O Brasil recebeu 5.261.733 turistas internacionais entre janeiro e junho, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (15) pela Embratur, pelo Ministério do Turismo e pela Polícia Federal. Do total de visitantes, 3.531.233 chegaram ao país por via aérea, modalidade que concentrou 67% do fluxo internacional e registrou crescimento de 13,3% em relação ao mesmo período de 2025, estabelecendo um novo recorde para o primeiro semestre.
Somente em junho, o país contabilizou a entrada de 442.048 visitantes estrangeiros. Desse total, 360.496 desembarcaram em aeroportos brasileiros, volume 1% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.
“O crescimento das chegadas por via aérea demonstra a importância da conectividade internacional do Brasil para o fluxo de visitantes estrangeiros. A ampliação da oferta de voos e a diversificação dos mercados emissores contribuem para fortalecer esse movimento em 2026”, afirma Bruno Reis, presidente da Embratur.
Argentina lidera emissões
A Argentina permaneceu como o principal mercado emissor de turistas internacionais para o Brasil no primeiro semestre, com 1.979.365 visitantes. Na sequência aparecem Chile (471.590), Estados Unidos (395.929), Uruguai (322.951) e Paraguai (303.880).
Além dos principais emissores, a Embratur destaca que alguns mercados registraram seus maiores volumes históricos para o período de janeiro a junho, entre eles China (73.311 visitantes), Colômbia (112.140), Peru (101.590), Canadá (65.111), México (68.521), Chile e Uruguai.
China se destaca em junho
Os dados de junho também apontam desempenho histórico para alguns mercados específicos. A China registrou o maior volume de visitantes já observado em qualquer mês da série histórica. Já Colômbia, Canadá e Austrália alcançaram o segundo melhor resultado para um mês de junho, atrás apenas dos números registrados em 2014.
Segundo a Embratur, o desempenho reforça os efeitos da ampliação da conectividade aérea internacional e da estratégia de diversificação dos mercados emissores, fatores considerados fundamentais para o crescimento do turismo receptivo brasileiro.








