O dólar abriu em queda nesta quarta-feira (7) e manteve a cotação abaixo da marca de R$ 5 alcançada na sessão anterior. Na abertura dos negócios, a moeda norte-americana recuava 0,43%, negociada a R$ 4,980 na venda.
Na terça-feira (6), o dólar à vista encerrou o pregão com queda de 0,55%, a R$ 4,974, alcançando o menor nível em quase cinco meses. Foi também a primeira vez desde maio que a moeda fechou na faixa de R$ 4,97.
Na abertura desta quarta-feira, o dólar comercial era negociado a R$ 4,979 na compra e R$ 4,980 na venda.
O movimento no mercado brasileiro ocorre enquanto a moeda norte-americana apresenta comportamento diferente no exterior. O DXY, índice que acompanha o desempenho do dólar diante de uma cesta de outras moedas, registrava avanço de 0,54%, aos 102,38 pontos.
Câmbio abaixo de R$ 5 favorece custos de viagens internacionais
A manutenção do dólar abaixo dos R$ 5 ganha relevância para a cadeia de Turismo por afetar diretamente os custos de produtos e serviços contratados em moeda estrangeira.
Para agências de viagens e operadoras, a cotação influencia a precificação de pacotes internacionais, hospedagem, locação de veículos, passeios e outros serviços negociados em dólar. O câmbio também interfere no orçamento dos brasileiros que planejam viagens ao exterior, especialmente para destinos onde despesas são diretamente denominadas na moeda norte-americana.
A variação cambial pode ainda afetar empresas do Turismo que mantêm contratos ou despesas em dólar. No sentido inverso, alterações na relação entre real e dólar interferem na competitividade do Brasil para o viajante estrangeiro.
Apesar da queda observada nos últimos pregões, o comportamento do câmbio permanece sujeito às condições dos mercados doméstico e internacional. A cotação registrada na abertura também pode sofrer alterações ao longo da sessão desta quarta-feira.









