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Lufthansa cria tarifa básica e cobra por bagagem de mão em voos europeus

Nova categoria Economy Basic será implementada gradualmente e restringe itens levados na cabine sem custo adicional

Rafael Destro
Rafael Destro
Redator - E-mail: Rafael@brasilturis.com.br

A Lufthansa anunciou mudanças em sua política tarifária para voos europeus de curta e média distância. A companhia aérea passará a oferecer a nova categoria Economy Basic, modalidade que elimina a bagagem de mão gratuita nas tarifas mais econômicas e permite sem custo apenas um item pessoal, como bolsa para laptop ou pequena mochila.

Segundo a empresa, passageiros que desejarem embarcar com volumes maiores na cabine poderão adquirir o serviço de forma adicional ou optar por categorias superiores, que mantêm franquias ampliadas.

“Quem quiser levar mais bagagem pode adicionar, de forma flexível, bagagem de mão ou despachada como um serviço adicional dentro desta tarifa particularmente acessível ou escolher uma opção tarifária com franquias de bagagem ampliadas”, informou o grupo aéreo.

A nova tarifa poderá ser reservada online de forma gradual a partir de 28 de abril, para viagens com início em 19 de maio. A medida valerá para todas as marcas do grupo em rotas europeias.

De acordo com a Lufthansa, a Economy Basic terá preço inferior ao atualmente praticado na categoria de entrada Economy Light. A companhia afirma que a mudança permitirá “uma seleção clara e transparente, adaptada às necessidades individuais”.

Tendência no mercado europeu

Com a nova política, a Lufthansa aproxima seu modelo comercial ao adotado por companhias de baixo custo na Europa, como Ryanair, easyJet e Wizz Air, que tradicionalmente incluem apenas item pessoal nas tarifas básicas.

As regras mais rígidas para bagagem dessas empresas já motivaram críticas da Organização Europeia de Consumidores (BEUC). Entidades de defesa do consumidor defendem que cada passageiro tenha o direito de transportar na cabine uma mala de mão, além de pertences pessoais.

O movimento também ocorre em um cenário de pressão sobre custos operacionais no setor aéreo, especialmente com a alta do combustível de aviação, que vem impactando projeções financeiras e estratégias tarifárias de empresas em diferentes mercados.

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