e se aventurar para conhecer, presencialmente, novas terras, novos povos e novas culturas. Esta necessidade transcende a própria compreensão!

Neste sentido – e após o tão esperado sucesso de uma vacina segura e eficaz contra este inoportuno e temível vírus –  prevejo uma maciça volta de todas as atividades ligadas, direta e/ou indiretamente, às viagens e ao turismo. Estou plenamente convencido de que, quem tiver tempo, meios, condições financeiras e que já esteja imune ao vírus, se lançará com intensidade redobrada para atender à vontade de visitar os seus destinos turísticos prediletos… Esta determinação será mais forte do que ele! Quase que incontrolável…

Sinto que a repressão sofrida nesse período – com a proibição de qualquer processo de deslocamento, principalmente os movidos por diversão ou entretenimento – vai produzir um efeito contrário que resultará numa desmedida vontade e/ou necessidade de viajar e aproveitar o bem que nos traz a alegria de “turistar”.

Como bem disse Isaac Newton: “Toda ação corresponde a uma reação de igual intensidade, mas que atua no sentido oposto”. Isso certamente irá acontecer, no pós-pandemia de covid-19, com nossa simpática indústria. Preparem-se, queridos amigos agentes de viagens e demais profissionais do setor de turismo, pois minhas cartas indicam um oportuno e feliz aumento de passageiros na busca de viagens para os quatro cantos deste mundo!

Essas reflexões me lembram o famoso ditado popular que, adaptado, diria: “Quem esteve por muito tempo sem comer doce, quando volta a comer se lambuza”. É crer para ver !!

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