A Clia Brasil concluiu a série de reuniões pós-temporada 2025/2026, realizada entre abril e julho, com encontros em dez cidades de cinco estados brasileiros. A iniciativa reuniu mais de 400 profissionais para avaliar as operações da última temporada de cruzeiros e identificar oportunidades de melhoria para os próximos ciclos.
A agenda começou em Santos (SP), no dia 23 de abril, e passou por Balneário Camboriú (SC), Itajaí (SC), Búzios (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Angra dos Reis (RJ), Ilhabela (SP), São Sebastião (SP), Salvador (BA) e Maceió (AL), onde foi encerrada em 23 de julho.
Participaram das reuniões representantes do poder público, autoridades portuárias, terminais, armadoras, agentes marítimos, empresas de receptivo, além de órgãos de segurança, fiscalização e vigilância sanitária envolvidos nas operações de cruzeiros.
Os encontros abrangeram destinos dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas. Ilhabela e São Sebastião realizaram uma reunião conjunta no Porto de São Sebastião, reunindo municípios que compartilham demandas relacionadas à atividade.
Durante a programação, cada destino apresentou um balanço da temporada 2025/2026, permitindo a identificação de avanços, desafios e necessidades específicas. Entre os temas discutidos estiveram infraestrutura, logística, segurança, imigração, fiscalização, mobilidade, receptividade, comunicação entre os diferentes órgãos e a experiência dos passageiros.
As reuniões também abriram espaço para que as equipes envolvidas diretamente nas escalas e embarques compartilhassem avaliações sobre a operação. As contribuições servirão de base para o planejamento dos próximos ciclos e para as reuniões pré-temporada, quando serão definidos os procedimentos para a chegada dos navios.
Marco Ferraz, presidente executivo da Clia Brasil, destacou a importância do diálogo entre os diferentes atores envolvidos na operação. “As reuniões pós-temporada nos permitem ouvir, cidade por cidade, quem está diretamente envolvido na operação. Cada destino tem características e desafios próprios, e esse diálogo ajuda a transformar as experiências do último ciclo em ações concretas para os próximos”, declara.
“Quando reunimos autoridades, armadoras, terminais, agentes e prestadores de serviços em torno da mesma mesa, conseguimos antecipar necessidades, aprimorar processos e construir uma operação mais coordenada, segura e eficiente para todos”, finaliza Ferraz.

