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Receita do turismo no Amazonas cresce 6,2% e lidera alta nacional em maio

Estado registrou o maior crescimento mensal do país na receita das atividades turísticas, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE

Matheus Alves
Matheus Alves
Repórter - E-mail: matheus@brasilturis.com.br

A receita das atividades turísticas no Amazonas cresceu 6,2% em maio de 2026 na comparação com abril, considerando o ajuste sazonal. O resultado colocou o estado na liderança nacional do indicador, à frente da média brasileira, de 1,8%, conforme dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além do Amazonas, Goiás (2,7%), São Paulo (2,3%) e Mato Grosso (2,1%) também registraram crescimento no período. Pernambuco (-1,1%), Alagoas (-1,6%) e Santa Catarina (-2,2%) foram os únicos estados com desempenho negativo na comparação mensal.

Na comparação com maio de 2025, a receita nominal do turismo amazonense avançou 7,8%, resultado que posiciona o estado na 12ª colocação nacional, abaixo da média brasileira, de 12%. Os maiores crescimentos nessa base de comparação foram registrados em Mato Grosso (21%), Bahia (19,4%) e Rio de Janeiro (15,5%).

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o Amazonas apresentou expansão de 8,5%, ocupando a 11ª posição entre as unidades da federação. O resultado também ficou abaixo da média nacional, que foi de 10%. Mato Grosso (15,5%) e Bahia (15,1%) lideraram o ranking no período.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, indicador que compara o período com os 12 meses imediatamente anteriores, o Amazonas registrou alta de 14,6%, a segunda maior do país, atrás apenas do Rio Grande do Sul, com 16,6%. O desempenho supera a média nacional, que ficou em 9,5%.

Cenário nacional

Em âmbito nacional, o levantamento do IBGE mostra crescimento da receita nominal das atividades turísticas em todas as unidades da federação no acumulado de 12 meses, com média de 9,5%.

No acumulado de janeiro a maio, todos os estados pesquisados apresentaram resultados positivos, com variações entre 3,1%, em Goiás, e 15,5%, em Mato Grosso.

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