O Burj Al Arab, um dos hotéis mais icônicos do mundo e símbolo da hotelaria de luxo em Dubai, será fechado por 18 meses para um amplo projeto de restauração. A intervenção marca a primeira vez, desde sua inauguração em 1999, que o empreendimento interromperá suas operações por um período prolongado.
Com 198 suítes, o hotel, pertencente ao grupo Jumeirah, é reconhecido globalmente por sua arquitetura em formato de vela e por interiores de alto padrão, que incluem mais de 86 mil cristais Swarovski aplicados manualmente, cerca de 30 tipos de mármore Statuario e aproximadamente 1.790 metros quadrados de folhas de ouro 24 quilates.
O projeto de restauração será conduzido pelo arquiteto de interiores Tristan Auer, que terá como missão atualizar os ambientes mantendo a essência do design original. A proposta é preservar o patrimônio do hotel com o mesmo nível de detalhamento aplicado a obras de arte.
A decisão ocorre após um incidente registrado em 1º de março, quando destroços da interceptação de um drone iraniano atingiram a fachada do edifício, provocando um princípio de incêndio considerado limitado pelas autoridades locais.
Thomas B. Meier, CEO da Jumeirah, destacou a relevância do projeto para o futuro do empreendimento. “O Jumeirah Burj Al Arab é muito mais do que um marco arquitetônico; é um símbolo de ambição, excelência artesanal e qualidade duradoura”, diz.
“Nos últimos 27 anos, esta propriedade excepcional tem servido hóspedes com a mesma paixão e padrões de classe mundial que a distinguem de qualquer outro hotel no mundo. Este programa de restauração marca um novo capítulo na história do Jumeirah Burj Al Arab, que irá preservar cuidadosamente o legado do que atualmente é a única propriedade da nossa coleção limitada da Jumeirah de endereços icônicos, definidos pela distinção de design e prestígio”, conclui Meier.








