Segurança operacional também passa pela tecnologia

Leandro Pimenta
Leandro Pimenta
CEO da tg.mob, formado em Comunicação Social e com MBA em Gestão de Negócios e pós-graduando em ESG na FIA Business School.

Quando falamos em segurança na mobilidade corporativa, ainda é comum pensar primeiro na condução do motorista e nas condições do veículo. Esses fatores continuam sendo fundamentais, claro, mas hoje, com os avanços tecnológicos, as empresas têm mais capacidade de prevenir riscos antes mesmo de o passageiro iniciar o trajeto.

Atualmente, é possível planejar rotas considerando trânsito, horários, mudanças em voos e outros fatores externos, acompanhar veículos em tempo real e utilizar dados para aperfeiçoar a operação. Assim, a segurança dos passageiros passa a envolver também informação, planejamento e capacidade de reação diante de situações que podem interferir no deslocamento.

Em operações corporativas, nas quais um atraso, uma alteração de voo ou uma interdição no trânsito podem desencadear uma série de impactos, essa visibilidade faz diferença. Quanto mais informações estiverem disponíveis para quem acompanha os deslocamentos, maior é a possibilidade de reorganizar rotas e horários antes que o problema chegue ao passageiro.

O dia a dia da tg.mob já conta com tecnologia para rastrear os veículos e fazer a gestão de dados de telemetria, além de uma área dedicada ao monitoramento da operação em tempo real. Com isso, conseguimos acompanhar fatores que possam afetar os trajetos e agir quando há necessidade de rever o planejamento. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a esse processo ao ampliar a capacidade de cruzar informações, reconhecer padrões e apoiar decisões.

Mas o avanço tecnológico, por si só, não é suficiente. O que faz diferença é a capacidade de transformar dados em decisões que reforcem a segurança operacional, permitindo identificar riscos, compreender ocorrências e aprimorar processos para reduzir a possibilidade de que se repitam. Imprevistos continuarão fazendo parte da mobilidade, mas a tecnologia nos dá condições de responder com mais rapidez e tomar decisões com base em informações concretas. É dessa forma que ela passa a integrar a gestão da segurança ao longo de toda a operação, do planejamento da rota à chegada do passageiro ao destino.

 

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