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Burj Al Arab fechará por 18 meses para restauração em Dubai

Ícone da hotelaria de luxo passará por renovação completa após mais de 25 anos de operação

Rafael Destro
Rafael Destro
Redator - E-mail: Rafael@brasilturis.com.br

O Burj Al Arab, um dos hotéis mais icônicos do mundo e símbolo da hotelaria de luxo em Dubai, será fechado por 18 meses para um amplo projeto de restauração. A intervenção marca a primeira vez, desde sua inauguração em 1999, que o empreendimento interromperá suas operações por um período prolongado.

Com 198 suítes, o hotel, pertencente ao grupo Jumeirah, é reconhecido globalmente por sua arquitetura em formato de vela e por interiores de alto padrão, que incluem mais de 86 mil cristais Swarovski aplicados manualmente, cerca de 30 tipos de mármore Statuario e aproximadamente 1.790 metros quadrados de folhas de ouro 24 quilates.

O projeto de restauração será conduzido pelo arquiteto de interiores Tristan Auer, que terá como missão atualizar os ambientes mantendo a essência do design original. A proposta é preservar o patrimônio do hotel com o mesmo nível de detalhamento aplicado a obras de arte.

A decisão ocorre após um incidente registrado em 1º de março, quando destroços da interceptação de um drone iraniano atingiram a fachada do edifício, provocando um princípio de incêndio considerado limitado pelas autoridades locais.

Thomas B. Meier, CEO da Jumeirah, destacou a relevância do projeto para o futuro do empreendimento. “O Jumeirah Burj Al Arab é muito mais do que um marco arquitetônico; é um símbolo de ambição, excelência artesanal e qualidade duradoura”, diz.

“Nos últimos 27 anos, esta propriedade excepcional tem servido hóspedes com a mesma paixão e padrões de classe mundial que a distinguem de qualquer outro hotel no mundo. Este programa de restauração marca um novo capítulo na história do Jumeirah Burj Al Arab, que irá preservar cuidadosamente o legado do que atualmente é a única propriedade da nossa coleção limitada da Jumeirah de endereços icônicos, definidos pela distinção de design e prestígio”, conclui Meier.

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