Laghetto quer chegar a 50 hotéis até 2030

Grupo, que atualmente opera 25 unidades, amplia modelos de gestão hoteleira e prioriza novas operações no Centro-Oeste e Nordeste

Matheus Alves
Matheus Alves
Repórter - E-mail: matheus@brasilturis.com.br

O Grupo Laghetto anunciou um plano de expansão que prevê dobrar sua rede até 2030, passando das atuais 25 unidades para 50 hotéis em operação no Brasil. O anúncio foi feito em 6 de agosto, durante o Laghetto Amanhã, conferência estratégica realizada no Hotel Laghetto Moinhos, em Porto Alegre, por Cristiane Martenexen, diretora Administrativa, Financeira e de Expansão do grupo.

Além da ampliação do número de unidades, a empresa informou que passará a atuar em diferentes etapas da gestão hoteleira. O grupo poderá oferecer serviços de gestão operacional completa, vendas, revenue management, distribuição e marketing, além da administração integral dos empreendimentos.

“Chegamos a um momento de maturidade em que temos expertise, marca e estrutura para oferecer ao mercado muito mais do que simplesmente operar hotéis. Cada etapa da gestão hoteleira onde a Laghetto puder agregar valor é uma oportunidade de negócio e de crescimento para a rede. Esse novo plano de expansão reflete exatamente isso: uma empresa que evoluiu e que está pronta para atuar de forma mais abrangente no setor”, afirmou Cristiane.

Na estratégia geográfica, Centro-Oeste e Nordeste aparecem como regiões prioritárias. Segundo o grupo, os mercados apresentam crescimento na demanda por hospedagem e oferta ainda fragmentada. O plano também prevê oportunidades em outras regiões do Brasil.

“O Brasil é um país continental e o mercado hoteleiro ainda tem muito espaço para marcas com posicionamento claro e operação de qualidade. O Centro-Oeste e o Nordeste são regiões que nos chamam atenção pela demanda represada e pelo potencial de valorização. Queremos estar onde a marca Laghetto pode fazer a diferença para o hóspede e para o investidor”, completou a diretora.

O plano foi elaborado a partir dos resultados dos últimos quatro anos, período que incluiu a recuperação do setor após a pandemia e os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024. De acordo com o grupo, as experiências acumuladas nesse período servirão de referência para a expansão prevista até 2030.

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