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Dólar sobe 0,19% com tensão geopolítica e inflação monitorada pelos investidores

Dados inflacionários no Brasil e Estados Unidos reforçam cautela global sobre juros, câmbio e movimentos defensivos dos mercados financeiros

Kamilla Alves
Kamilla Alves
Gestora Web - E-mail: milla@brasilturis.com.br

O dólar iniciou esta terça-feira (12) em alta frente ao real, refletindo o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais diante das incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio. Investidores também acompanham os dados de inflação divulgados no Brasil e nos Estados Unidos, em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária global.

Por volta das 9h04, o dólar à vista registrava avanço de 0,19%, cotado a R$ 4,901. Já o contrato futuro com vencimento em junho, atualmente o mais líquido negociado na B3, subia 0,23%, aos R$ 4,923.

O movimento acompanha o fortalecimento global da moeda norte-americana, impulsionado pela busca de ativos considerados mais seguros em meio ao agravamento das tensões geopolíticas. O mercado monitora especialmente a redução das expectativas por um possível acordo envolvendo o conflito com o Irã, cenário que amplia a cautela dos investidores internacionais.

Além do ambiente externo, os agentes financeiros acompanham os indicadores de inflação divulgados nesta manhã. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,67% em abril na comparação mensal. Em 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,39%.

Os números vieram ligeiramente abaixo das projeções do mercado. Pesquisa da Reuters apontava expectativa de alta de 0,69% no mês e de 4,4% no acumulado anual. Apesar disso, os dados mantêm o cenário de atenção sobre a trajetória inflacionária brasileira e os próximos movimentos do Banco Central.

Nos Estados Unidos, investidores aguardam novos indicadores econômicos capazes de sinalizar a condução da política monetária do Federal Reserve (Fed). A percepção predominante no mercado segue sendo de manutenção dos juros em níveis elevados por mais tempo, diante das pressões inflacionárias persistentes na economia norte-americana.

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