A Carnival Cruise Line deu início à construção do Carnival Destiny, que será o maior navio já operado pela companhia. A cerimônia de corte de aço foi realizada no estaleiro Fincantieri, em Monfalcone, na Itália, marcando oficialmente o início da fabricação da primeira embarcação da nova classe Ace, cuja entrega está prevista para meados de 2029.
Com 230 mil toneladas brutas, mais de 3 mil cabines e capacidade para acomodar mais de 8 mil hóspedes, o Carnival Destiny será o maior integrante da frota da armadora e abrirá caminho para outras duas embarcações da mesma classe, previstas para 2031 e 2033. Segundo a companhia, novos detalhes sobre o projeto serão apresentados em novembro.
“O Carnival Destiny se baseia em um legado que já mudou os cruzeiros antes, reimaginando o que os hóspedes podem vivenciar no mar. Com este navio, elevamos novamente a experiência do hóspede, criando uma embarcação mais ampla, enquanto ajudamos os passageiros a se sentirem mais conectados ao oceano”, afirmou Christine Duffy, presidente da Carnival Cruise Line.
O projeto aposta em uma forte integração com o ambiente externo. De acordo com a companhia, o navio contará com mais de 18 mil metros quadrados de superfícies envidraçadas, incluindo paredes de vidro de vários andares, além de um número recorde de cabines com varanda voltadas para o mar.
A Carnival informou ainda que mais de 70% dos espaços a bordo serão inéditos na frota. A embarcação reunirá novos conceitos para restaurantes, bares, lounges, áreas de lazer ao ar livre e espaços de entretenimento, reforçando a estratégia da empresa de renovar a experiência oferecida aos hóspedes.
Nome histórico retorna à frota
O Carnival Destiny também resgata um dos nomes mais emblemáticos da história da companhia. O primeiro navio com essa denominação entrou em operação em 1996 e, na época, tornou-se o maior navio de cruzeiros do mundo, com 101 mil toneladas brutas.
Após uma ampla modernização realizada em 2013, a embarcação passou a operar como Carnival Sunshine e permanece em serviço na frota da armadora.
Esta é a sexta vez que a Carnival reutiliza o nome de um navio histórico em um novo projeto. A estratégia também foi adotada nos atuais Mardi Gras, Celebration e Jubilee, além dos futuros Festivale e Tropicale.

