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EUA recomendam vacinação contra sarampo para viajantes internacionais

Atualização do CDC reforça importância da imunização mesmo para destinos sem surtos, após aumento global nos casos

Rafael Destro
Rafael Destro
Redator - E-mail: Rafael@brasilturis.com.br

Com o avanço dos casos de sarampo em diversas partes do mundo, autoridades sanitárias dos Estados Unidos reforçaram a necessidade de imunização de todos os viajantes internacionais, independentemente do destino. A orientação foi emitida pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que atualizou recentemente suas diretrizes diante da escalada de infecções dentro e fora do território norte-americano.

A decisão marca uma mudança relevante na estratégia de contenção da doença, que havia focado apenas em países com surtos. Agora, todos os cidadãos americanos com viagens ao exterior são orientados a estarem devidamente vacinados contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR), conforme calendário oficial.

Ashley Darcy-Mahoney, pesquisadora da escola de enfermagem da Universidade George Washington, destacou o impacto da atualização. “Estamos vendo uma mudança de surtos localizados para transmissão em trânsito”, e o CDC parece estar respondendo a isso, disse. Ela citou como exemplo um caso recente no Colorado, originado em um voo internacional com chegada em Denver, demonstrando que a exposição ao vírus não está restrita aos países afetados, mas também ao percurso das viagens.

Atualmente, o CDC recomenda duas doses da vacina MMR para todos os indivíduos a partir de 1 ano de idade, além de uma dose antecipada para bebês de 6 a 11 meses que vão viajar. A diretriz está alinhada às recomendações do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), que também pede atenção redobrada à imunização antes de qualquer deslocamento internacional.

Segundo dados atualizados, os Estados Unidos já registraram mais de mil casos de sarampo somente em 2025. Na União Europeia, o número já ultrapassou 5.500 ocorrências — reflexo de uma preocupação crescente com uma das doenças mais contagiosas do mundo, cuja prevenção segue diretamente relacionada à cobertura vacinal.

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