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Costa lança promoção para embarques em Itajaí­, Rio e Santos

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Para marcar o retorno da temporada 2021/2022 no Brasil, a Costa Cruzeiros lançou uma promoção para os roteiros programados a bordo do navio Diadema, nesta semana. Os roteiros com embarques em Santos, Rio de Janeiro e Itajaí (SC) até 7 de abril estão com 20% de desconto, na categoria Basic. A promoção é válida para reservas feitas em cabines Internas, Externas e Varanda e limitada a 50 cabines por saída.

O reinício da temporada também marca a estreia do Costa Diadema no porto de Itajaí, o maior navio de cruzeiro a atracar no destino catarinense. A companhia é a única a operar na cidade como porto de embarque para os cruzeiristas da região Sul do país, em roteiros de três, quatro e sete noites.

O Diadema também faz a sua estreia no Rio de Janeiro, sendo porto de embarque para os turistas da região. O navio fará viagens por águas brasileiras, garantindo ao hóspede a oportunidade de visitar, em uma única viagem, diferentes destinos no Sul e Sudeste brasileiro até abril.

Nos cruzeiros de sete noites que partem nos dias 14 (Dançando a Bordo), 21 e 28 de março, o viajante irá navegar pelas cidades de Santos, Itajaí, Rio de Janeiro e Búzios.

Em abril, o Costa Diadema realiza minicruzeiros de três e quatro noites, visitando as cidades de Santos, Itajaí e Ilhabela. Pela primeira vez, a companhia promove um viagem de três noites dedicada ao Sul do país, com embarque e desembarque em Itajaí.

O minicruzeiro acontece de 5 a 8 de abril, facilitando assim o acesso de turistas da região às inúmeras atividades de lazer, entretenimento e gastronomia disponíveis a bordo.

“Estamos proporcionando uma nova oportunidade para o brasileiro viajar no maior navio já operado pela Costa Cruzeiros no país, desfrutando do melhor da Itália e de todas as experiências exclusivas que temos a oferecer. Ao mesmo tempo, possibilitamos ao hóspede visitar alguns dos principais destinos turísticos de nosso litoral”, destacou Ruy Ribeiro, diretor comercial da Costa Cruzeiros.

Malásia atualiza protocolos e reabre fronteiras em abril

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Ismail Sabri Yaakob, primeiro-ministro da Malásia, anunciou ontem (8), que o país reabrirá suas fronteiras em 1º de abril, após dois anos de rígidas restrições de viagem.

Os visitantes totalmente vacinados não serão obrigados a ficarem em quarentena na entrada no país, mas devem fazer um teste de PCR dois dias antes da partida e um teste de antígeno dentro de 24 horas após a chegada.

Em discurso televisionado, Ismail Sabri Yaakob disse que o país do sudeste asiático iniciará a transição para a fase endêmica da covid-19 a partir do próximo mês, após uma alta taxa de vacinação no país.

A partir do próximo mês, os visitantes não precisarão mais se inscrever no programa My Travel Pass, e as restrições ao horário de funcionamento comercial, reuniões, distanciamento social e viagens interestaduais também serão facilitadas a partir do próximo mês, de acordo com o primeiro-ministro.

A Malásia também está planejando acordos de viagem com Brunei, Tailândia e Indonésia, acrescentando ao seu acordo existente de Vaccinated Travel Lane com Cingapura.

Izham Ismail, CEO do grupo Malaysia Aviation Group, saudou a notícia. “A medida significa uma ocasião importante na longa batalha do país contra a pandemia e um farol de luz para a recuperação econômica das indústrias, incluindo a aviação, que foi impactada significativamente desde que as fronteiras da Malásia fecharam há dois anos”, comentou.

Ele acrescentou que o grupo trabalhará em estreita colaboração com as autoridades relevantes para restabelecer os voos que foram temporariamente suspensos e também aumentar a frequência para os principais mercados, com a esperança de atingir aproximadamente 70% de sua capacidade pré-covid até o final de 2022. Tailândia, Vietnã e Filipinas também dispensaram a quarentena para viajantes totalmente vacinados.

A Malásia fechou suas fronteiras em março de 2020 devido à pandemia de covid-19 e impôs rígidas restrições de viagem que proibiram amplamente os visitantes estrangeiros e exigiram que os cidadãos retornassem à quarentena na chegada.

Lacte: data para 2023 e nova diretoria da Alagev são divulgados; veja

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De volta ao WTC, o Lacte18 já tem data marcada e nova diretoria da Alagev à sua frente. Marcado para 27 e 28 de fevereiro, o encontro do mercado de viagens corporativas ocorre sob tutela de Juliana Patti, nova presidente da entidade.

A diretoria eleita e anunciada durante o fechamento do Lacte17 inclui ainda Luciana Dantas como vice-presidente e Flávia Buiati no cargo de diretora financeira.

De acordo com Juliana, a atuação dos novos executivos da Alagev, além de continuar a ampliação do Lacte, será voltada ao mercado latino-americano. As três assumem a partir de 30 de abril.

“Nossa missão é intensificar a comunicação com players e o mercado de viagens corporativas e eventos da América Latina. Isso leva em consideração a maturidade alcançada no cenário brasileiro e o potencial Lacte/Alagev fora do país”, explicou.

A respeito do Lacte, em conversa com a atual diretora executiva, o mote principal é o encontro homônimo realizado na Argentina. Segundo Giovana, chegar a Buenos Aires será positivo para a associação e parceiros no país.

Turismo em SP apresenta queda de 6,8%, aponta FecomercioSP

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Avaliação do Turismo na Cidade de São Paulo
Avaliação do Turismo na Cidade de São Paulo

Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP), o Índice Mensal de Atividade Turística (IMAT) do estado apresentou uma queda de 6,8 pontos percentuais em janeiro, influenciado pelo surgimento da variante ômicron.

De acordo com o indicador do Conselho de Turismo da FecomercioSP, realizado em parceria com a SPTuris, o número-índice recuou para a marca de 80 após registrar 85,9 em dezembro. Em comparação com o ano passado, houve um crescimento de 36,6%.

Já o setor de companhias aéreas viu a queda de movimentação de aeroportos em 4,9% com relação a dezembro, apesar da alta de 36% no contraponto anual. Isso se deu pela redução de oferta, aumento de cancelamentos e falta de tripulação nos aeroportos.

Em contrapartida, a movimentação das rodoviárias cresceu em 9,5%, registrando um aumento para 1,2 milhão, 105 mil a mais que no mês de dezembro. Em comparação com janeiro de 2020, a alta registrada foi de 43%.

Além disso, a taxa de vínculos empregatícios do setor registrou leve queda de 0,3%, ficando abaixo dos 400 mil trabalhadores na capital paulista. Apesar do desempenho desfavorável, o patamar está praticamente igual a janeiro de 2020.

Por fim, o segmento que registrou pior performance foi o hoteleiro, com queda da taxa de ocupação de 58,9% em dezembro para 48,7% em janeiro. Em comparação com janeiro de 2021, houve uma alta de 17,3% – a taxa de ocupação residia em 31,4% no período.

O faturamento das empresas do setor também caiu, com uma baixa de 15,4% na comparação com dezembro. Atualmente, o índice se encontra em 75,1 pontos, 25% abaixo do período pré-pandemia. Por fim, na comparação interanual, foi apontado um aumento de 78% em razão da base fragilizada e das limitações dos setores no início do ano passado.

Recuperação estável

Segundo Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, é possível que a economia esteja se nivelando no trimestre, apresentando resultados com oscilações cada vez menos violentas.

“Estratégias de diversificação da demanda, incluindo mais alternativas para o turismo de lazer e novas opções para o turismo de negócios, podem trazer melhores resultados. Naturalmente, é fundamental que o otimismo não impeça o planejamento para efeitos negativos vinculados à inflação e à redução do poder de compra dos consumidores”, avalia.

WTM Latin America desenvolve seu primeiro Comitê de Diversidade

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A WTM Latin America oficializa, na próxima sexta-feira (11), a criação de seu primeiro Comitê de Diversidade. O grupo inédito, desenvolvido durante a gestão de Simon Mayle, diretor da entidade, inicia o planejamento para ações da edição 2022 do evento.

A informação foi divulgada em exclusividade à reportagem do Brasilturis Jornal. O encontro acontece entre 5 e 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

De acordo com Mayle, o lançamento da novidade se conecta ao momento atual do setor. Para ele, os dois temas são complementares e é necessário discutí-los em conjunto.

“O debate sobre a diversidade e inclusão, também no turismo, é um caminho sem volta”, afirma o executivo.

Latam encerra 2021 com resultados positivos e avanço no Capí­tulo 11

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Nesta quarta-feira (9), a Latam divulgou detalhes sobre seus resultados financeiros correspondentes ao quarto trimestre de 2021, apontando para uma tendência de forte recuperação do setor aéreo como resultado do relaxamento de restrições e o avanço da vacinação da população.

No período, a receita chegou ao montante de US$ 1,9 bilhões, resultado 30,5% abaixo dos níveis de 2019 mas 51,9% superior ao terceiro trimestre de 2021. Pela primeira vez desde o início da pandemia, o grupo registrou um resultado positivo, totalizando US$ 73,4 milhões no trimestre.

Totalizando a receita do ano, em 2021, a companhia atingiu a marca de US$ 5,01 bilhões, uma queda de 51% com relação ao período pré-pandêmico.

As operações da Latam alcançaram 63,5% dos níveis de oferta de assentos com relação ao trimestre final de 2019, correspondendo também a um aumento de capacidade de 29,6% com relação ao terceiro trimestre de 2021.

Já as subsidiárias de carga da Latam apresentaram um aumento de 66% nas receitas com relação ao mesmo período de 2019, totalizando US$ 464,8 milhões; no entanto, “a lenta recuperação de voos internacionais impossibilitou o retorno a níveis pré-pandemia”, afirmou a empresa.

Houve uma redução de 23,7% nas despesas operacionais, totalizando US$ 1,9 bilhões no trimestre final de 2021. O custo por assento oferecido por quilômetro (CASK) teve performance melhorada em 25% com relação ao terceiro trimestre de 2021, passando de US$ 7,4 centavos para US$ 5,6.

Capítulo 11 e o futuro incerto

Agora, o grupo Latam aguarda pela aprovação da Declaração de Divulgação (Disclosure Statement) por parte do Tribunal dos Estados Unidos, além de tentar sair de seu processo de recuperação judicial do Capítulo 11 ao longo do segundo semestre de 2022.

Apesar da forte recuperação, Roberto Alvo, CEO da Latam, reiterou que o mundo ainda se encontra preso em um momento incerto “não apenas pela efeitos das novas variantes do COVID 19, mas também devido à tensão de um conflito de guerra que deixa o mundo em alerta e que impacta o preço do petróleo”.

Além de manter a estrutura renovada e o nível de liquidez positivo, a empresa prometeu uma série de estratégias de sustentabilidade para 2050, incluindo:

  • Zero resíduos em aterros sanitários até 2027;
  • Neutralidade de carbono até 2050;
  • Proteção de ecossistemas da América do Sul, em aliança com a Fundação Cataruben de conservação e restauração de 200 mil hectares de savana inundável na região de Orinoquía, na Colômbia.

Por fim, o programa “Avião Solidário” da Latam foi responsável pelo transporte de mais de 232 milhões de vacinas contra a covid-19 e de 3,4 mil profissionais da saúde sem custo, para atender às necessidades urgentes da pandemia.

Lacte17: viagens corporativas perdem R$ 100 bi em dois anos de pandemia

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Foto: Divulgação

A perda de faturamento nas viagens corporativas ficou próxima de R$ 100 bilhões no retrospecto de dois anos – 2020 e 2021. Os dados do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC) refletem ao período de terra arrasada vivido no setor e crava que, a partir deste ano, qualquer movimentação é bem-vinda. A pesquisa foi realizada por Alagev e FecomercioSP.

Em apresentação de Guilherme Dietze, economista da FecomercioSP, durante o segundo dia de Lacte17, nesta quarta-feira (9), em 2021, as viagens corporativas também registraram índice preocupante nas receitas, com retração de 47,6% frente período pré-pandemia. Em valores, o setor faturou R$ 48,6 bilhões.

“A volta de eventos, tais quais o próprio Lacte17, é um sinal positivo da recuperação do segmento. A movimento indica mais força a partir dos próximos meses de 2022, puxada pela demanda reprimida que preencherá o calendário. No entanto, viagens corporativas em si ainda precisam de mais tempo e devem apresentar um ciclo de expansão somente em 2023”, explicou.

Viagens corporativas
Guilherme Dietze, economista da FecomercioSP (Foto – Divulgação/Lacte17)

Um dos pontos para justificar o desempenho ainda abaixo dos níveis positivos, segundo o executivo, é o custo das viagens às empresas. Com o conflito recente entre Rússia e Ucrânia, espera-se que o combustível da aviação fique mais caro. Por consequência, o preço das passagens, como esperado para o cenário internacional, deve ser maior no Brasil.

“O transporte aéreo sempre foi o mecanismo mais custoso dentro do universo das viagens corporativas e a tendência é de aumento. Dessa forma, o entrave para uma recuperção plena dos números está, principalmente, nessa situação”, afirmou Dietze.

A questão para a melhora definitiva dos índices, segundo o economista, está ligada ao ritmo do mercado. “O debate sobre recuperar ou não já é passado. A grande preocupação com as viagens corporativas está na velocidade que isso acontecerá. Atualmente, a perspectiva é de uma redução no ritmo em vista dos acontecimentos recentes, como a variante Ômicron ao final de 2021, e a guerra na Ucrânia nas últimas semanas”, complementa.

Veja, abaixo, duas tabelas apresentadas pelo executivo da FecomercioSP durante a apresentação:

  • Viagens corporativas
  • Viagens corporativas

Anac aprova edital de relicitação do Aeroporto de Viracopos

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Aeroporto Viracopos
Aeroporto Viracopos/ Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou a relicitação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), nesta terça-feira (8). Agora, o terminal campineiro deve passar por um novo processo de concessão para determinar seu principal investidor, em leilão ainda sem data definida.

Os documentos jurídicos da relicitação de Viracopos agora seguem para a análise do Tribunal de Contas da União (TCU), etapa após a qual retornarão à Anac para definição da data do leilão e publicação do edital.

A Aeroportos Brasil, que detém 51% do terminal através das duas empresas que formam a concessionária, já havia manifestado a intenção de “devolver” a gestão do local em 2017. Os demais 49% pertencem a Infraero.

Resumidamente, a concessionária não conseguiu fazer o aeroporto lucrar o suficiente e deu entrada em um processo de recuperação judicial, pela primeira vez, em maio de 2018. Já em janeiro de 2019, o Governo Federal protocolou um edital em busca de empresas interessadas em assumir Viracopos.

Em agosto de 2021, a Anac aprovou a Consulta Pública nº 12/2021, que recebeu contribuições relativas à minuta de edital, ao contrato de concessão e aos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) de Viracopos.

Em 13 de setembro de 2021, foi realizada uma audiência pública virtual para participação de interessados no leilão.

A principal alteração na minuta do edital do processo de relicitação refere-se à mudança na forma de pagamento da contribuição inicial, que corresponderá a 90% do Valor Presente Líquido (VPL) do fluxo de caixa livre do projeto, calculado em R$ 3,43 bilhões. O valor estimado para todo o contrato é de R$ 13,4 bilhões.

Contudo, o início do novo contrato de parceria é condicionado ao pagamento à atual concessionária da indenização calculada pela Anac.

Em paralelo, a Agência segue firme no processo de concessão de terminais em todo o país, adequando as regras para a 7a rodada.

Azul retoma operaçíµes de Passo Fundo (RS) em abril

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A Azul anuncia uma nova data de retomada de seus voos no Aeroporto Lauro Kurtz, em Passo Fundo (RS), que acontecerá a partir de 25 de abril. A companhia irá operar voos diários e diretos para Campinas (SP), com aeronaves do modelo Embraer 195-E1, com capacidade para transportar confortavelmente até 118 Clientes.

Junto com o anúncio da retomada, a Azul divulga uma previsão de aumento na oferta deste mercado até o final do ano. No mês de julho, a empresa passará a disponibilizar um segundo voo diário e, em setembro, uma nova opção de horário será ofertada aos clientes, encerrando o ano com três voos diários entre Passo Fundo e Campinas.

“Foram quase dois anos sem voar para Passo Fundo, uma cidade que sempre nos acolheu muito bem e que tem um carinho enorme pela nossa empresa. Gostaríamos de ter voltado antes, mas a retomada das operações dependia da conclusão das obras de ampliação e modernização do aeroporto”, destacou Vitor Silva, gerente de Planejamento de Malha.

A partir do aeroporto Lauro Kortz será possível acessar a malha doméstica e internacional da Azul, que oferece ligações para as principais cidades brasileiras, além de opções de viagens para os Estados Unidos e Portugal.

“Estamos voltando com uma malha mais robusta do que antes da pandemia, com mais destinos atendidos e, consequentemente, maior conectividade aérea para a população de Passo Fundo e das cidades vizinhas”, completa o executivo.

Vale destacar que o Rio Grande do Sul, por meio de uma parceria com o governo local, tem recebido investimentos de novos voos desde o ano passado. Em agosto, por exemplo, a Azul Conecta – subsidiária regional da Azul – passou a operar em oito novos destinos no estado: Bagé, Alegrete, Canela, Erechim, São Borja, Santa Rosa, Santa Cruz do Sul e Vacaria.

Horários

O voo AD4856 partirá de Campinas às 12h40 com chegada prevista em Passo Fundo às 14h15.

Já no sentido inverso, a decolagem no aeroporto da cidade gaúcha está programada para ocorrer às 15h00, chegando no interior de São Paulo às 16h25.

Aluguel de carros tem o maior crescimento dos últimos cinco anos

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A atividade de aluguel de veículos, que tem no Brasil 13.903 locadoras ativas, deu um salto de 33,5% no ano passado, atingindo o faturamento bruto anual recorde de R$ 23,5 bilhões. Em 2020, o faturamento bruto com locação de carros havia sido de R$ 17,6 bilhões, ainda sob o impacto das rígidas medidas de isolamento social causadas pela covid-19.

O crescimento da locação de veículos no país chegou a 7,8% na comparação com o faturamento bruto verificado em 2019 (ano anterior ao início da pandemia). Em 2019, o setor havia fechado o ano com faturamento bruto de R$ 21,8 bilhões. Os dados de faturamento do setor se referem exclusivamente ao aluguel de veículos, sem incluir valores das vendas de veículos usados.  

No ano passado, foram registrados 50,1 milhões de usuários de aluguel de carros, ante 44,6 milhões em 2020 – crescimento de 12,3%. Já no comparativo com o período anterior à pandemia, em 2019, houve 49,6 milhões de usuários ao longo daquele ano.

A expansão também aconteceu em relação à frota total de automóveis e comerciais leves das locadoras. Apesar do cenário desfavorável à produção automotiva, o setor terminou 2021 com 1.136.517 veículos na frota, 12,8% a mais que em 2020 (1.007.221 unidades). Em 2019, havia 997.416 automóveis e comerciais leves licenciados pelas empresas de locação.

Em 2021, as locadoras compraram 441.858 carros zero quilômetro, equivalentes a 25,5% de todos os automóveis e comerciais leves emplacados no ano. Houve crescimento de 22,5% em relação às compras feitas em 2020 (360.567 unidades). Antes da pandemia, em 2019, o total comprado pelo setor havia sido de 541.346 unidades (18,3% a mais que em 2021).

Mesmo em meio à pandemia, o total de postos de trabalho nas locadoras subiu de 77.214, em 2020, para 85.494 ao final do ano passado. E o número de empresas ativas no segmento avançou, no mesmo período, de 11.053 para 13.903.

As estatísticas da atividade fazem parte do novo Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos, produzido pela Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), a partir de dados do SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados).

Caminhões, ônibus e motos

As compras de caminhões por parte de locadoras em 2021 totalizaram 5.891 unidades. Com isso, a frota total de caminhões em nome de locadoras de veículos atingiu 15.872 unidades ao final do ano passado. Já as compras de ônibus foram de 1.835 unidades, resultando em 7.373 ônibus na frota total das locadoras.

Em termos de motocicletas, as compras das locadoras em 2021 bateram novo recorde, indo de 3.261 em 2020 para 7.737 novas unidades no último ano. A frota total de motos em nome das locadoras é a maior de todos os tempos, alcançando a marca de 16.303 unidades.

Capa do Anuário Abla 2022