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Parintins transforma cultura amazônica em espetáculo de alcance nacional

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Parintins 2026: a Amazônia em cena em um dos maiores espetáculos culturais do Brasil. Crédito: Divulgação
Parintins 2026: a Amazônia em cena em um dos maiores espetáculos culturais do Brasil. Crédito: Divulgação

No coração da Amazônia, cercada pelas águas do rio Amazonas e a 369 quilômetros de Manaus, a cidade de Parintins se prepara para viver mais uma edição de uma das maiores manifestações culturais do Brasil. Entre os dias 26, 27 e 28 de junho de 2026, o Bumbódromo receberá o 59º Festival de Parintins, tradicional disputa entre os bois Caprichoso e Garantido que transforma música, dança, teatro e arte em um grande retrato da identidade amazônica.

Mais do que uma competição folclórica, o festival se tornou um dos principais símbolos culturais do Norte do País. Em cena, alegorias monumentais, toadas, personagens e coreografias apresentam narrativas inspiradas em lendas amazônicas, ancestralidade indígena, referências africanas, tradições caboclas e elementos da cultura popular brasileira.

A grandiosidade da festa também aparece nos números. Em 2025, o festival recebeu cerca de 120 mil visitantes e movimentou aproximadamente R$ 184 milhões na economia local. Para 2026, a expectativa é de crescimento de 5%, com projeção de 126 mil turistas, impacto econômico estimado em R$ 193,2 milhões e geração de mais de 30 mil empregos diretos e indiretos nos setores de turismo, cultura, comércio e serviços.

Reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil desde 2018, o Complexo Cultural do Boi Bumbá do Médio Amazonas e Parintins ganhou relevância nacional ao preservar e projetar manifestações culturais profundamente ligadas à história da região amazônica.

Identidade amazônica no centro da arena

A cada edição, o festival transforma o Bumbódromo em um espaço de afirmação cultural. As apresentações de Caprichoso e Garantido traduzem histórias construídas a partir das vivências de povos indígenas, ribeirinhos e caboclos, que ocupam o centro das narrativas apresentadas na arena.

Para Fred Góes, presidente do Boi Garantido, o festival expressa a diversidade cultural brasileira sob uma ótica amazônica. “Quando observamos os folguedos do Brasil, percebemos que todos carregam essa característica fundamental, que é a mistura de culturas. Na Amazônia, essa diversidade se torna ainda mais evidente. Somos uma região que historicamente viveu certo isolamento, o que fortaleceu uma identidade própria, construída a partir de múltiplas influências. O Festival de Parintins cumpre um papel fundamental ao tirar a Amazônia da invisibilidade cultural e projetar nossa identidade para todo o Brasil”, afirma.

Segundo Góes, o espetáculo consegue dialogar com diferentes públicos sem perder suas origens. “O resultado é um espetáculo que dialoga com o Brasil inteiro, sem perder suas raízes. Passamos meses debatendo, construindo narrativas e buscando formas de traduzir, na arena, temas que falem da nossa história, da cultura amazônica e também de questões universais”, completa.

No lado azul da disputa, Boi Caprichoso também vê o festival como uma manifestação viva da cultura do Norte brasileiro. Para Ericky Nakanome, presidente do Conselho de Artes do Caprichoso, a força do evento está justamente em sua capacidade de expressar uma identidade amazônica plural.

“Ao observar o festival, percebo que muitos dos elementos que formam o Brasil estão presentes, especialmente as matrizes indígenas, africanas e europeias, expressas nos itens, nas temáticas e nas toadas. Ainda assim, o festival traduz, acima de tudo, a identidade do povo do Norte”, analisa.

A mistura de referências aparece tanto na estética das apresentações quanto na própria formação histórica da cidade de Parintins, marcada pelos ciclos migratórios e pela circulação cultural entre diferentes regiões da Amazônia.

Para Fred Góes, essa herança cultural transformou o festival em um espaço de reflexão sobre pertencimento e identidade. “O Festival é mais do que um espetáculo. É um espaço de reflexão, identidade e valorização da nossa cultura. É a prova de que, por meio da arte, conseguimos contar quem somos e como queremos seguir enquanto sociedade”, finaliza.

Na visão de Nakanome, o impacto cultural do evento ultrapassa os limites da arena. “Ele não sintetiza todo o Brasil, mas reverbera uma brasilidade construída a partir da Amazônia, viva, diversa e em constante transformação”, conclui.

Livá lança Livá Residences e avança no segmento de alto padrão

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Rafael Almeida, CEO da empresa. Foto: divulgação

A Livá anunciou o lançamento do Livá Residences, iniciativa que marca um novo posicionamento estratégico da empresa e sua entrada mais estruturada no segmento de branded residences. O movimento acompanha uma tendência crescente do mercado imobiliário de alto padrão, que integra moradia, serviços e experiência em um único conceito.

Livá Residences é o novo modelo da Livá. Foto: divulgação

A proposta reflete a evolução da marca em direção a um público mais exigente, que busca não apenas um imóvel, mas uma vivência completa. “Estamos levando a marca para um novo patamar, mais alinhado com um consumidor que busca significado, conforto e uma proposta de valor mais integrada. A Livá Residences é a materialização dessa evolução”, afirma Rafael Almeida, CEO da empresa.

Diferente do modelo tradicional, centrado em atributos como metragem e localização, o conceito de branded residences amplia o escopo ao considerar arquitetura, design, serviços e experiência de forma integrada desde a concepção do projeto. A proposta é oferecer ao morador uma conexão mais profunda com a marca, criando uma percepção de exclusividade que vai além do espaço físico.

Outro diferencial está na incorporação de serviços inspirados no universo da hotelaria, tendência que ganha espaço no segmento premium. “A proposta amplia a experiência do morador para além do espaço físico, incluindo facilidades, conveniências e um padrão de atendimento diferenciado, elementos ainda pouco explorados no mercado residencial tradicional”, destaca Rafael Delgado, diretor de Operações da companhia.

Rafael Delgado, diretor de Operações da Livá. Foto: divulgação

Aeroporto Salgado Filho supera pré-enchente com 1,8 milhão passageiros

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Aeroporto Salgado Filho durante inundação em 2024. Crédito: Mpor/Vosmar Rosa
Aeroporto Salgado Filho durante inundação em 2024. Crédito: Mpor/Vosmar Rosa

Dois anos após o alagamento que interrompeu suas operações por cerca de cinco meses em 2024, o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, já opera acima dos níveis registrados antes do desastre ambiental. No primeiro trimestre de 2026, o terminal movimentou 1,8 milhão de passageiros, superando os 1,6 milhão contabilizados no mesmo período de 2024.

No segmento internacional, o avanço também é consistente. Foram 101.587 passageiros entre janeiro e março deste ano, frente a 95.745 no primeiro trimestre de 2024, alta de 6,1%. O desempenho reforça a retomada da conectividade aérea do Rio Grande do Sul e sinaliza recuperação estrutural e operacional consolidada.

A reestruturação do terminal foi viabilizada por investimentos superiores a R$ 560 milhões. Desse montante, R$ 426 milhões foram destinados por medida cautelar do Governo Federal no âmbito do contrato de concessão com a Fraport Brasil.

Tomé Franca, ministro de Portos e Aeroportos, afirmou que o resultado vai além da recuperação operacional. “O que vemos hoje em Porto Alegre é mais do que a recuperação de um aeroporto. É a demonstração da capacidade do Estado brasileiro de responder com rapidez, coordenação e eficiência a uma situação extrema. O Salgado Filho volta a crescer, mais resiliente e preparado para o futuro”, declarou.

Infraestrutura reconstruída

A recuperação da pista de pousos e decolagens, com 3.200 metros, foi uma das etapas mais complexas. Submersa por cerca de 23 dias, a estrutura passou por limpeza, inspeção das placas de concreto, fresagem, remoção de detritos e recomposição do pavimento em um trecho de 1.400 metros. Sistemas elétricos e de sinalização luminosa também foram recuperados ou substituídos.

O aeroporto recebeu novos equipamentos operacionais, incluindo esteiras de bagagem, aparelhos de raio-X, escadas rolantes e elevadores. Também foram implementadas melhorias estruturais no sítio aeroportuário voltadas à drenagem e ao escoamento de águas pluviais.

Daniel Longo, secretário de Aviação Civil, destacou que as obras seguiram padrões técnicos e de segurança da aviação civil. “Hoje, o aeroporto opera com maior capacidade e preparado para sustentar o crescimento da demanda com eficiência e previsibilidade”, afirmou.

Mais de duas mil pessoas atuaram 24 horas por dia na operação de recuperação. Ao todo, 32 mil m² do terminal passaram por obras, mais de 300 mil metros de cabos de TI foram substituídos, cerca de 20 mil metros de cabos elétricos renovados, 10 subestações e 20 geradores recuperados, além da aplicação de quase 100 mil toneladas de asfalto e 55 mil m² de concreto.

Projeto da Netflix e Embratur transforma produções em roteiros turísticos no Brasil

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Projeto conecta produções da Netflix a destinos turísticos brasileiros Crédito: Reprodução/Come to Brasil with Netflix
Projeto conecta produções da Netflix a destinos turísticos brasileiros Crédito: Reprodução/Come to Brasil with Netflix

O Brasil passa a contar com uma nova ferramenta de promoção internacional baseada no chamado screen tourism. O projeto “Come to Brasil with Netflix”, desenvolvido em parceria entre a Netflix e a Embratur, transforma produções filmadas no país em roteiros turísticos estruturados, com sugestões práticas, informações culturais e conexões diretas entre audiovisual e experiência de viagem.

O foco da iniciativa está na consolidação de uma estratégia de posicionamento internacional do Brasil a partir do entretenimento. O site é gratuito e está disponível em português, inglês e espanhol, ampliando o alcance junto a mercados emissores estratégicos.

O guia está organizado em dois capítulos. O primeiro é dedicado à Amazônia e utiliza produções como “Cidade Invisível 2”, “Ricos de Amor 2”, a segunda temporada de “Casamento às Cegas Brasil” e o especial “Whindersson Nunes: É de Mim Mesmo” como porta de entrada para apresentar a diversidade turística da região Norte. As sugestões abrangem gastronomia, festas populares, vida urbana, cultura local e natureza.

O segundo capítulo concentra-se no litoral brasileiro. Copacabana, no Rio de Janeiro, aparece associada à série “Pedaço de Mim”. A praia do Guaiúba, no Guarujá, integra o universo do filme “Caramelo”. Pipa, no Rio Grande do Norte, e Trancoso, na Bahia, surgem relacionadas a “Casamento às Cegas Brasil”, enquanto a baía de Angra dos Reis compõe o cenário de “Os Donos do Jogo”. Cada destino conta com orientações práticas para que o visitante transforme referências audiovisuais em experiências reais.

No site já é possível notar que outros dois capítulos estão previstos, com foco no Pantanal e na Gastronomia brasileira.

Estratégia internacional de promoção

O projeto foi apresentado oficialmente durante o Rio2C no ano passado e segue modelo já aplicado pela Netflix em países como Coreia do Sul, França, Espanha e Tailândia. A proposta conecta a força global do streaming à promoção turística institucional, ampliando a exposição do Brasil como destino.

A versão dedicada às praias foi atualizada em março deste ano. Segundo a Embratur, outros dois capítulos serão lançados até dezembro, com temáticas ainda em definição.

Localiza amplia programa Fidelidade e reforça foco na experiência do cliente

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Localiza fidelidade
Elvio Lupo, diretor executivo da Localiza. Crédito: Matheus Alves/Brasilturis

A Localiza anunciou a evolução do programa Localiza Fidelidade, ampliando benefícios e reforçando a estratégia de oferecer uma experiência mais completa ao cliente ao longo de sua jornada de mobilidade. A atualização mantém a estrutura tradicional com as categorias Verde, Gold e Platinum, mas incorpora novas vantagens que valorizam a recorrência e o relacionamento com a marca.

Disponível desde o primeiro aluguel, o programa passa a enfatizar ainda mais a progressão de benefícios conforme o uso. A proposta segue centrada na jornada do cliente, em que a frequência de utilização amplia o acesso a vantagens, com foco em conveniência, flexibilidade e reconhecimento.

Entre as novidades estão horas adicionais de tolerância na devolução do veículo, que podem chegar a até quatro horas, upgrades de categoria e benefícios integrados ao ecossistema Localiza&Co. Os clientes também passam a contar com condições diferenciadas em outros serviços da companhia, como descontos em assinaturas do Localiza Meoo e na compra de veículos da Localiza Seminovos.

A evolução do programa também reforça o papel da tecnologia na experiência do usuário, com acesso mais simples às informações e aos benefícios por meio dos canais digitais, ampliando a autonomia e a previsibilidade durante toda a jornada.

Elvio Lupo, diretor executivo de Aluguel de Carros da Localiza&Co, destaca: “nosso objetivo é evoluir continuamente a experiência, tornando cada interação com a Localiza mais simples e fluida. O programa acompanha essa visão ao reconhecer e valorizar quem escolhe a marca com frequência, oferecendo benefícios que fazem diferença na prática. Essas vantagens refletem a nossa estratégia de ir além da locação para atuar como uma plataforma de mobilidade completa, conectando soluções para entregar mais valor ao cliente. Queremos que cada nova escolha pela Localiza represente uma experiência ainda melhor do que a anterior”.

Turquia registra 9,2 milhões de visitantes no 1º trimestre

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Istambul consolida protagonismo como principal porta de entrada do turismo na Turquia. Crédito: Divulgação
Istambul consolida protagonismo como principal porta de entrada do turismo na Turquia. Crédito: Divulgação

A Turquia recebeu 9,2 milhões de visitantes internacionais no primeiro trimestre de 2026, alta de 4,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, a receita turística alcançou US$ 9,896 bilhões, também com crescimento de 4,2%, reforçando o desempenho do país como hub estratégico no Mediterrâneo.

Os dados foram apresentados por Mehmet Nuri Ersoy, ministro da Cultura e Turismo da Turquia, durante coletiva realizada em Istambul. Segundo o executivo, o resultado ocorre em um cenário global marcado por tensões regionais, instabilidade geopolítica e flutuações nos fluxos internacionais de viagens.

“Estamos atravessando um período extremamente sensível em escala global. Tensões regionais, desenvolvimentos geopolíticos e o impacto negativo dos conflitos aparecem entre os principais fatores que afetam diretamente o setor do turismo. No entanto, o que é decisivo é a forma como esses períodos são administrados”, afirmou Mehmet Nuri Ersoy.

O ministro relembrou que, mesmo diante de incertezas em 2025, o país encerrou o ano com 64 milhões de visitantes e receita turística de US$ 65,2 bilhões. “Os números demonstram claramente que a Turquia não é apenas um destino forte no turismo, mas também possui alta capacidade de gestão de crises”, declarou. Ele acrescentou que o governo monitora tendências de reservas, cancelamentos e mudanças no comportamento dos consumidores para desenvolver ações específicas por mercado.

Entre janeiro e março de 2026, o gasto médio por noite dos visitantes chegou a US$ 102, avanço de 2,8%. Em 2017, o indicador era de US$ 68 e, em 2025, havia alcançado US$ 99. A elevação do ticket médio sinaliza estratégia voltada à qualificação da demanda e ao incremento da receita por visitante.

Os principais mercados emissores no período foram Alemanha, com 678 mil visitantes, Federação Russa, com 651 mil, e Bulgária, com 539 mil turistas.

Eventos internacionais fortalecem posicionamento

A estratégia de promoção inclui a atração de grandes eventos esportivos e culturais. Mehmet Nuri Ersoy destacou que Istambul retornará ao calendário da Fórmula 1 com o Grande Prêmio da Turquia a partir de 2027 e sediará as finais da UEFA Europa League em 20 de maio.

“Esses eventos internacionais não são apenas acontecimentos esportivos e artísticos; são importantes alavancas que fortalecem a vitrine turística global do nosso país”, concluiu o ministro.

Atendimento médico de R$ 84 mil nos Estados Unidos reacende alerta sobre seguro viagem

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Atendimento médico Estados Unidos
Atendimento médico nos Estados Unidos pode custar milhares de dólares. Crédito: Pixabay

O caso recente da influenciadora brasileira Débora Rocha reacendeu o debate sobre os custos da saúde nos Estados Unidos e os riscos de viajar sem seguro viagem. Durante uma estadia em Orlando, a criadora de conteúdo precisou de atendimento médico de urgência após ser mordida por um cachorro e recebeu uma cobrança estimada em US$ 17 mil, valor equivalente a cerca de R$ 84 mil.

Segundo relato da influenciadora, os custos envolveram vacinas avaliadas em aproximadamente US$ 2,5 mil cada, além da aplicação de imunoglobulina estimada em US$ 4 mil e uma taxa hospitalar próxima de US$ 5 mil referente apenas ao atendimento inicial no pronto-socorro. Apesar do susto, ela não precisou arcar com os custos porque possuía seguro viagem com cobertura de até US$ 175 mil para despesas médicas.

O episódio chama atenção para um cenário conhecido pelo mercado de turismo: despesas médicas internacionais, especialmente nos Estados Unidos, podem alcançar cifras elevadas mesmo em situações consideradas simples.

Levantamento do Affinity Seguro Viagem mostra que, em Orlando, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros, os custos variam significativamente conforme o tipo de atendimento. Casos de apendicite podem chegar a US$ 50 mil, enquanto uma torção de tornozelo gira em torno de US$ 5,8 mil. Já ocorrências como gastroenterite ou infecção urinária custam cerca de US$ 250, e atendimentos simples por febre ou dor de cabeça podem ultrapassar US$ 200.

Baixa adesão ao seguro preocupa setor

Dados atualizados de 2026 também mostram que a contratação de seguro viagem ainda é baixa entre brasileiros. Segundo levantamento realizado pela Affinity com base em informações da Agência Nacional de Aviação Civil e da Superintendência de Seguros Privados, mais de 8,3 milhões de brasileiros viajaram para o exterior no primeiro trimestre deste ano.

Desse total, aproximadamente 7,8 milhões embarcaram sem qualquer cobertura de seguro viagem. Apenas 468,5 mil contrataram proteção para viagens internacionais.

No turismo doméstico, o cenário se repete. Cerca de 25 milhões de passageiros viajaram pelo Brasil sem cobertura, enquanto apenas 163,5 mil optaram pelo seguro. A projeção do setor indica que mais de 33,3 milhões de brasileiros devem viajar ao exterior até o fim de 2026, aumentando a preocupação das empresas com a baixa adesão à proteção.

“O seguro viagem deixou de ser um item opcional há muito tempo. Ele é uma ferramenta essencial de proteção financeira e assistência ao viajante. Casos como esse mostram que imprevistos acontecem e, sem cobertura, podem comprometer completamente a experiência — e até a estabilidade financeira do turista”, afirmou Marilberto França, CEO do Affinity Seguro Viagem.

O executivo também recomenda atenção especial para viagens aos Estados Unidos, devido ao alto custo do sistema de saúde local. “Para destinos como os Estados Unidos, o ideal é contratar planos com cobertura mínima de US$ 60 mil em despesas médicas e hospitalares”, destacou França.

Trade Hotel alcança categoria cinco estrelas em Juiz de Fora

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Trade Hotel alcança padrão 5 estrelas
Trade Hotel alcança padrão 5 estrelas. Crédito: Divulgação

O Trade Hotel anunciou uma nova etapa de sua operação ao alcançar o padrão cinco estrelas. O movimento posiciona o empreendimento entre os hotéis de mais alta categoria em Minas Gerais e acompanha uma estratégia de expansão voltada à experiência do hóspede e ao fortalecimento da competitividade regional.

Nos últimos meses, o hotel intensificou investimentos em infraestrutura, lazer e serviços, seguindo uma tendência observada no mercado hoteleiro brasileiro: a busca crescente por experiências mais completas, mesmo fora das capitais e grandes centros turísticos.

O conceito adotado pelo empreendimento se aproxima do modelo de “resort urbano”, cada vez mais presente em cidades de médio porte ao combinar hospedagem, conveniência e entretenimento em um único espaço.

Estrutura ganha novas áreas de lazer

Entre as mudanças implementadas estão a ampliação das áreas de lazer e a atualização dos serviços oferecidos aos hóspedes. O hotel passou a contar com piscina aquecida e climatizada, jacuzzi com hidromassagem, sauna e sala de jogos.

Na gastronomia, o empreendimento revisou padrões de atendimento e incluiu espumante no café da manhã como parte da nova proposta de hospitalidade.

O Trade Hotel também ampliou sua estrutura para atender diferentes perfis de viajantes. Famílias passaram a contar com copa baby, enquanto a política pet friendly foi fortalecida com espaço dedicado aos animais e kits especiais nos apartamentos. Os quartos ainda receberam atualização de enxoval e itens de conforto.

Experiência do hóspede ganha protagonismo

Outro destaque da nova fase é o reforço na recepção e no acolhimento dos clientes. O hotel retomou a função de capitão porteiro, iniciativa voltada à personalização do atendimento desde a chegada dos hóspedes.

Segundo Washington Souza, diretor de Operações do Trade Hotel, a transformação reflete uma mudança mais ampla na forma como a hotelaria entende a jornada do cliente.

“Hoje, o hóspede não busca apenas um lugar para dormir. Ele busca conforto, boas experiências e atenção aos detalhes durante toda a estadia. Nosso trabalho foi olhar para essa jornada completa e evoluir em cada ponto de contato”, afirmou.

O reposicionamento também vem impactando a reputação digital do empreendimento. De acordo com o hotel, houve crescimento nas avaliações positivas em plataformas como Booking, Decolar, TripAdvisor e Google.

Com localização estratégica e foco tanto no público corporativo quanto de lazer, o Trade Hotel amplia sua presença entre os principais empreendimentos de hospedagem do interior de Minas Gerais.

Sebrae apresenta estudo sobre setor de eventos durante Salão do Turismo em Fortaleza

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Sebrae salão turismo
Sebrae estará presente no Salão do Turismo, em Fortaleza. Foto: divulgação

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lança, nesta quinta-feira (7), o estudo “III Dimensionamento do Setor de Eventos no Brasil” durante o Salão do Turismo, realizado em Fortaleza (CE). A apresentação acontece às 15h e contará com a participação de Rodrigo Soares, presidente do Sebrae.

Produzido em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Brasil) e o Observatório da Indústria do Ceará, o levantamento chega à sua terceira edição com o objetivo de oferecer uma radiografia atualizada e abrangente do setor no país. O estudo reúne dados de empresas e integra diferentes bases de informação para dimensionar a relevância econômica da atividade, além de mapear o perfil dos negócios e as dinâmicas regionais.

Com forte presença de pequenos negócios, o setor de eventos desempenha papel estratégico na economia brasileira ao articular cadeias produtivas ligadas a serviços, logística e infraestrutura. O levantamento também evidencia uma maior conexão do segmento com pautas contemporâneas, como sustentabilidade, inovação e inclusão, refletindo mudanças estruturais no mercado.

A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento do setor ao fornecer subsídios para planejamento e tomada de decisão, tanto por parte de empresários quanto de gestores públicos. “O relatório contribui para orientar decisões estratégicas, apoiar o planejamento de ações de desenvolvimento setorial e fortalecer o reconhecimento institucional do segmento como componente essencial da economia brasileira”, afirma Rodrigo Soares, presidente do Sebrae.

Centro de Convenções Salvador lança operação para até 150 pessoas

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Cláudio Najar, diretor-geral do CCS. Crédito: Divulgação/CCS
Cláudio Najar, diretor-geral do CCS. Crédito: Divulgação/CCS

O Centro de Convenções Salvador anunciou a criação do CCS Connect’ Meetings, novo formato operacional voltado a eventos corporativos de menor porte. A iniciativa passa a contemplar encontros com até 150 participantes, ampliando o escopo de uso do equipamento sem alterar os padrões operacionais já consolidados para grandes feiras, congressos e shows.

O modelo foi estruturado para atender à crescente demanda por reuniões mais objetivas e de curta duração, como treinamentos, workshops e encontros corporativos. A proposta inclui infraestrutura já instalada, recursos de áudio e vídeo, cadeiras e serviço de catering, com operação simplificada em comparação aos grandes eventos tradicionalmente realizados no espaço.

Segundo o diretor-geral do CCS, Cláudio Najar, o projeto reforça a versatilidade do equipamento ao incorporar eventos de menor escala com agilidade e padrão de qualidade. “Vamos oferecer espaços já estruturados, com cadeiras, recursos de áudio e vídeo e serviço de catering, o que facilita a operação para quem busca uma solução pronta”, afirma.

A criação do CCS Connect’ Meetings integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do turismo de negócios em Salvador. Ao diversificar a oferta, o equipamento busca ampliar sua taxa de ocupação ao longo do ano e gerar impactos positivos em segmentos como hotelaria, transporte e serviços ligados ao mercado MICE.

Com estrutura multifuncional, o CCS mantém a capacidade de realizar simultaneamente eventos de diferentes portes e formatos. Para 2026, o calendário já soma 60 eventos confirmados entre atividades corporativas, institucionais e sociais, com agenda aberta para novas contratações. “Nosso time comercial vem trabalhando na otimização da grade, o que nos permite acomodar novas demandas de forma planejada”, reforça Najar.

O desempenho recente do centro de eventos evidencia essa flexibilidade operacional. A última edição da Bienal do Livro Bahia reuniu cerca de 130 mil visitantes em seis dias, consolidando o CCS como um dos principais polos de eventos do Nordeste. A coexistência entre grandes feiras e encontros de menor escala passa, agora, a integrar de forma estruturada a estratégia comercial do equipamento.