Se você ainda acha que ESG é uma tendência passageira, preciso te contar que os investimentos em empresas sustentáveis podem chegar a US$ 53 trilhões até 2025 no mundo inteiro. E quem ignorar essa realidade corre o risco de perder oportunidades (e dinheiro!).
Eu sou Leandro Pimenta, CEO da Tg.mob, empresa de transporte executivo que alia mobilidade, inovação e compromisso ESG. Formado em Comunicação Social e com MBA em Gestão de Negócios, construí uma trajetória profissional que começou no setor de Educação, onde atuei por mais de uma década em posições de liderança. Essa experiência fortaleceu minha visão estratégica, que hoje aplico no setor de transporte corporativo e eventos, com foco em excelência operacional, experiência do cliente e impacto sustentável.
Antes de assumir a liderança da Tg.mob, e sobretudo na pandemia, debrucei meus estudos sobre como a sustentabilidade não é um acessório, mas sim um fator decisivo na perenidade de qualquer empresa. Quando assumi a Transgala (nome anterior da Tg.mob, antes do rebranding em 2024), enxerguei a oportunidade de transformá-la em referência em mobilidade inteligente e responsável. Foi assim que nasceu a Tg.mob, com DNA sustentável e compromisso real com governança e impacto social.
Desde então, nos tornamos signatários do Pacto Global da ONU e certificados pelo Sistema B, consolidando a empresa como referência no setor, com metas ambiciosas de redução de emissões de carbono, ampliação do uso de veículos híbridos e ações de compensação ambiental. Também desenvolvemos um olhar diferenciado para nossos colaboradores, que recebem treinamentos contínuos e palestras mensais, nosso “Café com Pimenta”.
Se você já ouviu falar de ESG, mas ainda tem dúvidas sobre como aplicar essas ações na sua empresa, esta coluna é para você. Nas próximas edições, abordarei temas ligados à sustentabilidade, governança e responsabilidade social no turismo e na mobilidade, trazendo insights sobre como o setor pode gerar impacto positivo e aliar lucro com propósito. Porque, acredite: não se trata apenas de reputação, mas de trilhar um caminho para um futuro mais justo e economicamente viável.
Nos vemos no próximo artigo!

