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Matheus Alves
Matheus Alves
Repórter - E-mail: matheus@brasilturis.com.br

R3 Viagens avalia voo direto da WestJet entre Calgary e São Paulo

Análise da R3 Viagens aponta impactos do voo direto Calgary–Guarulhos para programas de viagens corporativas a partir de 2026

A R3 Viagens publicou uma análise sobre a estreia da WestJet no Brasil com o anúncio de um voo direto entre Calgary, no Canadá, e São Paulo/Guarulhos, previsto para iniciar em novembro de 2026, com três frequências semanais. Segundo a empresa, a nova rota amplia as opções de conectividade entre os dois países e pode gerar impactos relevantes para a gestão de viagens corporativas.

De acordo com a R3 Viagens, a operação direta tende a reduzir pontos de falha associados a conexões, como perda de voos, necessidade de remarcações e aumento do tempo total de deslocamento. Esses fatores, segundo a análise, nem sempre aparecem no valor do bilhete, mas influenciam o custo total da viagem e a produtividade do viajante.

O conteúdo também destaca que a previsibilidade ganha peso em viagens com agendas críticas, como reuniões com clientes, auditorias, visitas técnicas e participação em eventos. Nesse contexto, a rota direta pode reduzir situações classificadas como “viagens em modo emergência”, desde que o planejamento seja conduzido com antecedência.

Para a R3, a entrada da WestJet no mercado brasileiro funciona como um “gatilho de governança”. A empresa afirma que mudanças na malha aérea exigem revisão de políticas e critérios de exceção para evitar compras reativas, remarcações frequentes e impactos negativos na produtividade. A recomendação é que companhias utilizem o novo voo para reavaliar quando priorizar operações diretas, especialmente em agendas críticas, viagens curtas e deslocamentos de cargos considerados estratégicos.

No artigo, a R3 Viagens apresenta um checklist com quatro frentes práticas para gestores de viagens corporativas. Entre elas estão o mapeamento da demanda real, considerando áreas que mais viajam, sazonalidade e destinos finais, a definição de regras objetivas para priorizar voos diretos ou permitir conexões, o ajuste da comunicação com viajantes para reduzir compras tardias e exceções sem critério, além do monitoramento de indicadores como antecedência de compra, remarcações, motivos de exceção, tempo total de deslocamento e custo total da viagem.

A análise completa está disponível no blog da R3 Viagens. A empresa também direciona organizações interessadas em avaliar os impactos da nova rota para seus canais institucionais e soluções de gestão e inteligência.

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