A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP) divulgou os resultados das sondagens realizadas em dois momentos sucessivos, nos meses de novembro e dezembro de 2025, para medir a expectativa de ocupação hoteleira nas férias de janeiro de 2026. O levantamento considerou as diferentes Macrorregiões Turísticas (MRTs) do Estado e tem como foco o desempenho do setor no principal período de lazer do início do ano.
Para efeito de registro histórico, a taxa média de ocupação (TO) apurada nas férias de janeiro de 2025 foi de 69,95%. Já a expectativa para o mesmo período em 2026 ficou em 60,50%, o que representa uma retração de 9,4 pontos percentuais na comparação entre os dois anos. O resultado reflete um cenário de maior cautela por parte dos meios de hospedagem paulistas.
O comparativo das 12 MRTs com dados completos mostra comportamentos distintos entre as regiões. Na MRT Entradas e Bandeiras – Polo Corporativo, a ocupação efetiva de janeiro de 2025 foi de 49,79%, enquanto a expectativa para janeiro de 2026 evoluiu de 60,00% na sondagem de novembro para 66,00% em dezembro. Já o Circuito das Águas e Estâncias registrou 79,18% em janeiro de 2025, com projeções de 75,50% e 75,00% para 2026.
Outras regiões apresentaram oscilações relevantes, como o Vale do Paraíba – Serras, que saiu de 47,58% em janeiro de 2025 para expectativas de 72,50% em novembro e 67,50% em dezembro de 2025, e o Litoral Norte, cuja projeção subiu de 65,63% para 79,00% entre as duas sondagens. Em contrapartida, a Capital Paulista apresentou expectativa de queda, passando de 46,77% em novembro para 39,50% em dezembro, frente aos 48,79% registrados em janeiro de 2025.
A íntegra do relatório está disponível em formato PDF, com acesso completo à série histórica restrito aos assinantes do Portal do Hoteleiro e aos associados da ABIH-SP. A entidade é presidida por Marcos Vilas Boas. O desenvolvimento do projeto da pesquisa e a edição do conteúdo são de Roberto Gracioso, vice-presidente da ABIH-SP, enquanto a coleta, o tratamento e a administração dos dados ficaram sob responsabilidade de Gláucia Sangiovanni, gerente operacional da entidade.





