O Brasil registrou 59 milhões de passageiros em voos domésticos entre janeiro e julho de 2026, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), compilados pelo Ministério do Turismo. O volume é o maior para os primeiros sete meses de um ano desde o início da série histórica, em 2000, e representa alta de 4,04% sobre os 57 milhões de passageiros registrados no mesmo período de 2025.
Em julho, a movimentação doméstica também atingiu o maior patamar histórico para o mês, com 9,1 milhões de passageiros. O resultado representa crescimento de 1,85% em relação aos 9 milhões registrados em julho do ano passado.
“Mais aviões cheios significam hotéis lotados, comércio aquecido e dinheiro circulando de ponta a ponta no Brasil. Os recordes de movimentação aérea de julho e do acumulado do ano comprovam a força do nosso turismo e mostram que os destinos brasileiros estão cada vez mais preparados para encantar o visitante e gerar emprego e renda para o povo brasileiro”, afirmou Gustavo Feliciano, ministro do Turismo.
Movimento internacional
A aviação internacional também registrou crescimento no acumulado do ano. Entre janeiro e julho, foram 17,7 milhões de passageiros, volume 8,2% superior aos 16,4 milhões contabilizados nos primeiros sete meses de 2025.
Em julho, a movimentação internacional chegou a 2,7 milhões de passageiros, maior resultado histórico para o mês. O número representa alta de 4,2% em relação aos 2,6 milhões registrados em julho de 2025.
Turismo de negócios
O turismo de negócios também apresentou recorde no acumulado de 2026. Segundo os dados divulgados pelo Ministério do Turismo, o faturamento do segmento chegou a R$ 8,4 bilhões entre janeiro e julho.
O valor é 8% superior aos R$ 7,8 bilhões registrados no mesmo período de 2025 e representa o maior faturamento histórico para os primeiros sete meses do ano.







