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Emirados Árabes ativam ponte aérea para retirar passageiros

Plano emergencial prevê mais de 80 voos diários de repatriação após interrupções no tráfego aéreo no Golfo

Kamilla Alves
Kamilla Alves
Gestora Web - E-mail: milla@brasilturis.com.br

Os Emirados Árabes Unidos ativaram um plano emergencial de transporte aéreo para retirar milhares de passageiros retidos na região do Golfo após a interrupção do tráfego comercial causada pelo conflito no Oriente Médio. A estratégia inclui a criação de corredores aéreos especiais e a coordenação de voos de repatriação em parceria com países vizinhos.

Segundo o ministro da Economia e Turismo, Abdulla bin Touq, o plano envolve cooperação direta com a Organização da Aviação Civil Internacional e com os países integrantes do Conselho de Cooperação do Golfo. O sistema de contingência permite atualmente uma capacidade operacional de até 48 voos por hora nas rotas emergenciais, com possibilidade de expansão conforme as avaliações de segurança do espaço aéreo.

A operação está sendo implementada em fases para restabelecer gradualmente o fluxo de passageiros. Na primeira etapa, cerca de 17.498 viajantes foram transportados em 60 voos organizados por companhias aéreas nacionais desde o domingo (1).

A fase seguinte prevê a ampliação da operação para mais de 80 voos diários, com capacidade para retirar aproximadamente 27 mil passageiros da região. Paralelamente, o governo dos Emirados Árabes Unidos confirmou que assumirá os custos de hospedagem e alimentação dos viajantes que permanecem retidos devido à crise no transporte aéreo.

De acordo com bin Touq, o setor aéreo do país opera com elevado nível de preparação e planos preventivos para situações de emergência. “O setor de aviação nos Emirados Árabes Unidos trabalha com um alto nível de preparação e com planos preventivos claros”, afirmou o ministro, destacando que a coordenação entre autoridades e parceiros internacionais ocorre de forma contínua para avaliar a situação do espaço aéreo.

A iniciativa busca mitigar os impactos da paralisação parcial das operações aéreas no Golfo, que afetou rotas estratégicas de conexão entre Europa, Ásia e África e deixou milhares de passageiros retidos em aeroportos e hotéis da região.

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