O grupo Latam concluiu o processo de migração tecnológica de seus quatro data centers no Brasil e no Chile, passando de uma infraestrutura física para uma arquitetura tecnológica 100% baseada na nuvem. O processo, que teve início em 2021, foi realizado sem que a operação precisasse ser interrompida e contou com o Google Cloud como aliado, consolidando uma relação de longo prazo entre as empresas.

Ao concentrar 95% de sua infraestrutura no Google Cloud, a Latam ganha agilidade para acessar e implementar novas soluções baseadas na nuvem. “Este processo foi fundamental para os objetivos de modernização e transformação digital da LATAM. O fato de estarmos operando 100% em ambiente de nuvem nos permite oferecer uma melhor resposta aos desafios atuais da companhia, além de nos tornar mais competitivos e eficientes para os nossos clientes”, afirma Juliana Rios, Chief Information Officer (CIO) da Latam Airlines Group.

O Google Cloud trabalhou em conjunto com a companhia para auxiliar no processo de migração e explorar novas possibilidades de uso de tecnologia em suas operações. “Trabalhar lado a lado com os nossos clientes é o que nos motiva todos os dias”, comenta Eduardo López, presidente do Google Cloud para América Latina. “No caso da Latam, um dos clientes com os quais mantemos uma relação de tanto tempo, é um grande orgulho acompanhá-los em um momento tão importante como a migração total para a nuvem, estabelecendo uma referência para o restante da indústria”.

Migração para a nuvem e diminuição do impacto ambiental

Assim que migrou para a plataforma virtual, a Latam deixou de emitir 3,4 mil toneladas de dióxido de carbono de sua infraestrutura de TI. A relação entre esta redução no impacto ambiental e a migração para a nuvem reside no constante esforço do Google Cloud em se manter como a nuvem mais verde do mercado. Em 2017, o Google se tornou a primeira grande empresa a equiparar seu uso de energia com energia 100% renovável – um marco alcançado todos os anos desde então.

Além da eficiência energética, desde a perspectiva de reciclagem, a companhia também trabalhou para reduzir o impacto da desativação de seus data centers, ao trabalhar com as empresas Recycler e Recycla na segmentação dos elementos descartados nos data centers do Brasil e do Chile, respectivamente. No total, mais de 80 toneladas de materiais foram coletados.


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