O Grupo Royal Palm Hotels & Resorts concluiu a certificação de todos os seus empreendimentos na categoria Transformador da ESG Pulse. O resultado foi alcançado após a certificação do Royal Palm Hall e coloca as diferentes operações da rede no mesmo nível de avaliação das práticas ambientais, sociais e de governança.
O processo teve início no fim de 2025 e considera critérios estruturados e evidências verificáveis para avaliar a maturidade das práticas ESG. Com a conclusão, o portfólio do grupo, que inclui resorts, hotéis de diferentes categorias, torres corporativas e centro de convenções, atingiu média de 80 pontos. Transformador corresponde ao segundo patamar mais elevado da metodologia utilizada pela ESG Pulse.
Para Camila Dias, acionista e integrante do Comitê de ESG do Grupo Royal Palm Hotels & Resorts, o resultado demonstra a incorporação da agenda à gestão da companhia.
“Esse último selo atesta que o nosso olhar para ESG está incorporado à estratégia e à cultura organizacional e demonstra a nossa maturidade na gestão dos aspectos ambientais, sociais e de governança”, afirma.
Investimentos em energia e redução de emissões
Entre as iniciativas relacionadas ao desempenho ambiental está um investimento de R$ 2,5 milhões na transição energética das operações. O projeto contempla a substituição do aquecimento a gás por bombas de calor elétricas de alta eficiência.
Segundo o grupo, a mudança proporciona redução de 558 toneladas de CO2 por ano, equivalente a uma diminuição de 12% nas emissões globais da rede.
Todos os empreendimentos também utilizam energia adquirida no Mercado Livre proveniente de fontes renováveis, como solar, eólica, hídrica e biomassa.
Na gestão dos recursos hídricos, as propriedades contam com iniciativas que incluem poços artesianos, cisternas para captação de água da chuva com capacidade de até 104 mil litros e dispositivos para redução de vazão presentes em 95% das unidades habitacionais.
Resíduos, diversidade e governança
No Complexo de Eventos Royal Palm Campinas, o programa Rejeitos Zero prevê a destinação dos resíduos operacionais para reciclagem, compostagem ou coprocessamento.
As ações sociais e de governança incluem ainda o Programa Royal Jovem e parcerias com entidades assistenciais. Atualmente, segundo a companhia, mulheres ocupam 51% dos cargos de liderança. A estrutura de governança também conta com auditorias externas.
A rede pretende avançar nos próximos anos em projetos voltados à descarbonização das operações e à redução dos impactos climáticos.







