Clia Brasil mantém temporada suspensa até 18 de fevereiro

Antes prevista para ir até 4 de fevereiro, a suspensão da temporada de cruzeiros, coordenada pela Clia, ganha mais 14 dias

Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil - krooze
Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil. (Foto: Brasilturis Jornal)

A Clia Brasil (Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros) e seus associados decidiram estender por mais 14 dias a suspensão das operações nos portos do Brasil. Agora, a previsão é que a suspensão dure até 18 de fevereiro.

A decisão visa analisar a evolução do quadro epidemiológico do país e, também, dar continuidade às discussões necessárias com as autoridades competentes nacionais, estaduais e municipais para a retomada da temporada. Em conversa com o Brasilturis Jornal, o presidente da associação, Marco Ferraz, explicou algumas das razões do porquê o processo estar tomando mais tempo que o esperado.

Até o momento, os cinco navios da temporada brasileira de cruzeiros — três da MSC e dois da Costa Cruzeiros — encontram-se fundeados em Santos (SP). Segundo a associação eles já estão preparados para a retomada da temporada, com protocolos implementados para os mais de sete mil tripulantes.

Esforços para voltar ao mar

Para a volta dos cruzeiros, de acordo com a Portaria Interministerial número 666, publicada em 20 de janeiro de 2022, é necessário que todos os estados e municípios que recebem as embarcações estejam de acordo com o retorno das operações. Isso também tem como finalidade atender trâmites e exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em nota, a entidade citou que os membros da Clia Brasil continuam atuando em conjunto com as autoridades nacionais para sanar os problemas do setor atualmente.

“Os membros da Clia continuarão a trabalhar em conjunto com as autoridades, sempre guiados pela ciência e pelo princípio de colocar as pessoas em primeiro lugar, com medidas comprovadas, que são adaptadas conforme os cenários e que garantem a proteção da saúde dos passageiros, tripulantes e das comunidades que recebem os cruzeiros”, diz.

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