O Marrocos iniciou 2026 celebrando um marco histórico no turismo internacional. O país encerrou 2025 com 19,8 milhões de visitantes, crescimento de 14% em relação a 2024, aproximando-se pela primeira vez da marca de 20 milhões de turistas anuais. O resultado, divulgado pelo Ministério do Turismo marroquino, consolida o destino como o mais visitado da África, superando inclusive o Egito, e como um dos mercados turísticos de maior crescimento no cenário global.
Mais do que um recorde numérico, o desempenho reflete uma mudança estrutural no posicionamento do turismo dentro da estratégia econômica nacional. Nos últimos anos, o setor passou a ocupar papel central no desenvolvimento do país, sustentado por investimentos contínuos em conectividade aérea, hotelaria, mobilidade interna e diversificação da oferta turística. Entre janeiro e novembro de 2025, as receitas do turismo alcançaram 124 bilhões de dirhams marroquinos, o equivalente a cerca de US$ 12 bilhões, alta de 19% na comparação anual.
Esse avanço é resultado direto de um plano nacional que prioriza a ampliação da malha aérea, o aumento da capacidade de hospedagem, a qualificação dos serviços e o estímulo a investimentos regionais com visão de longo prazo. Nesse contexto, a Royal Air Maroc ocupa posição estratégica ao conectar o país a mercados emissores considerados prioritários.
Brasil ganha protagonismo como mercado emissor
Dentro desse novo ciclo de crescimento, o Brasil vem ganhando relevância no radar do turismo marroquino. A busca por destinos fora do eixo europeu tradicional, aliada ao interesse por experiências culturais autênticas e à melhoria da conectividade aérea, tem aproximado os brasileiros do Norte da África, com o Marrocos se consolidando como porta de entrada natural para a região.
Atualmente, a Royal Air Maroc opera quatro voos semanais a partir de São Paulo e conecta o Marrocos a mais de 90 destinos em cerca de 50 países, ampliando as possibilidades de integração do destino a roteiros internacionais. A companhia vem reforçando sua atuação no mercado brasileiro para acompanhar tanto o crescimento do turismo marroquino quanto o aumento do interesse dos viajantes do país.
“A demanda por viagens ao Marrocos mudou de patamar. Hoje, vemos brasileiros interessados não apenas no destino final, mas na possibilidade de integrar o país a roteiros mais amplos, seja como parada estratégica ou como experiência principal. Nosso papel é oferecer conectividade eficiente e flexível, permitindo que o viajante explore o Marrocos da maneira que for mais conveniente”, afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul.
Entre os diferenciais da companhia está a política de stopover em Casablanca, que permite ao passageiro permanecer alguns dias no país sem custo adicional de passagem antes de seguir para outros destinos.







