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Museu do Futebol passa a oferecer folder em mandarim para visitantes

Novo material amplia acessibilidade para turistas chineses e reforça acolhimento ao público internacional no Pacaembu

Rafael Destro
Rafael Destro
Redator - E-mail: Rafael@brasilturis.com.br

O Museu do Futebol, localizado no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, passou a disponibilizar um folder explicativo em mandarim para os visitantes. A iniciativa busca aprimorar a experiência do público estrangeiro e acompanha o crescimento do número de turistas que utilizam o idioma, considerado o mais falado do mundo em número de nativos.

O novo material está disponível logo na entrada do espaço e se junta às versões já oferecidas em português, inglês e espanhol. A proposta é facilitar a orientação dos visitantes ao longo do percurso expositivo, além de apresentar informações sobre serviços e etapas da visita, proporcionando uma experiência mais autônoma e acolhedora.

Vinculado à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, o Museu do Futebol aposta na ampliação dos recursos de acessibilidade para atender diferentes perfis de público e fortalecer sua vocação internacional.

De acordo com Marília Bonas, diretora técnica do Museu do Futebol, o material funciona como um gesto de recepção aos visitantes chineses.

“Ainda que, em geral, os visitantes chineses venham com guias e tradutores, e há sempre a possibilidade de usar softwares de internet para ter acesso aos conteúdos da exposição em qualquer língua, o folder é como um cartão de boas-vindas para que os visitantes se sintam bem recebidos”, diz Marília.

Mercado estratégico para o turismo brasileiro

A iniciativa ocorre em um momento de fortalecimento das relações entre Brasil e China no turismo. O mercado chinês é considerado estratégico pelo Ministério do Turismo, que recentemente cadastrou 299 agências brasileiras aptas a trabalhar com grupos provenientes do país asiático.

Em 2025, o Brasil recebeu mais de 100 mil visitantes chineses. A expectativa é de que esse volume cresça 50% em 2026, ano que foi instituído como o Ano Cultural Brasil-China.

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