A Groenlândia lidera o ranking dos destinos turísticos mais caros do mundo em 2026, segundo levantamento da seguradora de viagens SquareMouth. O estudo mostra que destinos remotos, expedições polares e ilhas paradisíacas concentram os maiores custos para os viajantes, refletindo fatores como logística complexa, oferta limitada e perfil voltado ao turismo de luxo e de aventura.
Para elaborar o índice, a empresa analisou mais de 100 mil vendas de seguros de viagem, pesquisas com mais de 6 mil clientes e dados de plataformas como Google Flights e Kayak, considerando despesas com hospedagem, passagens aéreas, aluguel de veículos e alimentação.
Na primeira posição aparece a Groenlândia, onde o custo médio da viagem chega a US$ 1.171 por dia. O aluguel de um carro custa, em média, US$ 110 por dia, enquanto uma diária de hotel durante a semana alcança US$ 227. Uma refeição em restaurante econômico sai por aproximadamente US$ 36.
O segundo lugar é ocupado pelas Ilhas Virgens Britânicas, que apresentam custo médio diário de US$ 925 e diárias de hotel em torno de US$ 1.137. A Polinésia Francesa completa o pódio, com gasto médio de US$ 756 por dia e hospedagens que chegam a US$ 1.382 por noite durante a semana.
O levantamento também destaca a Antártida como um dos destinos mais caros do planeta. Além do custo médio diário de US$ 1.511, as passagens aéreas para iniciar as expedições podem atingir US$ 1.899. As Maldivas aparecem na quinta colocação, com média de US$ 1.072 por dia e diárias de hotel de aproximadamente US$ 1.249.
Segundo a SquareMouth, viagens de expedição e turismo polar lideram a lista das modalidades mais caras, seguidas por destinos insulares e de praia, além de roteiros de safári e observação de vida selvagem.
Os 15 destinos mais caros para viajar em 2026
- Groenlândia
- Ilhas Virgens Britânicas
- Polinésia Francesa
- Antártida
- Maldivas
- Suíça
- Zimbábue
- Ilhas Turcas e Caicos
- Botsuana (empate)
9. Anguilla (empate)
9. Santa Lúcia (empate)
12. Namíbia (empate)
12. Islândia (empate)
14. Noruega
15.Zâmbia
A predominância de destinos remotos no ranking evidencia o impacto dos custos de acesso, da infraestrutura limitada e da oferta de experiências exclusivas na composição do orçamento de viagem, características que mantêm esses locais entre os mais desejados do turismo internacional.

