Atuar no transporte executivo no Brasil é lidar com responsabilidade. Transportamos pessoas, com agendas estratégicas e decisões a serem tomadas. Por isso, a regulamentação do setor deve ser vista como um instrumento essencial de governança, transparência e segurança jurídica para as empresas do setor.
Sem uma lei que regulamente a atividade, vivemos um ambiente de incerteza jurídica que penaliza justamente quem busca fazer o certo. Somos empresas com contratos formais, tributos em dia, motoristas capacitados e processos estruturados, que geram empregos e movimentam a economia. Não podemos ser tratados como irregulares nem ficar sujeitos a multas e apreensões. Isso não é apenas um problema operacional; é uma falha de governança.
Regulamentar é reconhecer que o transporte executivo existe, é necessário e cumpre uma função estratégica na mobilidade urbana e corporativa. Precisamos de uma lei justamente para estabelecer critérios, responsabilidades e limites claros, alinhados às boas práticas de compliance e gestão de riscos.
Isso não é apenas uma demanda do nosso setor: é uma ferramenta de amadurecimento institucional. Ela cria equilíbrio, reduz conflitos e permite que o serviço evolua com base em regras justas, modernas e transparentes. Porque em um ambiente regulado, todos ganham: empresas, trabalhadores, passageiros e a cidade.

