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EUA classificam áreas do Brasil como de alto risco, incluindo ameaça de sequestros

EUA atualizam alerta de viagem ao Brasil, elevando para nível máximo áreas como favelas, fronteiras e cidades-satélite de Brasília

Felipe Lima
Felipe Lima
Chefe de Redação - E-mail: felipe@brasilturis.com.br

O governo dos EUA atualizou, nesta quinta-feira (29), seu alerta de segurança para cidadãos norte-americanos que pretendem viajar ao Brasil. Embora o país, em termos gerais, permaneça classificado como de nível 2 – recomendação de cautela redobrada –, três categorias específicas de áreas foram elevadas ao nível 4, o mais alto na escala de risco adotada pelo Departamento de Estado norte-americano. Essas áreas devem ser totalmente evitadas por viajantes norte-americanos, segundo o comunicado oficial.

As zonas brasileiras que agora figuram sob o nível 4 incluem:

  • Cidades-satélite de Brasília durante a noite, especialmente Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá;

  • Conjuntos habitacionais informais, como favelas, vilas e comunidades;

  • Regiões a até 160 km de fronteiras terrestres com Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela – com exceção dos Parques Nacionais do Iguaçu e do Pantanal.

A atualização do alerta chama atenção para o risco crescente de sequestros, além dos já conhecidos problemas de criminalidade. “No Brasil, tenha cautela redobrada devido à criminalidade e aos sequestros. Algumas áreas apresentam risco aumentado”, afirma o novo texto publicado pelo governo americano.

O documento destaca a ocorrência de crimes violentos, como assassinatos, assaltos à mão armada e roubos de veículos, inclusive durante o dia e em regiões urbanas. O alerta menciona ainda um caso recente de sequestro com pedido de resgate envolvendo cidadãos americanos, além da ampla atuação de gangues e do crime organizado, com forte ligação ao tráfico de drogas recreativas.

Um dos pontos de atenção reforçados é o uso de drogas para cometer crimes contra estrangeiros, em especial no Rio de Janeiro. Segundo o alerta, há registros de agressões praticadas após o uso de sedativos misturados em bebidas, frequentemente oferecidas por criminosos em bares ou por meio de aplicativos de relacionamento.

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