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EUA emite alerta global e recomenda cautela a viajantes

Departamento de Estado orienta americanos a redobrar atenção após ataques ao Irã; hotéis no Oriente Médio registram danos

Kamilla Alves
Kamilla Alves
Gestora Web - E-mail: milla@brasilturis.com.br

O Departamento de Estado dos Estados Unidos emitiu, no último sábado (28), um alerta de segurança mundial recomendando que cidadãos americanos “exerçam maior cautela” durante viagens internacionais, especialmente no Oriente Médio, após o início das operações militares dos EUA no Irã.

O comunicado destaca que viajantes podem enfrentar interrupções devido ao fechamento periódico do espaço aéreo em diferentes países da região. O órgão orienta que americanos em viagem sigam as recomendações mais recentes publicadas pelas embaixadas e consulados dos EUA.

Representações diplomáticas em países como Israel, Jordânia, Catar e Omã recomendaram, no domingo (1), que cidadãos americanos permaneçam em casa até novo aviso. Em comunicado divulgado pela embaixada dos EUA no Catar, o alerta afirmou que o governo iraniano e seus aliados poderiam tentar atingir americanos em retaliação aos ataques.

Impacto na aviação e hotelaria

O cenário afetou centenas de milhares de viajantes, com voos cancelados ou desviados em importantes hubs do Oriente Médio. Companhias aéreas ajustaram operações diante das restrições no espaço aéreo, ampliando a incerteza para passageiros em trânsito.

No setor hoteleiro, há registros de danos materiais em empreendimentos icônicos. O Burj Al Arab, em Dubai, teria sofrido danos após destroços de um drone interceptado atingirem a fachada do edifício, provocando pequeno incêndio, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional com base em autoridades dos Emirados Árabes Unidos. O incidente foi controlado sem registro de feridos. Outro hotel na região de Palm Jumeirah também teria sido atingido.

No Bahrein, o Crowne Plaza Manama apresentou danos estruturais, conforme noticiado pela Associated Press. Até o momento, não há relatos de vítimas.

O alerta do Departamento de Estado reforça que cidadãos americanos devem monitorar comunicados oficiais e manter contato com as representações diplomáticas locais. A orientação também inclui a verificação constante do status de voos e possíveis mudanças em restrições de mobilidade.

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