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Matheus Alves
Matheus Alves
Repórter - E-mail: matheus@brasilturis.com.br

Nordeste terá R$ 424,2 milhões para infraestrutura de aeroportos regionais

Recursos integram carteira federal de 2026/2027 e incluem obras, projetos e estudos em terminais do Nordeste

O Nordeste receberá R$ 424,2 milhões em investimentos para a infraestrutura de aeroportos regionais, dentro da nova carteira pública de empreendimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para o ciclo 2026/2027, estimada em quase R$ 1,8 bilhão em todo o país.

Os recursos serão destinados à elaboração de estudos e projetos, instalação de equipamentos e execução de obras em diferentes terminais da região. Estão previstos estudos e projetos básicos para os aeroportos de Feira de Santana (BA), para um novo aeroporto em Conde (BA) e para Iguatu (CE).

Também está prevista a instalação de estações meteorológicas nos aeroportos de Patos (PB), Sobral (CE), Balsas (MA) e Gurupi (TO). Além disso, já há verbas destinadas a obras e melhorias de infraestrutura nos terminais de Barra do Corda (MA), Bacabal (MA), Santa Inês (MA), Picos (PI) e Ilhéus (BA).

“Estamos estruturando uma carteira robusta, que prepara os aeroportos regionais para crescer com segurança, eficiência e foco no desenvolvimento das cidades”, afirmou Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos.

De acordo com o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, o planejamento é uma etapa central do programa. “Ao investir em estudos e projetos, ganhamos agilidade na execução das obras e asseguramos intervenções mais adequadas. A adoção de metodologias como o BIM reforça esse processo, ao integrar informações técnicas, custos e prazos, reduzindo riscos, aumentando a eficiência e elevando a qualidade das entregas”, disse.

A carteira nacional de investimentos em aeroportos regionais prevê 34 novos empreendimentos em 31 aeroportos, distribuídos por 16 estados. Cerca de 65% dos projetos utilizarão a metodologia BIM (Building Information Modelling), em alinhamento com a Estratégia BIM BR e com a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, que rege as contratações públicas.

A metodologia BIM permite o planejamento, o projeto e a gestão de obras a partir de modelos digitais que integram informações físicas e funcionais da infraestrutura, como dimensões, materiais, custos, prazos e manutenção, ao longo de todo o ciclo de vida do empreendimento.

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