O Rock in Rio 2026 deve gerar impacto econômico de R$ 3,36 bilhões no Brasil, segundo estudo divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O levantamento aponta que o festival mantém trajetória consistente de crescimento e amplia sua relevância para setores ligados ao turismo, entretenimento, serviços e economia criativa.
A edição deste ano acontece em setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, e deve movimentar diretamente segmentos como hotelaria, alimentação, transporte, eventos e comércio.
De acordo com o estudo, para cada R$ 1 investido na realização do festival, R$ 6,59 são gerados para a economia brasileira. O desempenho reforça o posicionamento do Rock in Rio como um dos principais eventos de impacto econômico e turístico do país.
Festival amplia geração de empregos e turismo
A expectativa é de que o evento movimente cerca de 33,9 mil postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos. Serão 22,8 mil vagas diretas e outras 11,1 mil indiretas ligadas à operação do festival.
Além da geração de renda, o evento contribui para o aumento do fluxo turístico no Rio de Janeiro, estimulando a ocupação hoteleira, o consumo em bares e restaurantes e a movimentação em aeroportos e serviços turísticos.
O estudo da FGV também destaca a evolução econômica do festival ao longo das últimas edições. Em 2017, o impacto registrado havia sido de R$ 2,65 bilhões, demonstrando crescimento consistente da capacidade de geração de negócios do evento.
Experiências e expansão digital
A edição deste ano contará com novas experiências voltadas ao público presencial e digital. Entre as novidades está o lançamento da comunidade oficial @featrockinrio no Instagram, ampliando a estratégia de relacionamento digital do festival.
Segundo dados divulgados pela organização, durante a edição de 2024, o festival alcançou 149 milhões de pessoas nas redes sociais por meio de mais de 3,5 mil conteúdos publicados pela equipe de comunicação. As publicações geraram quase 3 milhões de conversas e mais de 345,6 mil comentários.
A programação deste ano também terá o retorno do Palco Supernova, dedicado a artistas nacionais e latino-americanos, além da volta do Global Village, espaço multicultural que homenageará João Bosco e reunirá atrações de diferentes países e estilos musicais.
O festival ainda ampliará o programa Viva o Rio com o Rock in Rio, voltado ao turismo na capital fluminense, além da expansão do serviço de transporte Primeira Classe.







