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Power banks em voos: entenda o que mudou

Anac revisa instrução sobre baterias portáteis e reforça limites para transporte e uso durante voos comerciais

Kamilla Alves
Kamilla Alves
Gestora Web - E-mail: milla@brasilturis.com.br

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou as regras para transporte de power banks em voos no Brasil. A mudança foi formalizada com a revisão da Instrução Suplementar nº 175-001, que trata do transporte de artigos perigosos por via aérea, incorporando orientações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci).

O objetivo é reduzir riscos associados às baterias de lítio, que podem superaquecer e provocar incêndios em cabine. As novas diretrizes já estão em vigor e impactam diretamente passageiros e companhias aéreas.

Entenda o que mudou

As principais alterações e reforços nas regras incluem:

• Transporte exclusivamente na bagagem de mão – a regra já existia, mas agora é reforçada de forma mais clara

• Limite de dois power banks por passageiro

• Capacidade máxima de até 100Wh sem necessidade de autorização

• Equipamentos entre 100Wh e 160Wh exigem autorização prévia da companhia aérea

• Dispositivos com capacidade superior a 160Wh estão proibidos e não podem ser embarcados

• Proibição de recarregar power banks durante o voo

• Recomendação para que não sejam utilizados a bordo para carregar outros dispositivos eletrônicos

• Obrigatoriedade de proteção contra curto-circuito, com terminais isolados ou mantidos na embalagem original

Segundo a Anac, as medidas seguem padrões internacionais e visam aprimorar a segurança operacional. Incidentes envolvendo baterias de lítio são considerados críticos, pois podem gerar fogo de difícil contenção dentro da cabine.

O que é recomendado agora

Além das regras obrigatórias, a agência orienta que passageiros:

• Verifiquem a capacidade em Wh antes da viagem

• Entrem em contato com a companhia aérea caso o equipamento esteja entre 100Wh e 160Wh

• Evitem o manuseio desnecessário do dispositivo durante o voo

• Certifiquem-se de que os terminais estejam devidamente protegidos

A Anac também destaca que empresas aéreas podem adotar critérios ainda mais rigorosos, com base em avaliações próprias de risco operacional.

Mais informações estão disponíveis no site da Anac.

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