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Rafael Destro
Rafael Destro
Redator - E-mail: Rafael@brasilturis.com.br

Orçamento, governança e tecnologia moldam viagens corporativas em 2026

Empresas priorizam controle de custos, retorno sobre investimento e uso de dados em um cenário global mais complexo

O planejamento orçamentário das viagens corporativas para 2026 reflete um ambiente econômico e geopolítico mais desafiador, no qual as empresas buscam equilibrar controle de custos, eficiência operacional e a necessidade de presença física. Dados do World Travel & Tourism Council indicam que o segmento de viagens de negócios segue em recuperação no cenário global, com crescimento gradual e papel estratégico para a geração de valor, especialmente em setores ligados à indústria, comércio exterior e serviços.

Após um período marcado por cortes e ajustes impostos pela pandemia, as viagens corporativas entram em uma nova fase, caracterizada por decisões mais racionais e criteriosas. Estudos da Global Business Travel Association mostram que as empresas tendem a manter ou ampliar seus orçamentos de viagens em 2026, porém com foco em resultados mensuráveis e alinhamento direto aos objetivos do negócio. Deslocamentos voltados a negociações estratégicas, expansão internacional, relacionamento com clientes, participação em eventos e gestão de cadeias de suprimentos seguem como prioridade, enquanto viagens de menor impacto passam a ser substituídas por reuniões virtuais ou reavaliadas sob a ótica de custo-benefício.

Nesse contexto, a Voetur Viagens tem se posicionado como referência na estruturação de políticas de viagens corporativas mais eficientes, alinhadas às exigências de governança, compliance e controle orçamentário. Com atuação consultiva e uso intensivo de dados, a empresa apoia organizações de diferentes portes e setores na tomada de decisões estratégicas sobre mobilidade corporativa, contribuindo para maior previsibilidade financeira, mitigação de riscos e otimização dos investimentos.

Segundo Anna Dantas, Compliance Manager da Voetur Viagens, “o orçamento de viagens corporativas passou a ser tratado como um instrumento de controle, conformidade e mitigação de riscos. Em 2026, as empresas buscam previsibilidade, aderência às políticas internas e clareza sobre cada decisão de deslocamento”.

A gestão mais eficiente das viagens corporativas está diretamente ligada à adoção de tecnologia e ao uso de dados. Relatórios da Global Business Travel Association apontam crescimento na utilização de plataformas integradas de gestão de viagens, capazes de ampliar a visibilidade de gastos, assegurar conformidade com políticas internas e oferecer maior controle sobre reservas, alterações e reembolsos. Esse movimento fortalece a governança corporativa, com processos padronizados, políticas mais claras e redução de riscos financeiros, operacionais e regulatórios.

Para Renato Salles, DPO da Voetur Viagens, “a governança das viagens corporativas está diretamente ligada à gestão responsável de dados, processos e decisões. Estruturar políticas claras e seguras é fundamental para garantir conformidade, eficiência e proteção das informações em toda a jornada do viajante”.

Outro vetor que influencia o planejamento para 2026 é a incorporação de critérios de sustentabilidade e bem-estar do colaborador. Relatórios do World Travel & Tourism Council indicam que a escolha de fornecedores mais sustentáveis, a compensação de emissões e políticas de cuidado com o viajante passam a integrar as decisões orçamentárias. O equilíbrio entre produtividade e saúde ganha relevância, com viagens mais curtas, roteiros otimizados e maior atenção à experiência do viajante.

As projeções indicam que as viagens corporativas seguirão relevantes em 2026, porém de forma mais estratégica, seletiva e orientada por dados. A definição clara de prioridades, aliada a uma gestão profissional e integrada, tende a ser decisiva para que as empresas extraiam valor real de seus investimentos em deslocamentos. De acordo com Salles, “as empresas que conseguirem alinhar orçamento, governança e conformidade estarão mais preparadas para operar em um ambiente global cada vez mais complexo e regulado”.

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