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Taag inicia vendas para Guangzhou e estreia rota para China ainda neste mês

Nova ligação entre Angola e China começa em 23 de junho e amplia opções de conexão para passageiros brasileiros

Kamilla Alves
Kamilla Alves
Gestora Web - E-mail: milla@brasilturis.com.br

A Taag Linhas Aéreas de Angola anunciou oficialmente o início das vendas de bilhetes para sua nova rota internacional entre Luanda e Guangzhou, na China. A operação comercial terá início em 23 deste mês e representa mais um passo na estratégia de expansão internacional da companhia aérea angolana.

O lançamento foi apresentado durante um evento realizado em Luanda, que reuniu autoridades governamentais, representantes diplomáticos, parceiros estratégicos e executivos do setor aéreo. A nova ligação conectará o Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, localizado em Icolo e Bengo, à cidade de Guangzhou, um dos principais polos econômicos, industriais e logísticos da Ásia.

A operação será realizada, preferencialmente, com aeronaves Boeing 787 Dreamliner, modelo recentemente incorporado à frota da companhia. Em uma primeira fase, a rota contará com uma frequência semanal, sempre às terças-feiras, partindo de Angola.

Nova opção para passageiros brasileiros

A nova ligação também amplia as alternativas de viagem entre o Brasil e a China. Passageiros que embarcam em São Paulo (GRU) poderão utilizar Luanda como ponto de conexão para Guangzhou, em uma viagem estimada em aproximadamente 27 horas.

Segundo a companhia, a operação ganha atratividade adicional com a política de isenção de visto para entrada na China, favorecendo tanto viagens de negócios quanto de lazer.

“A abertura da rota para Guangzhou representa um marco estratégico no plano de expansão internacional da Taag e reforça o posicionamento da companhia como facilitadora da conectividade entre África e Ásia”, destacou a empresa em comunicado.

Além disso, a rota surge em um contexto de forte relacionamento bilateral entre Angola e China. Os dois países mantêm cooperação econômica em diferentes setores, além de uma expressiva presença da comunidade chinesa em território angolano.

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