Iata: demanda sobe 3,8% em agosto; ocupação e oferta também crescem

Setor mostrou retomada, mas ainda não supera índice de 8,5% colocado como meta de crescimento, diz Iata

0
Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata
Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata

A International Air Transport Association (Iata) divulgou nesta sexta-feira (11) dados gerais do setor aéreo mundial. O levantamento, que abrange 290 companhias aéreas representadas pela associação, identificou aumento de 3,8% na demanda em agosto. Em outros índices, como oferta e taxa de ocupação, o crescimento foi de 3,5% e 0.3 pontos percentuais, respectivamente. Assim, a ocupação chegou a 85,7%.

De acordo com Alexandre de Juniac, CEO e diretor geral da Iata, a retomada registrada não esconde o fato de que o setor continua abaixo da meta – a longo prazo – de crescer 8,5%. “Fatores externos atrapalharam um pouco os resultados. O impacto da desaceleração econômica em alguns mercados importantes, incerteza sobre o Brexit e a guerra comercial entre EUA e China são exemplos disso”, afirma.


LEIA MAISBagagens: Iata aprova manutenção de veto sobre franquia de despachoIata: aviação transporta 4,4 bilhões de passageiros em 2018Iata lança agenda de capacitações sobre tecnologia em oito capitais

Em detalhes, o ranking das regiões quanto ao acréscimo na demanda ficou, nesta ordem, em Ásia-Pacífico (4,9%), África (4%) e Europa (3,6%), América Latina (3,4%), América do Norte (3,1%) e Oriente Médio (2,6%).

Na oferta, a lista não mudou muito nas lideranças, mas mostrou diferenças na parte de baixo. A ordem crescente ficou: África (6,1%), Ásia-Pacífico (5,4%), Europa (3,3%), América do Norte (2,3%), Oriente Médio (1,1%) e América Latina (0,8%).

Para taxa de ocupação, alguns papéis se inverteram. Por região, o ranking ficou com Europa (88,9%) na liderança, seguida de América do Norte (87,5%), Ásia-Pacífico (83,9%), América Latina (83,3%), Oriente Médio (82,1%) e, por fim, África (75,5%).

Por fim, para o índice de turistas internacionais transportados, todos mercados – à exceção do latino-americano – cresceram.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here