Xiamen Airlines inicia rota Xiamen-Amsterdã

Por: Chris Flores

A Xiamen Airlines iniciou oficialmente no último dia 26, sua primeira rota intercontinental, entre Xiamen (China) e Amsterdã (Holanda). A nova rota é um marco importante na implementação da estratégia de globalização da companhia.   

 

A Xiamen Airlines fará a nova rota, com os voos MF811 e MF812, com um Boeing 787 Dreamliner que terá quatro assentos na primeira classe, 18 na classe executiva e 214 na econômica. O voo sai de Xiamen às 23h50 às terças-feiras, quintas-feiras e domingo, e chega ao Aeroporto Schiphol, de Amsterdã, às 5h45 do dia seguinte, com um total de 11 horas e 55 minutos de voo. A viagem de volta começa em Amsterdã às 12h35 todas as segundas, quartas e sextas-feiras e chega a Xiamen às 5h30 do dia seguinte, com um total de 10 horas e 55 minutos de voo. Todos os horários são fornecidos na hora local e foram escolhidos para facilitar as conexões com outros voos depois que os passageiros chegarem aos seus destinos.   

 

A Xiamen Airlines modernizou seus serviços no ar e em terra para a nova rota intercontinental, com foco especial na integração de elementos da cultura chinesa aos seus serviços. Um exemplo disso é a nova louça para a primeira classe e a classe executiva, de blanc de chine, e o autêntico e famoso chá lapsang souchong que será servido nas duas classes.

   

A Xiamen Airlines opera uma frota de 119 aeronaves Boeing, a maior de todas as frotas de Boeing na China. A frota engloba agora cinco Boeing 787-8 Dreamliners, sendo que em breve um sexto será acrescentado. Como parte dos planos de expansão para outras rotas intercontinentais com partida da província de Fujian, a companhia encomendou mais quantro aeronaves Boeing 787-9 avançadas, para compor uma frota de 10 Boeing 787s.

 

O presidente e diretor geral, Che Shanglun, explicou que a Xiamen Airlines iniciará um voo direto entre Xiamen e Sidney no final do ano. No ano que vem, a companhia pretende iniciar rotas para a América do Norte, completando uma rede de voos para cobrir a Europa, a América e a Austrália, e em apoio à estratégia da China chamada ‘Um Cinto, uma Estrada’, com a criação de uma ‘Rota da Seda no Céu’.  



CF

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