O Salvador Bahia Airport, integrante da rede Vinci Airports, encerrou 2025 com crescimento consistente no tráfego de passageiros. Ao longo do ano, o terminal da capital baiana movimentou 8,1 milhões de pessoas, resultado 6,3% superior ao registrado em 2024. O desempenho foi puxado, sobretudo, pelo avanço das operações domésticas e pelo fortalecimento da conectividade internacional.
O último trimestre concentrou os melhores resultados do ano. Entre outubro e dezembro de 2025, o aeroporto recebeu 2,2 milhões de passageiros, volume que representa alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado reforça a recuperação sustentada da demanda e o posicionamento de Salvador como um dos principais hubs do Nordeste brasileiro.
Em relação às operações aéreas, o Salvador Bahia Airport contabilizou 57,6 mil pousos e decolagens comerciais em 2025, crescimento de 4,2% na comparação anual. Somente no quarto trimestre, foram registrados 15.064 movimentos, ampliando a malha aérea e a oferta de conexões nacionais e internacionais a partir da capital baiana.
O crescimento do terminal foi impulsionado pela expansão da malha da GOL no mercado doméstico e pelo fortalecimento das operações internacionais. Destacam-se os voos regulares da TAP e da Air Europa, além do reforço sazonal da Air France na rota Salvador–Paris, que ampliou a oferta de assentos e contribuiu para o aumento do fluxo internacional no período.
Desempenho global da Vinci Airports
No cenário global, a Vinci Airports encerrou 2025 com mais de 334 milhões de passageiros em seus aeroportos, crescimento de 5% em relação a 2024. No último trimestre do ano, a rede registrou alta de 3,2% na comparação anual, confirmando a tendência de recuperação e expansão do tráfego aéreo internacional.
Na Europa, aeroportos como Budapeste, Edimburgo, Londres Gatwick e Lyon apresentaram desempenhos expressivos, impulsionados pela ampliação da oferta de assentos e pelo fortalecimento das conexões internacionais e mediterrâneas. Em Portugal, o aeroporto do Porto cresceu com apoio das companhias de baixo custo e das rotas transatlânticas, enquanto Lisboa manteve bom desempenho, com destaque para os voos de longa distância para mercados asiáticos e latino-americanos.
Na América Latina e na África, o avanço do tráfego também foi relevante. No Brasil, Salvador se destacou com recordes de movimentação no quarto trimestre. No México, o aeroporto de Monterrey manteve crescimento próximo de 10%, enquanto na Costa Rica o fluxo seguiu impulsionado pelas conexões com os Estados Unidos. Já os aeroportos de Cabo Verde continuaram em expansão, apoiados pela ampliação da oferta de assentos e pela abertura de novas rotas com a França e o Reino Unido.





