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Movida registra lucro lí­quido de R$ 258,1 mi no 1º tri

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O balanço do primeiro trimestre deste ano foi positivo para a Movida. Com receita bruta de R$ 2 bilhões, fato inédito na história da companhia em um trimestre, o lucro líquido do mesmo período foi de 258,1 milhões, atingindo margem líquida de 13,1%. Em comparação ao mesmo período em 2021, o índice foi 135,7% maior, configurando a retomada da demanda nos primeiros meses de 2022.

Com frota acima de 192 mil carros, a Movida também aumentou em 56,5% — mais 69 mil automóveis — o portfólio oferecido para locação. A receita líquida da locação de veículos ficou em R$ 993,2 milhões, aumentando 87,3% neste segmento em relação ao primeiro trimestre de 202, além dos R$ 972,6 milhões registrados para Seminovos, crescendo 254,3% na mesma comparação.

De acordo com Renato Franklin, CEO da Movida, o ritmo segue em aceleração e os resultados do primeiro trimestre do ano mostram isso.

“Nosso faturamento superou o nível dos R$ 2 bilhões pela primeira vez em um trimestre. Fortalecemos de maneira importante nossas parcerias com as montadoras, comprando 21 mil carros nesse trimestre. São fatores que reforçam nossa posição no mercado de locadoras”, diz.

No Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a Movida alcançou R$ 863,1 milhões, sendo R$ 659,8 milhões vindos de locação.

Movida: locação para pessoa física

Ao todo, nove lojas foram inauguradas no primeiro trimestre deste ano, além do crescimento de 41,6% no volume de diárias. A taxa de ocupação da frota, portanto, foi de 75% no retrospecto em questão. A receita líquida neste segmento atingiu R$ 595,8 milhões, crescendo 63,2% frente primeiro trimestre do ano passado.

“O crescimento da oferta para pessoa física foi acelerado pela pandemia e seguiu no último trimestre. Isso comprova a mudança de comportamento do consumidor, o que refletindo no aumento do período de locação”, comenta Franklin.

ESG

A Movida conseguiu ainda uma linha de crédito com o Banco Inter-americano de Desenvolvimento (BID) de US$ 160 milhões. Parte do valor será realocado como Green Loan (empréstimo verde, em tradução livre) para projetos ligados à agenda sustentável da companhia.


Leia também: Movida alcança lucro líquido de R$ 819,4 milhões em 2021

Hilton teve forte recuperação apesar da í”micron

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Apesar de um “início de ano instável” devido à variante Ômicron, a Hilton Worldwide Holdings viu a demanda aumentar “significativamente mês a mês” no primeiro trimestre, de acordo com Chris Nassetta, CEO da Hilton.

“Ao olharmos para o balanço do ano, continuamos otimistas”, disse Nassetta durante uma teleconferência de resultados com investidores nesta terça-feira (3). “O impulso positivo continuou no segundo trimestre, com o RevPAR de abril acompanhando aproximadamente 95% dos níveis de 2019. Acreditamos que há uma boa probabilidade de atingirmos os níveis de RevPAR em todo o sistema de 2019 durante o terceiro trimestre.”

No trimestre encerrado em 31 de março, o RevPAR em todo o sistema da Hilton aumentou 80,5% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionado por aumentos significativos na ocupação e na taxa média diária (ADR).

Em termos de comparação pré-pandemia, o RevPAR do trimestre caiu 17% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

Embora a forte demanda por lazer tenha impulsionado grande parte do progresso RevPAR da Hilton no primeiro trimestre, Nassetta também relatou sólidos sinais de recuperação nos grupos e setores de viagens corporativas. Do lado do grupo, os negócios de eventos sociais e menores lideraram a recuperação, embora as reuniões e convenções da empresa também tenham mostrado alguma melhora material no trimestre.

Em março, o RevPAR total do grupo Hilton atingiu mais de 75% dos níveis de 2019, segundo Nassetta.

Altas expectativas para 2022

“Para o ano inteiro, esperamos que o RevPAR de lazer exceda os níveis de pico de 2019, devido ao excesso de poupança do consumidor, um mercado de trabalho forte e demanda reprimida”, disse Nassetta. “Esperamos que os negócios transitórios voltem aproximadamente aos níveis de 2019 até o final do ano, com expectativas apoiadas pelo aumento dos lucros corporativos, recuperação da demanda de grandes empresas e afrouxamento das restrições de viagens”.

No primeiro trimestre, a ocupação de todo o sistema da Hilton chegou a 58,1%, enquanto o ADR de todo o sistema no trimestre aumentou 35,2%, para US$ 139,17.

A Hilton viu sua receita do primeiro trimestre aumentar 65,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, para US$ 1,7 bilhão. A empresa registrou um lucro líquido de US$ 211 milhões no trimestre, contra um prejuízo líquido de US$ 109 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Pullman São Paulo Ibirapuera reforça gerência com três contrataçíµes

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Nesta segunda-feira (2), o hotel Pullman São Paulo Ibirapuera anunciou três reforços para seus times de gerentes com a chegada de profissionais para as áreas de F&B, marketing e operacional.

Andre Okubo, gerente de F&B

Como gerente de F&B, o hotel traz a público a chegada de Andre Okubo. Bacharel em hotelaria com pós-graduação em marketing e comunicação, Okubo traz, em sua bagagem, experiências importantes dentro da área de Alimentos e Bebidas nos hotéis Radisson Faria Lima, Hilton São Paulo Morumbi, Hilton Barra, e restaurante Qceviche – Cocina Peruana, da Accor.

Juliana Constantino, gerente de marketing

Juliana Constantino, que anteriormente ocupou dentro da Accor as funções de gerente de qualidade e customer experience dos hotéis Pullman e Grand Mercure São Paulo Vila Olímpia. Agora assume o cargo de gerente de marketing do Pullman São Paulo Ibirapuera.

Em uma outra passagem pela Accor, a executiva adquiriu experiências no Sofitel São Paulo (atualmente Grand Mercure São Paulo Ibirapuera), e como trainee gerencial, subgerente e gerente geral em hotéis da marca ibis. Juliana também tem passagens na Hplus Hotelaria e no grupo GJP.

Rodrigo Oliveira, gerente operacional

Com mais de 20 anos de experiência na hotelaria, Rodrigo Oliveira assume o cargo de gerente operacional do Pullman São Paulo Ibirapuera com um histórico profissional enriquecido por diferentes experiências em hotéis da Accor, além de uma atuação na sede do Grupo.

Oliveira tem também bagagem profissional na Disney World e outras experiências em países como Chile, Peru, EUA, França, Cuba, Canadá e Argentina.

O executivo é especialista em logística de processos em hotéis de grande porte, assegurando o controle e gestão da qualidade da implementação de produtos e serviços para atender às expectativas dos clientes.

R11 Travel reforça equipe com nova diretora de Vendas e Marketing

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R11 travel Ricardo Amaral
Ricardo Amaral, CEO da R11 Travel Foto: Divulgação

Foi anunciado nesta segunda-feira (2) que a R11 Travel estará novamente recebendo Sabrina Moretti, indicada à área comercial como diretora de Vendas e Marketing, seguindo como a décima primeira executiva agregada ao time da agência de viagens neste ano.

Sabrina é formada em Turismo, com MBA em Gestão de Vendas e Pós-graduada em Gestão de Marketing e Serviços. Tem uma sólida carreira desenvolvida ao longo de 25 anos em empresas de destaque no setor, incluindo a GJP, R11 Travel, CVC, LAN e Ibéria.

Destaca-se por sua habilidade com estratégia de mercado, gestão comercial e gestão de equipes, bem como por sua rede de relacionamento com grandes agências, operadoras, companhias áreas e meios de comunicação do Trade. Além disso, a profissional já foi eleita duas vezes como a Melhor Executiva de Vendas da aviação São Paulo.

Por fim, a executiva ficará dedicada à gestão de um time de Vendas composto por Giulianne Orçati, Tody Navarro, Rodrigo Macedo, Pablo Vilaseca, Paulo Requena e Carol Sovenhi; além de Marketing, com Gabriela Leonardo e Tatiane Almeida.

O momento é oportuno, visto que a R11 Travel anunciou recentemente o lançamento de suas marcas como o Wonder of the Seas, maior e mais novo navio da Royal Caribbean em março, além do Celebrity Beyond, da série Edgee da Celebrity Cruises, que estreia em abril deste ano. Além disso, em novembro de 2021 foi inaugurado o Silverdawn, da Silversea e em maio de deste ano a Azamara lançará o Azamara Onward.

Six Senses Botanique terá aplicação de R$ 80 milhíµes

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O único empreendimento da Six Senses no continente americano é, novamente, destaque no cenário hoteleiro do Brasil. Após conquistar a marca de luxo, o grupo de investidores responsável pela compra do ativo, no qual está incluído Marcelo Cohen, CEO da BeFly e Belvitur, anunciou um aporte milionário voltado à expansão da unidade. Ao todo, o Six Senses recebe investimento de R$ 80 milhões.

O grupo, formado por empresários brasileiros, vê potencial para que o empreendimento seja o hotel mais luxuoso em território brasileiro. Dessa forma, o aporte destinado ao Six Senses Botanique seria um passo importante nesta ambição.

De acordo Paula Sales, recém-chegada ao cargo de gerente de Vendas Sênior do Six Senses Botanique, afirmou que outro objetivo com o aporte financeiro é expandir para mais mercados.

“Temos boa atuação com São Paulo, mas ainda podemos consolidar a atuação no Sudeste, buscando hóspedes do interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, afirmou.

Além disso, a executiva ressaltou a necessidade de parceria com outros players do turismo, como operadores, agentes de viagens e realizadores de eventos. O ponto seria o mesmo: ter mais capilaridade do mercado doméstico.

Six Senses Botanique
(Foto: Divulgação/Six Senses Botanique)

Six Senses Botanique: futuro

Com as novidades projetadas, a propriedade, localizada na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, basicamente dobraria de tamanho. Entre as principais melhorias, estão a construção de uma piscina, restaurante e 20 vilas no corpo da unidade.

Além disso, os investidores preparam, também a curto prazo, a expansão do spa e retrofit das acomodações já existentes (20 suítes e vilas) e do restaurante Mina. A médio e longo prazo, inicialmente, é prevista a implementação de 13 casas de 800 m² nos arredores do Six Senses Botanique.

A ideia dos investidores, de forma geral, é aproveitar os 2,5 milhões de m² da propriedade. Seria, ainda, uma forma da unidade captar mais mercados emissores e consolidar-se em São Paulo, polo principal de hóspedes.

O empreendimento é operado pela Six Senses desde fevereiro do ano passado.


Leia também: Six Senses Botanique indica Paula Sales como gerente sênior de Vendas

Single Trips cria roteiros internacionais para ‘viajantes solo’

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Com o fomento do mercado turístico, a agência Single Trips busca o truista que quer conhecer novos lugares independente de ter ou não companhia. A empresa criou roteiros internacionais para esse público de ‘viajantes solo’, promovendo países como Espanha e Grécia.

Além do apelo dos destinos colocados pela Single Trips, a empresa também leva em consideração a flexibilização das restrições sanitárias e a baixa cotação do dólar frente real. No momento, a queda acumulada da moeda norte-americana chega a 17,36% em 2022, tornando os voos internacionais atraentes.

A Single Trips conta com um coordenador acompanhando cada roteiro desde a saída do aeroporto de cada destino. Sendo assim, não é necessário que o viajante fale a língua local. Os pacotes também incluem estadas em hotéis com café da manhã e outros benefícios. As passagens aéreas não estão inclusas.

Veja os três roteiros preparados pela Single Trips em destinos fora do país:

Grécia (de 16 a 29 de junho)

Os turistas vão mergulhar na acrópole de Atenas, conhecer o Mar Egeu por meio da ilha vulcânica de Santorini e ainda aproveitar as casas noturnas em Mykonos.

Espanha (de 17 a 30 de setembro)

O roteiro contempla algumas das cidades mais famosas da Espanha: Córdoba, Granada, Lugo, Madrid, Málaga, Mérida, Salamanca, Santiago de Compostela, Sevilla e Toledo.

O diferencial é que os trajetos serão feitos de ônibus, o que permitirá ver os municípios por ângulos que só os espanhóis conhecem.

Marrocos (de 8 a 20 de outubro)

Nesta expedição a bordo de um micro-ônibus, os turistas cruzam diferentes regiões do país, passando por grandes cidades como Casablanca e a capital Rabat, além de Meknes e Fes.

São Luí­s: conheça uma das principais festas de São João do paí­s

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O São João de São Luís pode ser traduzido por uma série de fatores. Seja a rica variedade de manifestações culturais únicas, comidas típicas ou decorações temáticas espalhadas pelo destino, o que marca de fato o evento é a animação promovida pela festividade.

O Bumba Meu Boi é o carro-chefe de São Luís durante a data comemorativa. São mais de 100 grupos subdivididos no que o maranhense denomina de ‘sotaque’, que envolve variações de ritmos, indumentária e instrumentos musicais. Um dos principais sotaques é o de matraca, instrumento altamente popular no Maranhão.

Além disso, o Maranhão também é rico em relação às histórias do período junino, com narrativas que todos conhecem por lá e revivem em junho. É o caso da lenda do Pai Francisco e da sua esposa, Catirina.

Diz a lenda que o escravo Pai Francisco, para satisfazer a sua mulher Catirina, grávida e com desejo de comer língua de boi, mata o novilho Mimoso, o mais querido do seu senhor. Ao ser descoberto, Pai Francisco foge com a mulher, mas é preso e finalmente libertado quando feiticeiros conseguem, por meio de rituais mágicos, ressuscitar o animal.

Tudo isso é feito ao som de muita música e de danças que embalam a brincadeira de Bumba Meu Boi, formando um grande teatro a céu aberto.

Além dele, outras brincadeiras em forma de dança trazem brilho e ritmo à diversidade do São João maranhense, como Tambor de Crioula, Cacuriá, Dança do Coco, Bambaê de Caixa, Dança do Lelê, Dança Portuguesa e Dança do Boiadeiro, por exemplo.

E as apresentações e encenações acontecem nos grandes arraiais localizados por toda a cidade, onde as barracas de palha já estão rodeadas pelos amantes da comida típica de São Luís. O arroz de cuxá, o Guaraná Jesus e o suco de bacuri não faltam e são os itens mais procurados nas festas típicas.

Vale ressaltar que os grupos de Bumba Meu Boi são compostos pela própria comunidade, que se reinventa todos os anos com exuberantes indumentárias e músicas novas, em homenagem aos santos como o próprio São João, São Pedro, e São Marçal.

Gol tem novos voos diretos entre Campo Grande e Salvador

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A Gol ampliou sua malha de voos para o período de alta temporada durante o inverno brasileiro e vai conectar pela primeira vez as cidades de Campo Grande (CGR) e Salvador (SSA) em voos diretos semanais entre 1º de julho e 6 de agosto.

A nova rota prevê 12 voos ao longo do período, com um voo saindo da capital sul-mato-grossense às sextas-feiras, às 23h30, chegando a Salvador (SSA) às 3h30 e outro a partir da capital baiana, aos sábados, às 2h10, com chegada marcada para 4h10. São aproximadamente três horas de voo. Campo Grande tem fuso horário com uma hora a menos em relação a Salvador.

“Este período de julho é tradicionalmente forte para o turismo doméstico em virtude das férias escolares, quando as famílias podem viajar e conhecer novos destinos. Havia uma demanda crescente por clientes das duas cidades para que o acesso entre os dois aeroportos de CGR e SSA se desse de forma direta, e encontramos a ocasião perfeita para fomentar o turismo dos dois Estados”, comentou Bruno Balan, gerente de Planejamento de Malhas da Gol.

Os voos entre Campo Grande e Salvador serão realizados pelo Boeing 737-800 com capacidade para 186 passageiros.

Além da rota inédita entre Campo Grande e Salvador, a Gol também ampliou a frequência de voos entre Bonito (BYO) e Congonhas (CGH). O paraíso natural no interior do Mato Grosso do Sul, que recebe dois voos semanais (às quintas e domingos) a partir do aeroporto da capital paulista agora também terá voos às terças-feiras para o período de alta temporada, ampliando a oferta a todos que queiram conhecer um dos mais belos destinos turísticos do interior do Brasil.

Frequências e horários:

Voos Campo Grande – Salvador: dias 1º, 8, 15, 22, 29 de julho e 5 de agosto

Voos Salvador – Campo Grande: dias 2, 10, 16, 23, 30 de julho e 6 de agosto.

St Barth: ilha está renovada após quase 5 anos desde furacão Irma

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A primeira vez da ilha caribenha francesa, Saint Barth, na ILTM traz novidades para os brasileiros e turistas do mundo. Após quase cinco anos desde a destruição do furacão Irma, St Barth está totalmente reestruturada e aberta para turistas com muita inovação e novas opções de restaurantes, hotéis e etc.

Nesta terça-feira (3), o comitê de Turismo de St Barth realizou um brunch com a imprensa e Sabine Masseglia, diretora do comitê, apresentou as novidades ilha. Os diferenciais da pequena ilha do caribe são as lojas que revelam um destino de compras que o brasileiro sempre adorou e a gastronomia.

O mercado emissor brasileiro é o terceiro maior para a ilha. “Nós estávamos muito tristes que nestes últimos dois anos os brasileiros estavam visitando cada vez menos Saint Barth por conta da pandemia. Mas hoje, no quesito covid-19, somos um destino totalmente seguro e temos pouquíssimos casos de infecções. Estamos abertos e com muitas novidades que sabemos que os brasileiros amam”, destacou Sabine Masseglia, diretora do comitê de Turismo de St Barth.

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Itapemirim: empresário comunica desistência da compra da aérea

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Após quatro meses fora do radar e colecionando dívidas, a Itapemirim Transportes Aéreos (ITA) voltou aos holofotes. Perto do fim da primeira quinzena de abril, a informação de que o empresário Galeb Baufaker Junior, dono da Baufaker Consulting, decidira comprar a companhia, junto com o ITA Bank, mudou a equação. Contudo, somente duas semanas após o anúncio, o empresário desistiu da aquisição.

A reportagem do Brasilturis Jornal entrou em contato com a Itapemirim Transportes Aéreos, mas não obteve resposta até o momento desta publicação.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, a desistência ocorreu por meio de uma petição protocolada na última segunda-feira (2). O documento consta nos autos do processo de recuperação judicial do Grupo Itapemirim.

Com aporte de R$ 180 milhões para assumir as dívidas da aérea, o negócio estagnou após a Baufaker citar uma decisão judicial que bloqueou por completo o patrimônio de Sidnei Piva, ex-CEO da holding.

Apesar de aparentar ser algo pessoal e restrito ao executivo, a medida também inclui as quotas e ações da Itapemirim, objeto central do contrato firmado com a Baufaker Consulting.


Leia também: Itapemirim: ideia é voltar a operar em 8 capitais, segundo novo dono