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Emirates e Etihad retomam voos de forma limitada no Oriente Médio

Operações priorizam repatriações e reposicionamento de aeronaves após fechamento de espaço aéreo

Matheus Alves
Matheus Alves
Repórter - E-mail: matheus@brasilturis.com.br

A Emirates e a Etihad Airways iniciaram a retomada parcial de voos nos Emirados Árabes Unidos após a interrupção causada pelo fechamento do espaço aéreo em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. A informação foi confirmada por veículos internacionais como a Reuters.

Segundo a agência, as operações da Emirates e Etihad autorizadas até o momento são limitadas e concentram-se principalmente em voos de repatriação, transporte de passageiros retidos e reposicionamento de aeronaves. A maior parte da malha comercial regular permanece suspensa.

A Reuters informou que autoridades de aviação dos Emirados começaram a liberar gradualmente movimentos nos aeroportos de Dubai e Abu Dhabi após a paralisação provocada pelos desdobramentos do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, que impactou rotas internacionais e gerou cancelamentos em efeito cascata.

De acordo com a ferramenta de rastreamento aéreo FlightAware, a Emirates iniciou um número restrito de partidas a partir de Dubai, especialmente para destinos na Índia, como Mumbai, Nova Délhi, Chennai, Bengaluru e Hyderabad. As operações têm foco na acomodação de passageiros que aguardavam conexão ou retorno.

A Etihad, com base em Abu Dhabi, também passou a operar voos pontuais, embora, conforme relatado pelas agências, a maior parte dos serviços comerciais continue suspensa ou sujeita a alterações de curto prazo.

O cenário ainda é de instabilidade operacional. Companhias aéreas globais seguem monitorando a segurança do espaço aéreo regional e ajustando rotas para evitar áreas consideradas de risco. Não há, até o momento, indicação de normalização plena das operações.

Para o mercado de turismo, a retomada parcial sinaliza um movimento inicial de reorganização logística, mas agentes e operadores devem acompanhar atualizações constantes das companhias e dos órgãos de aviação civil, já que novos ajustes podem ocorrer conforme a evolução do contexto geopolítico.

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