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SeaWorld ultrapassa marca de 43 mil animais resgatados

Filhote órfão de leão-marinho encontrado na Califórnia simboliza novo marco das equipes de resgate da companhia

Maurício Herschander
Maurício Herschander
Repórter - E-mail: mauricio@brasilturis.com.br

O SeaWorld atingiu a marca de 43 mil animais resgatados em situação de risco desde o início de suas operações de salvamento, em 1965. O número foi alcançado após a equipe do SeaWorld San Diego realizar, no começo de maio, o resgate de seis aves e de um filhote órfão de leão-marinho-da-Califórnia encontrado nos fundos de uma residência em Carlsbad, na Califórnia.

Após ser encaminhado ao SeaWorld Rescue Center, o animal — uma fêmea com cerca de um ano de idade — apresentou quadro de desnutrição e desidratação. Segundo a equipe veterinária, ela passou a receber fluidos e alimentação especial enquanto aprende a consumir peixes sozinha. Atualmente, o filhote já integra um grupo com outros leões-marinhos em reabilitação.

As operações de resgate do SeaWorld funcionam em Orlando, San Diego e San Antonio, com atendimento ininterrupto ao longo do ano. Entre os mais de 43 mil animais atendidos estão aves aquáticas, tartarugas-marinhas, pinípedes, peixes-bois, baleias, golfinhos, lontras e diversas outras espécies marinhas. Todos os procedimentos acontecem em parceria com órgãos ambientais norte-americanos, como o U.S. Fish and Wildlife Service (USFWS) e a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).

Somente nos primeiros meses de 2026, a equipe do SeaWorld Orlando prestou assistência a 21 peixes-bois, um filhote de golfinho, cerca de 40 tartarugas e répteis, além de diversas aves. A unidade da Flórida abriga atualmente a maior estrutura de resgate de peixes-bois dos Estados Unidos, com capacidade para atender até 60 animais simultaneamente em uma área de 20 mil metros quadrados. Entre os casos recentes está Melby, peixe-boi resgatado de um bueiro em Melbourne Beach e devolvido ao habitat natural após recuperação e ganho de mais de 45 quilos.

Já em San Diego, a equipe contabilizou mais de 40 resgates de pinípedes, um golfinho e quase 150 aves nos cinco primeiros meses deste ano.

“Assim como todos os nossos profissionais zoológicos, as equipes de resgate são formadas por especialistas apaixonados e altamente capacitados, que dedicam incontáveis horas para ajudar animais em situação de risco”, disse o Dr. Chris Dold, chefe de Operações Zoológicas da United Parks & Resorts, empresa-mãe do SeaWorld. “Resgates e reabilitação podem salvar vidas de indivíduos, mas em alguns casos, contribuem também para a preservação de espécies ameaçadas, como a população de peixes-bois da Flórida. É por isso que fazemos esse trabalho, e é muito importante que zoológicos e aquários credenciados continuem ajudando animais que não conseguem sobreviver sozinhos.”

O SeaWorld também mantém programas de cuidado permanente para animais considerados incapazes de retornar à natureza. Entre eles estão tartarugas-marinhas e lontras-marinhas resgatadas e encaminhadas aos parques após avaliação de autoridades ambientais. Segundo a companhia, esses habitats permanentes também cumprem papel educativo ao aproximar visitantes dos desafios enfrentados pelas espécies em ambiente natural.

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