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Anac: doméstico precisa de tempo para se recuperar

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Foto: Divulgação

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o modal de transportes aéres brasileiros ainda não se recuperou totalmente aos níveis pré-pandêmicos: segundo o órgão, houve uma redução de 43,5% no transporte de pessoas em 2021 para um total de 67 milhões de passageiros (domésticos e internacionais), quando comparado aos 119 milhões de viajantes de 2019.

Considerando apenas as viagens de categoria doméstica, o recuo ficou em cerca de 34,2%, com um acumulado de 62,5 milhões de passageiros transportados no período. O relatório ainda aponta que os principais participantes do mercado de transportes aéreos do país foram a Latam, conquistando primeira posição com 33,8% da participação de mercado, seguida pela Azul com 33,5% e a Gol com 31,8%.

Os indicadores de dezembro, no entanto, comprovam que há uma rápida recuperação do setor: foram 7,7 milhões de pessoas transportadas, um percentual 13,3% inferior em relação ao mês de 2019, e o maior volume de passageiros transportados desde o início da pandemia.

Além disso, a Anac ainda revela que a demanda de passageiros pagos transportados (RPK) e a oferta de assentos (ASK) caíram 27,8% e 25,8%, respectivamente, em comparação com 2019. Nos meses de dezembro, a retração das estatísticas foi de 6,4% e 4,7%.

Por fim, considerando a instabilidade nas fronteiras do mundo afora, o mercado internacional de viagens por modais aéreos foi de 4,7 milhões de passageiros nos últimos 12 meses, uma queda de 80,2% quando comparado ao ano de 2019. Em dezembro foram 985 mil embarques, uma queda de 52,4% na comparação ao período pré-pandemia.

Universal: parques temáticos voltam com tudo no quarto trimestre

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A divisão de parques temáticos da NBCUniversal continua a se recuperar. A receita do quarto trimestre está aumentando 191% a cada ano, de US$ 648 milhões para US$ 1,89 bilhão.

O EBITDA dos parques temáticos Universal (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de US$ 674 milhões no quarto trimestre, acima dos US$ 3 milhões.

“A recuperação de nossos parques temáticos é realmente notável”, disse Brian Roberts, presidente e CEO da controladora Comcast Corp. “Acabamos de relatar o quarto trimestre mais lucrativo já registrado, com demanda especialmente alta em Orlando, que teve o melhor trimestre do a história da empresa para qualquer trimestre.”

O sucesso dos parques temáticos da Universal foi amplamente atribuído à forte demanda e gastos de visitantes domésticos nos EUA na Universal Flórida e na Califórnia, bem como no Japão. O Universal Beijing Resort foi inaugurado em 20 de setembro e praticamente empatou no trimestre, disse o CFO da Comcast, Michael Cavanagh.

Cavanagh disse que a participação nos parques dos EUA está acima dos níveis pré-pandemia. O Japão ainda está sob limitações de capacidade impostas pelo governo. A construção continua no parque Epic Universe em Orlando. A inauguração está prevista para o verão de 2025.

Emirates retomará diversas operaçíµes entre os EAU e a ífrica

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A Emirates anunciou que estaria recomeçando suas operações para a África do Sul, Etiópia, Tanzânia, Quênia e Zimbábue nos próximos dias. A principal companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos segue a tendência do país, que recentemente afrouxou suas restrições das fronteiras por conta da variante Ômicron.

Serão realizadas viagens diárias entre Dubai e Johanesburgo, na África do Sul, a partir do dia 29, dobrando a frequência em 1 de fevereiro. Os voos diários também conectarão a Cidade do Cabo para Durban, ambos na África do Sul, a partir de 1 de fevereiro.

Por fim, a Emirates operará 10 voos semanais para Nairobi a partir de 29 de janeiro, além de voos diários a Addis Ababa, cinco frequências semanais para Dar Es Salaam e seis voos semanais de Zâmbia/Lusaka ao Zimbábue/Harare, todos estes a partir do dia 30.

Costa Cruzeiros mobiliza novas profissionais para a gestão de Marketing

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A Costa Cruzeiros anunciou que estará recebendo duas novas profissionais para as áreas de marketing da empresa: a jornalista Leila Melo será analista de Marketing do Brasil, enquanto a antiga gerente de Marketing Brasil, Cintia Carlotti, passará a assumir o cargo de diretora de Marketing Digital e Novos Canais de Venda da América do Sul.

Leila já atuou na armadora por oito anos na área de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, e agora assumirá projetos e ações de Trade Marketing e Comunicação da armadora, expandindo a marca junto ao trade e parceiros estratégicos.

Já Cintia Carlotti integra o time da Costa Cruzeiros desde 2017, acumulando uma larga experiência nos setores de turismo e hotelaria em mais de 15 anos de carreira. Agora, ela assume a direção de Marketing Digital e Novos Canais de Venda da América do Sul, reportando-se diretamente a Dario Rustico, presidente Executivo para a América Latina.

CVC Corp fecha acordo com aplicativo voltado í  experiência do viajante

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A CVC Corp anunciou, nesta sexta-feira (28), a aquisição de parte da We Trek. O aplicativo, fundado por Calex Guimarães em Miami, nos EUA, é focado em soluções para viajantes independentes que buscam mais experiências nos destinos. A movimentação da companhia nacional vai de encontro com o maior interesse no que o turista quer experimentar atualmente.

De acordo com Leonel Andrade, CEO da CVC Corp, o negócio é estratégico para o posicionamento das franquias com o consumidor final. Para o momento, o produto passará por uma fase preliminar, testando a aceitação no mercado norte-americano.

“Em breve, pretendemos ampliar a cobertura para outras localidades, como Brasil, Argentina e outros países. A ideia é chancelar essa proposta com a qualidade e assistência da CVC, ampliando as modalidades e ofertas de passeios já oferecidas em nosso portfólio”, afirma Andrade.

Para Guimarães, a personalização que o aplicativo oferece é o maior atrativo. “Ele permite que o viajante independente descubra os ‘achados locais’. São atrações que só quem mora naquele bairro conhece. A proposta é favorecer a cultura das pessoas que apreciam customizar a própria viagem sem intermediários e em seu próprio idioma”, explica.

O We Trek está disponível nas lojas de aplicativos de celulares da Apple e Android. Além dele, a CVC Corp também acumula a VHC como investimento em terras estadunidenses.

Abracorp: í”micron atrapalha performance em 2021; veja mais dados

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Como o turismo em geral, o setor corporativo sofreu os impactos da variante Ômicron da covid-19. A doença ganhou um capítulo mais contagioso e, por consequência, ligou o alerta dos viajantes. O ano de 2021, que aparentava fechar com ares de retomada concreta ao ano seguinte, foi o período decisivo para derrubar índices. Apesar de números positivos em novembro, de janeiro a dezembro, a retração registrada pela Abracorp foi de 61% frente 2019.

A palavra para resumir o mercado corporativo no ano passado, segundo a entidade, foi “estagnação”. Após um 2020 atípico e, no mínimo, complicado, as empresas do setor arrecadaram R$ 4.370.336.823,66 bilhões em 2021, mas ainda indicando a queda acima de 50%. Nem mesmo a recuperação de 70% dos níveis pré-pandemia em novembro foi capaz de reerguer os números.

“Tivemos um dos melhores meses dos últimos dois anos em 2021, mas, no final das contas, a Ômicron conseguiu impactar negativamente nos resultados. A maior perda foi operacional, com funcionários em quarentena e prejudicando o funcionamento dos aparatos turísticos”, explicou Gervásio Tanabe, presidente da Abracorp.

Com atuação quase total no âmbito nacional, tendo em vista os custos com quarentena e testagem fora do país pela alta do dólar, o corporativo movimento o setor aéreo doméstico.

O faturamento total do setor, segundo análise da Abracorp, chegou a quase R$ 2 bilhões no ano passado, mas com retração de 58% ante 2019. A distribuição dos voos ficou entre Azul (40,2%), Latam (31,7%) e Gol (27,9%), com tarifa média de R$ 779.

Entre outros segmentos, o estudo da associação exalta, ainda, hotelaria e locadoras. No primeiro, apesar da queda de 40% no faturamento, o destaque é o mercado de empreendimentos independentes (56,6%).

No restante da distribuição, as três redes principais no Brasil são Accor, Windsor e Atlantica Hospitality. O tempo de estadia, ressalta Tanabe, também aumentou em razão das práticas atuais do trabalho remoto.

Por fim, na locação de veículos, a boa notícia é a alta de 5,4% no faturamento de 2021 em comparação ao pré-pandemia. Com o ticket médio de R$ 90, as locadoras brasileiros desempenharam papel importante em períodos de restrições aéreas. O crescimento do turismo de proximidade e a necessidade de viajar também explicam os bons resultados.

As fatias do mercado se dividem entre Localiza (61,6%), Movida (22,6%), Unidas (3,8%), Hertz (2%) e Avis (0,2%). Outras locadoras são responsáveis por 9,8% da distribuição total.

Veja, abaixo, alguns gráficos da Abracorp a respeito do setor corporativo em 2021:

  • Abracorp
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E 2022?

Em mente de que o pior cenário para 2022 seria o retrocesso aos níveis de 2020, Tanabe fala da vacinação e do conhecimento das empresas sobre a doença para explicar um certo otimismo nos negócios. A adaptação as novas formas de atuação do corporativo serão importantes, porém, as chances de estagnação equivalente ao início da pandemia são pequenas.

“Nosso trabalho é balizado na ciência e entendemos que Ômicron, por exemplo, pode transformar o cenário atual. Passaríamos de uma pandemia para epidemia ou endemia. Mas o ano ainda está começando e, como no final de 2021, ainda sentimos o impacto negativo dessa variante”, disse.

Além do arrefecimento do vírus, portanto, a Abracorp também aguarda outras questões que somam à expectativa do corporativo. Entre elas, estão os cenários político (eleições), econômico (inflação) e cambial (dólar), bem como o lobby da entidade no Imposto sobre a renda retido na fonte (IRRF), atualmente em 25%, e no PL 908.

No mais, em 2022, a atuação da associação, segundo Tanabe, se baseará em Governança para associados (princípios de valor), clientes (melhores práticas) e fornecedores (melhores práticas).

Marrocos reabrirá fronteiras internacionais em fevereiro

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A Agência de Notícias Marroquina (Map) anunciou hoje que o país de Marrocos irá reabrir suas fronteiras para viagens internacionais generalizadas no dia 7 de fevereiro.

“Esta decisão vem em conformidade com as disposições legais relativas à gestão do estado de emergência sanitária, seguindo as recomendações da comissão científica e técnica e tendo em consideração a evolução da situação epidemiológica no Reino de Marroccos”, disse o governo em comunicado.

Ainda segundo a Map, um comité técnico está examinando os próximos passos para acomodar viajantes nas fronteiras, além de estipular todos os protocolos de saúde e segurança que serão adotados e anunciados posteriormente.

O governo de Marrocos tinha bloqueado todos os voos em direção ao país em novembro, temendo repercussões negativas da disseminação da variante Ômicron no país; agora, serão exigidas a comprovação do esquema vacinal completo, junto de um teste PCR negativo realizado 48h antes do embarque, incluindo por balsas (exceto crianças abaixo de seis anos).

Clia avalia impactos da pandemia em cruzeiros ao longo de 2020

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A Cruise Lines International Association (Clia) revelou o seu Relatório de Perspectivas da Indústria de Cruzeiros para 2022, mostrando os efeitos de curto e longo prazo causados pela paralização do setor na pandemia.

No geral, foi apontada uma perda de 81% do embarque de passageiros em 2020, além da queda de empregos em 51%, passando para 576 mil, e da arrecadação financeira global dos cruzeiros, que viu uma subtração de 59% para US$ 64,4 bilhões.


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Em contrapartida, o documento apontou que a indústria já recuperou 75% da capacidade dos cruzeiros, com uma projeção para o retorno completo das operações em agosto deste ano. Ainda em 2023, a expectativa é superar os passageiros atendidos em 2019.

Por fim, a Clia afirma que 80% dos passageiros entrevistados disseram que retornariam aos cruzeiros caso haja a possibilidade, uma taxa igual ao período pré-pandêmico.

João Cavalcanti assume gerência do Fit Campo Grande

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Com expertise em gestão operacional, João Cavalcanti é o novo gerente geral do Fit Campo Grande. A unidade, administrada pela Atlantica Hospitality International, recebe o profissional com mais de 40 anos de atuação em hotelaria e passagens por mercados como São Paulo, Recife e Maceió.

“Minha história com a Atlantica é antiga. Em 2005, trabalhei como controller das marcas Comfort Suites e Clarion. Agora, após 17 anos, retorno para a empresa para assumir o desafio de gerenciar o Fit Campo Grande. Estou muito animado pela oportunidade e trago meu background de administração focada em resultados, análises de riscos, gestão de processos e gerenciamento dos objetivos estratégicos”, conta João Cavalcanti.

Entre as empresas do segmentos na quais atuou, o profissional passou por L’Hotel e Meliá Paulista (São Paulo) e unidades da Othon Hotéis em Recife e Maceió. Nestas oportunidades, João Cavalcanti trabalhou nos cargos de gerente geral, controller e gerente executivo.

Além das noções operacionais, ele também tem em seu arcabouço os setores de Controladoria, Contabilidade Operacional, Sistema Pool e Condomínios, Flats, SCP’s, Fiscal, Fluxo de Caixa e Auditorias.

Latam e empresas parceiras compensam pegada de carbono

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O Grupo Latam Airlines, por meio do seu programa Voe Neutro, oferece a seus clientes corporativos a possibilidade de escolher entre um portfólio de projetos com alto valor ambiental para compensar as emissões geradas por suas viagens aéreas. Como parte da proposta e compromisso com o programa, a Latam iguala o número de toneladas compensadas por seus clientes corporativos, por meio do mecanismo 1+1, e hoje finalizou a aliança com várias empresas do programa.

Grupo AJE, Grupo Komatsu Mitsui, Grupo Southern e Intercorp, entre outros, são os primeiros a aderir a esta iniciativa que busca apoiar a conservação de ecossistemas icônicos na América do Sul.

Um dos projetos que podem ser compensados ​​como parte do programa é o ‘Nii Kaniti’, na região de Ucayali, no Peru, que tem como foco proteger a floresta tropical peruana e evitar o desmatamento por meio da expansão do manejo florestal sustentável. Da mesma forma, integra atividades de conservação que valorizam o desenvolvimento liderado por comunidades da área agroflorestal cacaueira.

 “Por meio de projetos como este, avançaremos em três áreas: proteger o patrimônio natural de nossa região para as gerações futuras, combater as mudanças climáticas por meio de uma maior captura de C02 e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.”

“Para alcançar esse objetivo, é fundamental trabalhar em conjunto. Valorizamos muito o compromisso dessas empresas e esperamos continuar criando alianças que nos permitirão ter um impacto ainda maior no futuro”, afirma Andreas Schek, vice-presidente de Vendas da Latam.