A Azul alcançou, em 2025, o maior volume de passageiros já transportados no Amazonas desde o início de suas operações no Estado, em 2009. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a companhia aérea levou mais de 689 mil clientes em voos com origem ou destino na região ao longo do ano, o que representa um crescimento de aproximadamente 11,6% em relação a 2024.
O avanço na demanda foi acompanhado pela expansão da oferta de assentos. Em 2025, a Azul disponibilizou mais de 874 mil assentos em voos a partir do Amazonas, frente a cerca de 816 mil em 2024, um incremento superior a 58 mil lugares, equivalente a 7% de aumento na capacidade. O movimento reforça a estratégia da companhia de fortalecer a conectividade aérea na região amazônica.
Os números refletem o papel estratégico do Amazonas na integração do Norte com outras regiões do país, especialmente por meio de Manaus, principal porta de entrada aérea do Estado. As rotas que ligam a capital amazonense a grandes centros e cidades do interior seguem concentrando a maior parte da demanda de passageiros, sustentando o crescimento da malha regional.
“Os resultados no Amazonas são resultado do compromisso da Azul com a aviação regional e com a conectividade de localidades que historicamente dependem do transporte aéreo. Investir na ampliação da malha e da oferta de assentos no Estado é essencial para garantir mobilidade, integração e acesso a serviços, além de impulsionar o turismo e a economia local. O Norte é estratégico para a Azul, assim como temos certeza de que a Azul também é estratégica para o crescimento do Norte. Por isso, seguimos trabalhando para conectar cada vez mais cidades e pessoas em todo o Brasil”, afirma Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul.
Resultados nacionais
No balanço anual divulgado pela Anac, a Azul transportou 31,73 milhões de clientes em 2025, alta de 4% em relação a 2024 e novo recorde histórico da companhia. O desempenho foi impulsionado pelo mercado internacional, que cresceu 28,1%, somando 1,52 milhão de passageiros, enquanto o mercado doméstico registrou 30,21 milhões, avanço de cerca de 3%. No período, a oferta total chegou a 39,44 milhões de assentos (+1,3%), e a taxa de ocupação subiu de 81,5% para 83,3%, indicando maior eficiência operacional e demanda aquecida.

