A Assist Card registrou crescimento de 20,2% na emissão de apólices no Brasil entre janeiro e abril de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. No acumulado do quadrimestre, a empresa comercializou quase 1,3 milhão de seguros-viagem, média de aproximadamente 11 mil apólices por dia.
O principal destaque foi o segmento corporativo, que avançou 53% no período. Segundo a companhia, o resultado reflete o aumento da procura por proteção e assistência em viagens de negócios. O canal de agências registrou crescimento de 25%, enquanto o canal direto — que inclui lojas, B2C e B2B2C — apresentou alta de 14%.
“Antes da pandemia, emitíamos cerca de 3 mil apólices por dia. Hoje, esse volume é quase quatro vezes maior”, afirma Alexandre Camargo, diretor-geral da Assist Card no Brasil. “Esse crescimento reflete uma mudança no comportamento do viajante, tanto de lazer quanto corporativo, que está cada vez mais consciente da importância de embarcar com um seguro-viagem adequado”, explica.
A distribuição das vendas permaneceu relativamente estável. O canal direto respondeu por 59,8% das apólices emitidas no Brasil, seguido pelas agências, com 25,2%, e pelo segmento corporativo, responsável por 15% do total comercializado.
Minas Gerais lidera crescimento regional
Entre os mercados regionais, Minas Gerais apresentou o maior crescimento da companhia, com alta de 76% no período analisado. São Paulo registrou avanço de 43%, seguido pelo Nordeste, com 13%, e pelo Rio de Janeiro, com 12%. A região Sul cresceu 3%, enquanto o Centro-Oeste foi a única a apresentar retração, com queda de 7%.
Para Alexandre Camargo, diretor-geral da Assist Card no Brasil, o desempenho do segmento corporativo acompanha uma mudança na gestão de viagens pelas empresas. “Estamos muito satisfeitos com o desempenho do canal corporativo. O crescimento de 53% mostra que as empresas estão cada vez mais conscientes da importância de investir em proteção e assistência para viagens a trabalho”, destaca.
“Por outro lado, é importante acender uma luz amarela, pois ainda vemos muitas agências corporativas e corretoras perdendo essa onda e deixando de aproveitar as oportunidades que surgiram no pós-pandemia”, complementa.
Segundo a empresa, além do aumento no volume de vendas, também foi observada uma maior procura por planos com coberturas mais elevadas, tanto entre viajantes corporativos quanto de lazer.

