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FlixBus expande operaçíµes e comemora com descontos de até 99%

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A FlixBus, filial brasileira da startup alemã FlixMobility, anunciou sua expansão com a abertura de uma nova rota entre Campinas (SP) e o Rio de Janeiro. Para comemorar a ação, a empresa realizará uma promoção especial, vendendo 7 mil passagens com até 99% de desconto (a partir de R$ 0,20) para os três destinos operados: São Paulo – Rio de Janeiro, São Paulo – Belo Horizonte e a nova rota.

A nova rota de Campinas ao Rio de Janeiro terá quatro partidas diárias, saindo de ambos os destinos, todos os dias da semana. Também contará com duas paradas, uma em Jundiaí e outra em Resende, e será operada pelo Grupo Adamantina.

“Queremos ligar as diferentes partes do país. Campinas é umas das principais cidades do interior paulista e um hub de mobilidade estratégico. Por isso a cidade foi escolhida para receber nossa terceira linha no Brasil, rumo ao Rio de Janeiro”, explica Edson Lopes, diretor Geral da FlixBus Brasil.

Além disso, a FlixBus também anunciou a implementação de dois novos horários na rota de São Paulo ao Rio de Janeiro, que entra em vigor na próxima segunda-feira (21) e terá saídas de ambas as capitais às 22h30. Duas rotas serão reintroduzidas, saindo da capital carioca às 6h e da capital paulista às 16h30.

FlixBus comemora inauguração com até 99% de desconto

Para comemorar a nova operação, sete mil passagens para as três rotas da empresa estão sendo comercializadas com até 99% de desconto: basta utilizar o cupom VERDE36ZHR, disponível a partir da segunda-feira (14) às 9h da manhã, pelo site, aplicativo ou pontos de venda físicos da FlixBus e da Adamantina.

Após esgotado o lote promocional, passagens voltarão a ser comercializados com a tarifa comum: R$ 19,90 nas linhas Campinas-RJ e SP-RJ, e R$ 34,99 de São Paulo a Belo Horizonte (valores podem oscilar conforme demanda).

Lopes complementa, afirmando que a missão da empresa é de conectar o interior com as capitais e outras regiões do país, de forma a “democratizar, tornar o turismo e as viagens mais acessíveis para todos os brasileiros”. 

EUA: hotéis têm aumento de contratação em janeiro

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Mesmo diante dos desafios e problemas de contratação da hotelaria relacionados à variante Ômicron. Em janeiro, o setor hoteleiro dos Estados Unidos teve o ritmo mais forte de contratação desde o outono passado.

O setor de acomodação gerou 23 mil empregos no mês passado, após vários meses sem geração de empregos, informou o Bureau of Labor Statistics dos EUA na sexta-feira (11). A taxa de desemprego do setor está em 8%, superior à média nacional de 4%. No entando, a taxa está mais próxima desse número geral do que no início da pandemia, quando o desemprego no setor se aproximou de 50%.

O relatório geral de trabalho, que mostrou que os EUA criaram 467 mil empregos, superou as expectativas dos economistas. O número específico do hotel é uma boa notícia para uma indústria que tenta desesperadamente resolver uma crise de escassez de mão de obra antes da movimentada temporada de viagens de verão.

Os maiores índices de contratações em janeiro vieram do setor de lazer e hospitalidade, que incluem restaurantes. O setor adicionou 151 mil empregos, com 108 mil deles vinculados a bares e restaurantes.

Mas os cargos de lazer e hospitalidade ainda caíram cerca de 10%, ou 1,8 milhão menos empregos em relação aos níveis pré-pandemia. Encontrar maneiras de trazer esses trabalhadores de volta foi uma das principais preocupações na recente Cúpula de Investimentos em Hospedagem das Américas.

Só porque a indústria tem uma taxa de desemprego de 8% não significa que a maioria das vagas em hotéis está preenchida. Muitos analistas veem isso como um sinal de que a força de trabalho está desistindo de empregos no setor hoteleiro e buscando carreiras em outros setores.

Marriott projeta milésimo hotel na ísia Pací­fico para 2022

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A Marriott International anunciou que, até o final de 2022, deve chegar a mil unidades hoteleiras na Ásia-Pacífico. Com 100 empreendimentos no pipeline de abertura para o período, a rede hoteleira expande, principalmente, na China.

A escolha pelo país em específico não é casual. Baseando-se em dados da ILTM Ásia-Pacífico, a Marriott viu que metade dos gastos dessa região são do mercado chinês, incluindo passagens aéreas e hospedagens. Entre as aberturas esperadas para o país, portanto, estão Reserve Ritz-Carlton, no Vale de Jiuzhaigou, JW Marriott Hotel Changsha e W Macau – Studio City.

Segundo Craig Smith, presidente da Marriott International, o desenvolvimento para este mercado foi positivo em 2021. Isso, na prática, faz com que a companhia tenha interesse em ampliar ainda mais sua atuação por lá.

“No ano passado, assinamos, em média semanal, dois acordos de desenvolvimento, chegando a 13 mercados diferentes na Ásia. Em 2021, queremos manter o impulsionamento da demanda, trabalhando em conjunto com proprietários, franqueados e parceiros em geral”, explica.

Aberturas em 2022

Além disso, o grupo hoteleira também planeja fortalecer o portfólio em destinos de lazer, tendo em vista o cenário atual das viagens.

A marca JW Marriott será instalada em Jeju, na Coréia do Sul, em meados de maio, enquanto o terceiro hotel W Hotel será inaugurado em Sydney, na Austrália, até o fim do ano. A bandeira Westin Hotels e Resorts também estreia em Yokohama, no Japão, e Cam Ranh, no Vietnã.

O Four Points by Sheraton tem cinco inaugurações planejadas ao longo do ano, enquanto a Moxy Hotels abre propriedades em Suzhou e Xi’an, na China.

A marca AC Hotels estreia na Coréia do Sul e na Austrália, com hotéis em Seul e Melbourne. Por fim, a Fairfield by Marriott chega ao Japão com seis propriedades planejadas para abrir em Nara, Hokkaido e Hyogo.

Swan Hellenic lança segundo cruzeiro de expedição sob medida

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Na última sexta-feira (11), a Swan Hellenic anunciou que o SH Vega zarpou do estaleiro de Helsinki. O SH Vega é o navio gêmeo do SH Minerva, lançado no final do ano passado e agora explorando a Antártida. A produção para o terceiro maior navio de aço começou no verão passado em Helsinki, e cerca de 50% dos blocos já estão prontos no estaleiro.

O SH Vega será entregue a Swan Hellenic em maio de 2022. Com partida em seu cruzeiro inaugural de 11 dias no dia 29 de maio, ele partirá de Leith, o porto de Edimburgo, para explorar as Ilhas Faroe e a Islândia, atracando em Reykjavík no 8 de junho. O terceiro navio da frota, temporariamente chamado de Vega 3, será entregue no início de 2023.

“SH Vega é um navio de última geração que avança a tradição de cruzeiro da expedição cultural Swan Hellenic no molde inspirado de seu navio irmão. Estamos muito orgulhosos de nossa contribuição para tudo o que ela representa”, comentou Simo Rastas, CEO e presidente do Estaleiro Helsinki.

“Apesar dos desafios contínuos da pandemia, todos no estaleiro mantiveram um cronograma ambicioso com os mais altos padrões. É maravilhoso ver nossa visão se encaixar tão bem. Sabemos que nossos hóspedes vão adorar como navios semelhantes como SH Minerva e SH Vega também podem ser tão diferentes, enriquecendo suas viagens conosco em todo o mundo para ver o que os outros não”, acrescentou Andrea Zito, CEO da Swan Hellenic.

Estrutura

Todos os três navios são projetados para um impacto ambiental mínimo e estão em conformidade com os mais recentes padrões de emissão, além de estarem prontos para bateria para futuras viagens silenciosas e livres de emissões no porto, bem como em reservas marinhas e de vida selvagem.

Com acomodações de 5 estrelas para 152 hóspedes em 76 cabines e suítes espaçosas, a grande maioria com varandas amplas, o SH Vega será operado por uma equipe de 120 pessoas a bordo para fornecer os mais altos níveis de serviço personalizado, orgulhando-se de um dos as maiores taxas de GRT-passageiros em sua categoria. A mais recente tecnologia de higiene protegerá a saúde de todos a bordo com os mais altos padrões e inclui ar condicionado com sistemas de higienização UV.

Aer Lingus retomará voos entre Dublin e Miami após 30 meses

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A Aer Lingus irá retomar os voos entre Dublin (Irlanda) e Miami (Estados Unidos), a partir de 21 de outubro, com dois voos semanais. A companhia irlandesa havia interrompido a operação em março de 2020, no início da pandemia da covid-19.

Além do anúncio do retorno das ligações para os Estados Unidos, que reabriu as fronteiras aéreas para os viajantes em novembro de 2021, a Aer Lingus ainda irá expandir a rota para três vezes por semana em 29 de outubro.

Miami será a segunda cidade da Flórida a ver o retorno dos serviços da companhia, que já havia reiniciado as operações para para Orlando em novembro de 2021, mesmo mês da reabertura.

A aérea disse que a remoção dos requisitos de teste para chegadas dos turistas totalmente vacinadas ao Reino Unido foi bem recebida pelos passageiros, ajudando a sanar a demanda reprimida por viagens transatlânticas.

“Estamos muito satisfeitos por recuperar nossa conectividade nos EUA este ano e não há dúvida de que as viagens estão de volta em 2022”, disse Bill Byrne, vice-presidente executivo da Aer Lingus para os Estados Unidos.

Ucrí¢nia mantém espaço aéreo aberto; companhias cancelam voos

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A Ucrânia deve manter o espaço aéreo aberto apesar da crescente tensão com a Rússia, conforme divulgado pelo Ministério da Infraestrutura ucraniano nesta semana. Segundo o governo cerca de US$ 592 milhões foram destinados para garantir a continuidade dos voos.

O aumento na tensão entre Ucrânia e Rússia, que tem causado receio no mundo com a possibilidade de um conflito armado, fez com que algumas aéreas começassem a se movimentar para interromper voos. Uma delas foi a KLM que interrompeu as operações para a Ucrânia.

“[Os US$ 512 milhões] vão estabilizar a situação do mercado de transporte aéreo de passageiros e vai garantir o retorno à Ucrânia de nossos cidadãos que estão atualmente no exterior”, disse Denys Shmygal, primeiro-ministro ucraniano.

Já na Alemanha, a Lufthansa é outra companhia aérea que já estuda cancelar todos os voos no espaço aéreo ucraniano, a fim de preservar a segurança dos passageiros.

A preocupação das companhias aéreas não é para menos. Em 2014, o voo MH17 da Malaysia Airlines, que viajava de Kuala Lumpur e Amsterdã, foi abatido por um míssil antiaéreo no leste da Ucrânia, vitimando quase 300 passageiros. Na época, as investigações atribuíram o disparo a um grupo de separatistas ucranianos pró-Rússia.

“[Os US$ 512 milhões] vão estabilizar a situação do mercado de transporte aéreo de passageiros e vai garantir o retorno à Ucrânia de nossos cidadãos que estão atualmente no exterior”, disse Denys Shmygal, primeiro-ministro ucraniano.

No Brasil, não existem opções de voos diretos para Kiev, na Ucrânia. O trajeto mais conveniente e com menos paradas é voar a partir de São Paulo com a Qatar Airways até Doha, no Catar, e de Turkish Airlines para Istambul, na Turquia. Antes também era possível ir de KLM com conexão em Amsterdã, na Holanda.

Itália abre venda da ITA Airways; MSC e Lufthansa têm prioridade

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O governo da Itália abriu o processo para encontrar um acionista majoritário para a ITA Airways. Na sexta-feira (11), Daniele Franco, a ministra da Economia italiana, apresentou o decreto que lista os detalhes da venda que pode ser feita de maneira direta ou em oferta pública, sem definir prazo para um acordo.

Em um primeiro estágio, o governo da Itália manterá uma participação minoritária na ITA Airways, que sucedeu a antiga Alitalia, que realizou seu último voo em outubro de 2021, quando a sucessora passou a assumir as rotas deixadas pela aérea.

Dentre as empresas que mostraram interesse em comprar uma parte da italiana estão a Lufthansa e a MSC, que pediram um período de exclusividade de 90 dias para acertar os detalhes, de acordo com a Reuters.

Apesar do interesse inicial da companhia aérea alemã e da cruzeirista sediada na Suíça, outros possíveis compradores podem surgir nas próximas semanas.

“Há interessados na operação, mas não temos um plano sob o qual possamos predeterminar quando o negócio ocorrerá”, disse a ministra da Economia durante uma entrevista coletiva após reunião de gabinete.

Invino Wine Travel Summit 2022 retorna presencialmente em abril

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Com palestras e degustações, a segunda edição do Invino Wine Travel Summit foi confirmada. O encontro, que acontece — presencialmente — em 11 de abril, no Hotel Unique, em São Paulo, está com as inscrições abertas.

A expectativa, de acordo com a organização do Invino Summit, é reunir aproximadamente 150 convidados, mesclando os universos do turismo e do vinho. O evento terá como temas principais o enoturismo e a procura pela bien vivre (“boa vida, na tradução livre). Ambas são vistas por Jean-Philippe Pérol, organizador do Summit, como tendências das viagens pós-pandemia.

“Nossas atrações mostrarão o crescimento e as novidade dos setores. Entre os destaques, temos as palestras de Sylvie Cazes, presidente da Cidade do Vinho de Bordeaux, na França, e de Nicolas Kovalenko, diretor das Bodegas Garzón”, conta.

O Invino Summit também terá 18 seminários e 700 encontros programados. Esta última atração, por sua vez, será para agentes de viagens selecionados.

Entre os países representados no encontro, Pérol cita Portugal, Espanha, França, Suíça, Moldávia, Uruguai, Argentina e Chile. O Brasil terá as vinícolas paulistas e gaúchas como participantes.

Storytelling: o que Gucci tem a nos ensinar

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Nos anos 1980 a Denorex, marca famosa de shampoo voltada para o público masculino, ficou famosa com o slogan “parece, mas não é”. Em uma época de apenas dez canais de TV, menos emissoras de rádio, duas grandes revistas semanais e quatro grandes jornais de circulação nacional, o problema não era criatividade, algo que o brasileiro sempre teve de sobra, mas sim, budget.

Afinal, em um mundo em que segmentação na comunicação era precária, para atingir um determinado nicho era preciso investir milhões nos horários nobres da TV e desperdiçar frações importantes dessas quantias vultosas com uma audiência que nunca consumiria os produtos de uma empresa.

Em meus cursos e palestras sempre repito que meu avô, meu pai e eu assistíamos aos comerciais da Valisère. A campanha “o primeiro sutiã que a gente nunca esquece” era voltada para meninas adolescentes e suas mães, mas atingia outros públicos que não tinham nenhum interesse no produto, como nós três.

Hoje com as diversas mídias sociais, os canais por assinatura e as plataformas streaming, toda a lógica da a publicidade mudou. É possível falar diretamente com o seu consumidor no momento exato em que ele pretende adquirir um bem ou um serviço. Mas ainda assim, muitas empresas perdem a oportunidade porque se comunicam mal.

E o fiasco não se dá por falta de tecnologia e ferramentas disponíveis facilmente no mercado. É por falta de compreensão da realidade. Ou teimosia. Ou as duas situações juntas. Quem nunca ouviu falar de storytelling? Muita gente. Mas quando apresento o conceito em uma reunião, percebo a expressão confusa de alguns altos executivos em empresas multinacionais.

Storytelling não é apenas o ato de contar uma estória. Não é simplesmente uma narrativa. É tudo isso, além de ser o que garantiu que o conhecimento humano não se perdesse, religiões surgissem e hoje é a forma de garantir que o cliente tenha prazer em ser impactado pela sua marca.


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Contar uma boa estória é transformar a mensagem publicitária em entretenimento. Um exemplo se dá no cinema. Emily in Paris é uma forma incrível de vender o destino. Os vídeos divertidos que muitas companhias aéreas produzem para passar instruções de segurança são exemplos eficientes de storytelling, para ficar em nossa indústria. O filme “A Casa Gucci”, com Lady Gaga, é uma forma de storytelling de uma grife que é hoje a mais poderosa no universo da moda.  

Apesar de décadas distintas, há forte códigos estéticos semelhantes na fita com a proposta que Alessandro Michele, diretor criativo da marca disponibiliza em suas coleções. O criador é um grande contador de estórias. Porque um desfile é uma estória contada, assim como todas as ações da Maison.

Recentemente dois hotéis fecharam em São Paulo. O Four Seasons, uma dos ícones internacionais da hotelaria de alto padrão, e o Maksoud Plaza. A atenção dada a esse último foi muito maior que a um empreendimento administrado por uma das mais importantes grifes mundiais. E isso porque havia história e estória. Ambas carregadas de afeto.

A Comunicação do Four Seasons paulista foi, sem dúvida, um fiasco. Faltou storytelling. Faltou explorar a história da marca, narrada magistralmente no livro de Isadore Sharp. Que marca hoteleira possui aviões? Brasileiros adoram as propriedades em Paris, Milão e outras capitais. Uma comunicação ineficiente.

Assim como ocorre na maior parte das marcas de turismo brasileira, de hotéis a destino.  Peru e Colômbia contam estórias fascinantes. Não à toa, esse último destino, que recebia 4 mil turistas ao ano na década de 1990 passou a receber 4 milhões uma década depois, misturando café, Botero, ouro e García Marquez.

Storytelling não é apenas uma das ferramentas mais eficientes no turismo. É estratégia de marca. A que veio para ficar e vai orientar o futuro delas. Parece fácil, mas não é, assim como o Denorex. Porque contar estórias exige técnica, talento e experiência. Assim como piada, precisa de roteiro e timing. E timing, é o que o turismo brasileiro nunca teve.

Norwegian Cruise atualiza as polí­ticas da Sail Safe

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A Norwegian Cruise Line fez alterações em suas políticas Sail Safe que relaxam o uso de máscaras e as políticas de vacinação à medida que a variante Ômicron diminui nos Estados Unidos e no mundo. Até 28 de fevereiro de 2022, todos os hóspedes e tripulantes devem usar máscaras a bordo enquanto estiverem dentro do quarto e manter distância física.

A partir de 1º de março de 2022, as coberturas faciais não serão mais necessárias a bordo. Ainda serão, no entanto, recomendados mas o uso de máscaras ficará a critério do cliente. As regras são diferentes para viagens europeias, onde as máscaras ainda são necessárias em ambientes fechados e ao ar livre quando a distância física não pode ser mantida.

A linha de cruzeiros também fez alterações em suas políticas de vacinação e permitirá que crianças menores de cinco anos naveguem. Todos os hóspedes com cinco anos ou mais precisarão estar totalmente vacinados no momento do cruzeiro.

As atualizações de testes a partir de 1º de março de 2022 incluem a comprovação obrigatória de um teste de covid-19 negativo e supervisionado por médicos dentro de dois dias antes da partida. A Norwegian eliminou a necessidade de um teste antes da partida no terminal.

Testes supervisionados em casa agora são permitidos. A linha de cruzeiros também fez parceria com a Inspired Diagnostics para fornecer testes de antígenos domiciliares aprovados pela FDA para os hóspedes.