A ampliação da malha aérea de Foz do Iguaçu tem impulsionado o turismo no destino que abriga o Parque Nacional do Iguaçu. Com voos diretos partindo de capitais estratégicas como Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Brasília (DF), as Cataratas do Iguaçu passaram a contar com acesso mais facilitado para visitantes de diferentes regiões do País.
Os trajetos curtos favorecem viagens rápidas, feriados prolongados e escapadas de fim de semana. O voo entre São Paulo e Foz do Iguaçu, por exemplo, dura em média 1h15, tempo semelhante ao percurso saindo de Curitiba. Já os voos partindo de Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro têm duração aproximada de duas horas. As ligações mais longas são oriundas do Nordeste, com cerca de quatro horas de viagem a partir de Fortaleza e Recife.
Mario Macedo Junior, CEO do destino, destaca que a conectividade aérea tem papel estratégico no fortalecimento turístico da região. “Os voos diretos encurtam distâncias e, quando o visitante percebe que pode chegar às Cataratas em poucos horas, a decisão de viagem se torna muito mais simples. A ampliação da malha aérea fortalece o destino, estimula a permanência por mais dias e gera impacto positivo para toda a cadeia do turismo gerando desenvolvimento em todo o entorno”, explica.
Segundo o executivo, o aumento da conectividade também vem contribuindo para ampliar o tempo médio de permanência dos turistas na cidade, consolidando Foz do Iguaçu como uma opção competitiva tanto para viagens planejadas quanto para viagens de curta duração.
Além das tradicionais passarelas panorâmicas e da vista para a Garganta do Diabo, o Parque Nacional do Iguaçu vem ampliando suas experiências turísticas. Entre os atrativos estão a Ciclovia das Cataratas, o Circuito São João, o Espaço Usina e trilhas revitalizadas que permitem contemplação das quedas d’água em diferentes horários do dia, incluindo amanhecer, pôr do sol e visitas noturnas.
A estrutura gastronômica também ganhou reforço com os restaurantes Cocar e Canoas Mirim, com capacidade para atender 300 e 120 pessoas, respectivamente. Aos sábados, artesãos locais também comercializam produtos dentro do parque, ampliando a integração com a comunidade regional.
Macedo Junior reforça que o objetivo vai além do turismo convencional. “Nosso compromisso é oferecer experiências autênticas, emocionantes e acessíveis, mas queremos mais. Queremos despertar nos visitantes esse sentimento de pertencimento, transformando-os em guardiões desse patrimônio natural”, conclui.

