A União Europeia abriu, nesta quarta-feira (21), uma investigação sobre a Booking.com para apurar possíveis falhas na prevenção de anúncios fraudulentos e golpes de phishing. A prática consiste na utilização de mensagens, e-mails, ligações ou outros meios de comunicação por criminosos que se passam por empresas e instituições legítimas para obter informações pessoais, senhas e dados financeiros ou aplicar golpes contra consumidores.
Em posicionamento divulgado após o anúncio, a Booking.com informou que colabora integralmente com a Comissão Europeia e mantém diálogo com as autoridades sobre os questionamentos relacionados à Lei de Serviços Digitais (DSA), legislação que estabelece obrigações para plataformas digitais que operam no bloco europeu.
“A segurança, a confiança e a proteção de informações pessoais são prioridades máximas para a Booking.com. Seguimos comprometidos em trabalhar com governos, órgãos reguladores, autoridades e parceiros do setor para combater o cibercrime e as fraudes online, além de proteger viajantes e parceiros”.
Além das questões relacionadas à segurança dos usuários, a Comissão Europeia também examina possíveis descumprimentos das regras de transparência publicitária. Segundo o órgão, a investigação considera a hipótese de a plataforma não identificar adequadamente conteúdos patrocinados apresentados em posições privilegiadas nos resultados de pesquisa, o que poderia dificultar a distinção entre ofertas comerciais pagas e resultados orgânicos.







