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Azul vê lucro operacional crescer 83% e alcança receita recorde de R$ 5,5 bi no 1º trimestre

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John Rodgerson, CEO da Azul. Crédito: Divulgação
John Rodgerson, CEO da Azul. Crédito: Divulgação

A Azul divulgou nesta quinta-feira (7) os resultados consolidados do primeiro trimestre de 2026 com indicadores recordes para um início de ano. A companhia aérea registrou receita operacional de R$ 5,5 bilhões entre janeiro e março, avanço de 1,4% na comparação anual, impulsionada pela demanda resiliente, crescimento das receitas auxiliares e diversificação das unidades de negócio.

O desempenho financeiro também refletiu melhora relevante na rentabilidade. O EBITDA da empresa atingiu R$ 1,7 bilhão, alta de 22,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025, com margem de 31,1%. Já o lucro operacional chegou a R$ 1 bilhão, crescimento de 83,1%, enquanto a margem operacional alcançou 19,1%.

Segundo a companhia, os resultados já mostram impactos diretos da reestruturação financeira concluída recentemente. A Azul encerrou o trimestre com R$ 4,7 bilhões em liquidez, praticamente o dobro do registrado um ano antes, além de reduzir em R$ 14 bilhões sua dívida total. Com isso, a alavancagem caiu para 2,4 vezes, redução de 3,1 pontos em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os indicadores operacionais, a empresa destacou taxa de ocupação recorde de 83,8%, aumento de 2,3 pontos percentuais, além de crescimento de 4,3% no RASK, que chegou a R$ 43,94 centavos. O CASK foi reduzido em 5,7%, refletindo ganhos de produtividade, eficiência operacional e efeitos cambiais favoráveis.

As unidades de negócios complementares também ganharam participação dentro da operação da companhia e passaram a representar 23% do RASK total no trimestre.

“A resultado do primeiro trimestre demonstra o sucesso da nossa reestruturação e como a Azul está posicionada como nunca antes esteve. Entregamos um trimestre muito sólido, com avanços consistentes em rentabilidade, eficiência e estrutura de capital. Esses números refletem a disciplina na execução da nossa estratégia e, principalmente, o trabalho e a dedicação dos nossos mais de 14 mil Tripulantes. Mesmo diante de um cenário mais desafiador, com volatilidade nos preços de combustíveis, fomos ágeis ao ajustar nossa capacidade e preservar margens, mostrando a resiliência do nosso modelo de negócios”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.

Eficiência e experiência do cliente

A companhia também destacou evolução operacional e de percepção dos clientes ao longo do trimestre. De acordo com a Azul, o índice de satisfação NPS avançou mais de 12 pontos em março de 2026 na comparação anual.

Outro ponto ressaltado pela empresa foi a modernização da frota. Atualmente, mais de 90% da capacidade doméstica da companhia é operada com aeronaves de nova geração, fator que contribui para ganhos de eficiência e redução de custos operacionais.

Mesmo diante do cenário externo mais pressionado, especialmente pela volatilidade dos preços dos combustíveis em meio às tensões geopolíticas globais, a Azul afirmou ter mantido foco em ajustes de capacidade e preservação da rentabilidade.

Com malha flexível, forte presença regional e estrutura de capital mais robusta após a reestruturação, a empresa avalia estar mais preparada para enfrentar períodos de maior instabilidade econômica.

“Hoje, a Azul está em um momento diferente: com um balanço mais forte, uma operação mais eficiente e um modelo cada vez mais diversificado. Seguimos focados em avançar na desalavancagem, ampliar a geração de caixa e entregar a melhor experiência para nossos Clientes, mantendo uma visão de longo prazo e criação de valor sustentável”, concluiu Rodgerson.

Frio e ciclone “bomba” acendem alerta para viagens no Centro-Sul do Brasil

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ciclone "bomba"
Os impactos mais significativos do ciclone devem ser sentidos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Foto: Pexels/Bertelli Fotografia

Um ciclone extratropical classificado como “bomba” deve avançar sobre o Brasil nos próximos dias, provocando queda acentuada nas temperaturas, ventos intensos e chuvas fortes em diferentes regiões do país. Os impactos mais significativos devem ser sentidos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo a agência meteorológica Nottus, o fenômeno é considerado um “ciclone bomba” quando ocorre uma queda da pressão atmosférica superior a 24 hPa em um período de 24 horas, condição prevista entre a madrugada de sexta-feira (8) e a madrugada de sábado (9).

As áreas de instabilidade começam a se formar na Argentina e avançam em direção ao território brasileiro já nesta quarta-feira (6), favorecendo o desenvolvimento de nuvens carregadas e aumentando o risco de temporais.

A partir de quinta-feira (7), o sistema deve ganhar intensidade e provocar rajadas de vento entre o Rio Grande do Sul, o sul do Mato Grosso e o oeste de Minas Gerais. A previsão aponta ventos que podem alcançar até 80 km/h, além de pancadas fortes de chuva em diversas localidades.

Frio avança pelo Centro-Sul

O ciclone também deve intensificar a massa de ar frio sobre o centro-sul do Brasil. A partir de sábado (9), as temperaturas devem cair de forma mais expressiva na Região Sul e em estados como São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Já no domingo (10), Dia das Mães, o avanço do ar frio deve alcançar áreas da Região Norte, provocando o fenômeno conhecido como “friagem” em estados como Acre e Rondônia.

Em Porto Alegre (RS), por exemplo, a previsão indica temperatura mínima de 9°C e máxima de 13°C durante o fim de semana.

A orientação é para que moradores e turistas acompanhem os alertas meteorológicos e redobrem a atenção em áreas sujeitas a alagamentos, ventos fortes e mudanças bruscas nas condições climáticas.

Brasil isenta vistos para chineses e aposta em alta do fluxo turístico internacional

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Brasil vistos chineses
A nova regra de vistos para chineses entra em vigor no próximo dia 11 de maio. Crédito: Li Yang/Unsplash

Brasil e China passarão a operar com isenção recíproca de vistos para estadias de curta duração. O anúncio foi realizado nesta quinta-feira (7) pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin, ao lado de Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, durante o 10º Salão do Turismo, realizado em Fortaleza (CE).

A nova regra entra em vigor no próximo dia 11 de maio e será válida até o fim de 2026, permitindo viagens de até 30 dias sem necessidade de visto para turismo, negócios, atividades culturais, esportivas, participação em eventos e visitas familiares.

A decisão ocorre após a China adotar, em maio de 2025, a isenção de vistos para brasileiros em viagens de curta duração ao país asiático.

Para o Ministério do Turismo, a medida representa um avanço estratégico na ampliação da presença brasileira no mercado chinês, considerado um dos mais promissores do turismo internacional.

Entre janeiro e março de 2026, o Brasil recebeu 26.401 turistas chineses, crescimento de 30,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 2025, mais de 103 mil turistas chineses visitaram o país, alta de 35% na comparação com 2024.

Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, destacou que a iniciativa fortalece a relação bilateral e amplia as oportunidades para o setor turístico brasileiro.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem trabalhado para fortalecer a relação do Brasil com a China e ampliar a presença do nosso país no cenário internacional. O Brasil está preparado para receber cada vez mais visitantes chineses, oferecendo experiências autênticas, natureza única e uma rede turística qualificada. A isenção de vistos fortalece os laços entre nossos países e abre novas oportunidades para o turismo e os negócios”, destacou.

Qualificação e preparação do setor

O Ministério do Turismo também vem intensificando ações voltadas à preparação do mercado brasileiro para atender o público chinês. Entre as iniciativas está o programa Approved Destination Status (ADS), responsável pelo credenciamento de agências aptas a receber grupos chineses no Brasil.

Atualmente, 325 agências cadastradas no Cadastur estão habilitadas a operar esse tipo de atendimento, oferecendo suporte especializado e acompanhamento aos visitantes.

Além disso, o MTur promove ações de qualificação focadas em segurança, conforto e adaptação dos serviços às necessidades do turista chinês. O fortalecimento da conectividade aérea entre os dois países também integra as prioridades do governo federal.

Turismo internacional em alta

A ampliação do fluxo turístico entre Brasil e China ocorre em um momento de crescimento histórico do turismo internacional brasileiro. Em 2025, o país registrou recorde de entrada de visitantes estrangeiros, superando 9,2 milhões de turistas internacionais.

A expectativa do governo é de que a isenção de vistos contribua para impulsionar ainda mais o fluxo de visitantes, fortalecendo investimentos, geração de empregos e o desenvolvimento do turismo internacional no país.

Ministério do Turismo lançará crédito para MEIs de baixa renda no turismo

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Ministério do Turismo
MTur lançará crédito com juros reduzidos para MEIs do turismo inscritos no CadÚnico durante o Salão do Turismo. Crédito: Gerado por inteligência artificial.

O Ministério do Turismo anunciará nesta quinta-feira (7), durante a abertura do 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, uma nova linha de crédito voltada a microempreendedores individuais de baixa renda que atuam no setor turístico.

A iniciativa, batizada de “Do Lado do Turismo Brasileiro”, oferecerá financiamento com juros reduzidos e até seis meses de carência para início do pagamento. O programa atenderá profissionais como guias de turismo, artesãos, vendedores ambulantes de alimentos e bebidas, motoristas e outros trabalhadores ligados à cadeia turística.

Segundo o ministério, o foco da medida são MEIs inscritos no CadÚnico, principal ferramenta do governo federal para identificação de famílias em situação de vulnerabilidade social. Também será necessário integrar o Cadastur, sistema oficial do Ministério do Turismo para formalização de profissionais e empresas do turismo.

“O programa combina desenvolvimento econômico, justiça social e fortalecimento da base produtiva dos mais vulneráveis”, afirmou Gustavo Feliciano. “É uma política pública fundamental que pode transformar e mudar realidades, gerando renda para as famílias que mais precisam e proporcionando mais autonomia financeira a essas pessoas.”

O ministro também destacou a dificuldade histórica de acesso ao crédito por parte de pequenos trabalhadores do setor. “Quando falamos em microempreendedor estamos falando daquela senhora que vende o cachorro-quente na rua, daquele senhor que vende açaí, do vendedor de coco na praia. Essas pessoas que trabalham no turismo geralmente têm dificuldade de contrair o crédito. Então, estamos trabalhando nesse projeto audacioso para que possamos levar essa condição para os pequenos empreendedores, que são muito importantes para o turismo do Brasil”, acrescentou.

A linha de financiamento permitirá empréstimos de até R$ 21 mil por operação, com encargos de até 5% ao ano acrescidos do INPC, prazo de até 24 meses e carência máxima de seis meses. Os recursos serão provenientes do Fungetur, enquanto o Fundo de Garantia de Operações (FGO) dará proteção integral às operações por meio do programa Acredita no Primeiro Passo.

Inicialmente, o programa estará disponível apenas para microempreendedores do Nordeste, com previsão de expansão para outras regiões do país. A solicitação do crédito será feita por um canal virtual do Banco do Nordeste do Brasil, seguida de entrevista para análise das atividades do empreendedor.

Os financiamentos poderão ser utilizados na compra de equipamentos, utensílios, ferramentas e pequenas obras de reforma, ampliação ou modernização de instalações ligadas à atividade turística.

O 10º Salão do Turismo acontece entre os dias 7 e 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, com entrada gratuita ao público.

Ministério do Turismo lança guia inédito para atendimento a turistas neurodivergentes

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Ministério Turismo guia
Lançamento vai acontecer as 14h no Salão do Turismo. Foto: reprodução/Guia Mtur

O Ministério do Turismo lança nesta quinta-feira (7), às 14h, durante o Salão do Turismo, em Fortaleza (CE), o “Guia Para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”. A iniciativa inédita reúne orientações práticas para qualificar o atendimento e tornar experiências turísticas mais acessíveis em todo o país.

O material foi desenvolvido a partir de uma pesquisa nacional conduzida pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com o Ministério do Turismo, e busca orientar o setor sobre como oferecer ambientes mais acolhedores, previsíveis e inclusivos para pessoas neurodivergentes.

O guia pode ser acessado aqui.

Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, destacou que a iniciativa reforça o compromisso do governo com a democratização do turismo no Brasil. “Esse material vai contribuir para que todos vivam as experiências turísticas com conforto, respeito e dignidade. Essa é uma diretriz do governo do presidente Lula, de cuidar das pessoas e ampliar o acesso a direitos”, afirmou.

Pesquisa revela principais desafios

O levantamento foi realizado entre fevereiro e março de 2026 e contou com 761 participantes, entre pessoas neurodivergentes, como autistas, pessoas com TDAH e dislexia, familiares e profissionais da área.

Os dados apontam que as principais barreiras enfrentadas por turistas neurodivergentes vão além da infraestrutura física e estão relacionadas principalmente à forma como as experiências são planejadas, comunicadas e conduzidas.

Entre os principais problemas apontados pelos participantes da pesquisa estão:

  • 90,1% relataram julgamentos relacionados a comportamentos neurodivergentes.
  • 89,8% apontaram que funcionários não compreendem suas necessidades.
  • 87,5% citaram falta de flexibilidade no atendimento.
  • 83,7% relataram ausência de acolhimento e respeito ao informar necessidades.
  • 79% apontaram falta de respeito à autonomia e à dignidade.
  • 77,5% indicaram ausência de espaços adequados para regulação sensorial.
  • 77% destacaram dificuldade com tempo de espera sem previsibilidade.
  • 71,5% relataram falta de informação sobre adaptações disponíveis.

Experiência impacta reputação dos destinos

A pesquisa também identificou que experiências negativas influenciam diretamente a imagem dos destinos turísticos. Segundo o levantamento, mais de 80% das pessoas neurodivergentes e familiares afirmaram que uma experiência ruim pode reduzir a recomendação daquele destino.

Outro ponto destacado pelo estudo é a importância da capacitação das equipes. O treinamento dos profissionais foi apontado como prioridade por 44,6% das pessoas neurodivergentes, 55,6% dos familiares e 63,3% dos profissionais entrevistados.

Barulho e estímulos sensoriais estão entre os principais desafios

Os fatores sensoriais também aparecem como elementos determinantes na experiência turística. O barulho intenso foi citado por 72,7% dos participantes como um dos principais gatilhos de desconforto durante viagens e atividades.

Além disso, mais de 70% afirmaram que estímulos como luz intensa, som alto, excesso de movimento, filas, aglomerações e mudanças inesperadas comprometem diretamente a permanência e o bem-estar nos espaços turísticos.

A pesquisa ainda identificou que ambientes imprevisíveis, excesso de informação visual e ausência de orientação clara ampliam quadros de ansiedade, insegurança e sobrecarga sensorial.

Diante desse cenário, o guia propõe medidas práticas para reduzir esses impactos em eventos, atrativos turísticos, meios de hospedagem, aeroportos, restaurantes e grandes espetáculos. Entre as soluções já adotadas no país estão salas sensoriais em aeroportos, criadas para acolher pessoas que necessitam de ambientes mais controlados e silenciosos.

Recomendações práticas para o setor

O guia organiza as recomendações em três pilares principais: ambiente sensorial, comunicação e previsibilidade da informação, além da capacitação das equipes.

Entre as recomendações estão:

  • Organização de fluxos e rotas alternativas para reduzir aglomerações.
  • Criação de áreas de pausa e regulação sensorial.
  • Possibilidade de pausa e retorno durante atividades.
  • Sinalização clara de saídas e rotas alternativas.
  • Comunicação antecipada sobre intensidade sonora, estímulos visuais e tempo de espera.
  • Disponibilização de mapas, roteiros e informações prévias sobre o ambiente.
  • Uso de linguagem simples, direta e acessível.
  • Treinamento contínuo das equipes para acolhimento adequado.
  • Flexibilização de procedimentos e atendimentos.
  • Criação de ambientes mais previsíveis e organizados.

O material também recomenda medidas como redução de música ambiente, disponibilização de protetores auriculares, oferta de áreas silenciosas, controle de iluminação e informações prévias sobre possíveis gatilhos sensoriais.

Marklea da Cunha Ferst, professora doutora e coordenadora da pesquisa, ressaltou que o principal diferencial do guia está na aplicação prática dos dados levantados. “O que a pesquisa mostra é que a inclusão no turismo não depende apenas de grandes mudanças estruturais. Pequenos ajustes, quando bem orientados, podem gerar impactos significativos na experiência”, explicou.

Anna Perez Iturres, gerente de operações e participante da pesquisa, destacou a importância de ampliar a discussão sobre neurodivergência no setor turístico. “Pouco se fala do autista como turista. Quando vi a pesquisa, achei importante contribuir para dar visibilidade a essas pessoas”, afirmou.

Brasil reduz taxa de emissão de passaporte no exterior em 50%

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Itamaraty reduzirá em 50% as taxas para emissão de passaportes brasileiros no exterior a partir de junho de 2026.
Itamaraty reduzirá em 50% as taxas para emissão de passaportes brasileiros no exterior a partir de junho de 2026. Crédito: Divulgação

O Ministério das Relações Exteriores anunciou nesta segunda-feira (4) a redução de 50% nas taxas cobradas para emissão de passaportes brasileiros em consulados e embaixadas no exterior. A nova tabela passa a valer a partir de 1º de junho de 2026.

Segundo o governo federal, a medida busca incentivar brasileiros que vivem fora do país a manterem a documentação atualizada, especialmente famílias binacionais e cidadãos com filhos nascidos no exterior.

Em comunicado oficial, o Itamaraty destacou a importância do documento para brasileiros residentes fora do país. “O passaporte é documento essencial ao exercício de direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros no exterior. Ao torná-lo mais acessível, a medida reforça o compromisso do governo brasileiro com o aprimoramento contínuo dos serviços consulares e com a atenção à comunidade brasileira no mundo”, informou a pasta.

A iniciativa também pretende aproximar os custos praticados no exterior aos valores cobrados no Brasil. Atualmente, a emissão de passaportes em território nacional varia entre R$ 257,25 e R$ 514,50, dependendo do tipo de solicitação e das condições de emissão.

A expectativa é que a redução facilite o acesso ao documento por brasileiros que vivem em outros países e contribua para a regularização consular de famílias e viajantes internacionais.

Gol estreia rota direta entre Rio e Uberlândia

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Gol inaugura rota inédita entre Rio e Uberlândia. Crédito: Divulgação
Gol inaugura rota inédita entre Rio e Uberlândia. Crédito: Divulgação

A Gol Linhas Aéreas iniciou nesta terça-feira (5) sua nova operação entre o Galeão e Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A rota inédita conta com três frequências semanais sem escalas, realizadas às terças, quintas e sábados, ampliando a conectividade entre Minas Gerais e a capital fluminense.

Para marcar o início da operação, a companhia promoveu ações especiais nos aeroportos, incluindo corte de faixa e ambientação temática nos balcões de check-in. Participaram da cerimônia representantes da Gol, do Galeão e do aeroporto mineiro.

O novo voo permite acesso mais rápido ao Rio de Janeiro por meio do principal aeroporto internacional da cidade, além de facilitar conexões para destinos domésticos e internacionais operados pela Gol e companhias parceiras.

“A Gol, líder de oferta no Rio de Janeiro e com o Galeão como seu hub internacional em sua nova fase intercontinental, também está investindo na expansão regional da sua malha aérea a partir do aeroporto. A nova rota para Uberlândia, importante polo econômico e industrial do interior do País, reforça essa estratégia ao ampliar a conectividade do Triângulo Mineiro com a diversificada rede da Companhia e com o Rio de Janeiro”, afirmou Mateus Pongeluppi.

Para o Galeão, a nova ligação fortalece o papel do terminal como porta de entrada internacional. “Com a chegada de Uberlândia à malha do Galeão , a GOL passa a conectar o Triângulo Mineiro diretamente à rede internacional do Rio de Janeiro, reforçando o papel do aeroporto como porta estratégica para o mundo. A nova rota cria oportunidades para que passageiros da região ampliem suas possibilidades de viagem para a Cidade Maravilhosa e acessem, a partir dela, conexões com mercados globais”, destacou Ana Paula Lopes.

Expansão em Minas Gerais

Segundo a companhia, a ampliação da malha em Uberlândia também inclui reforço nas operações para São Paulo. Desde março, a Gol dobrou a oferta de voos entre Uberlândia e o aeroporto de Congonhas, chegando a até 13 frequências semanais.

Além disso, a empresa retomará, em junho, os voos diretos entre Uberlândia e Aeroporto Internacional de Guarulhos, com seis operações semanais. A ligação permitirá conexões para outros destinos nacionais e internacionais da companhia.

“Os novos voos da Gol entre Uberlândia e o Rio de Janeiro representam um avanço importante para a conectividade do Triângulo Mineiro e para o desenvolvimento econômico da região. Os novos voos chegam em um momento estratégico, em que estamos na fase final das obras de ampliação do Aeroporto de Uberlândia e nos preparamos para inaugurar, nos próximos meses, um novo terminal de passageiros, muito mais moderno, eficiente e com mais conforto para todos os passageiros”, afirmou Guilherme Zapola.

Com a expansão das operações, a participação da Gol em Uberlândia deve atingir 35% da oferta de assentos na cidade, com acréscimo de aproximadamente 15 voos semanais até o fim de junho. As rotas são operadas com aeronaves Boeing 737, com capacidade para até 186 passageiros.

23 anos de Alagev: por que a associação merece parabéns?

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Um bolo personalizado foi levado para celebração do aniversário da Alagev com a equipe Brasilturis. Crédito: Felipe Lima/Brasilturis
Um bolo personalizado foi levado para celebração do aniversário da Alagev com a equipe Brasilturis. Crédito: Felipe Lima/Brasilturis

Há decisões que não entram em atas. Não aparecem em relatórios. Não viram números de mercado nem gráficos de crescimento. Mas acabam dizendo muito sobre o que uma associação realmente representa. No dia 29 de abril, enquanto a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas completava 23 anos de história, uma mudança silenciosa de agenda revelou mais do que qualquer discurso institucional poderia traduzir.

A celebração, inicialmente prevista para o dia 28 em nossa redação, teve que ser remarcada para a última terça-feira (5) para que este jornalista pudesse se recuperar de um problema de saúde. O gesto, simples à primeira vista, acabou funcionando como símbolo de algo que a própria Alagev vem tentando construir há mais de duas décadas: uma comunidade onde as conexões extrapolam o networking e passam a fazer parte da vida das pessoas.

Em um mercado conhecido pela velocidade, pela pressão constante e pela necessidade de decisões em tempo real, a humanização talvez seja hoje um dos ativos mais valiosos da entidade. E foi justamente essa percepção que permeou a conversa com Luana Nogueira, diretora executiva da Alagev, e Joyce Macieri, presidente do Conselho da entidade.

Luana Nogueira e Joice Macieri cortaram o bolo durante visita à redação Brasilturis. Crédito: Felipe Lima/Brasilturis
Luana Nogueira e Joyce Macieri cortaram o bolo durante visita à redação Brasilturis. Crédito: Felipe Lima/Brasilturis

Mais do que celebrar uma trajetória consolidada, o encontro acabou se transformando em um retrato do momento vivido pela Alagev: uma entidade que olha para tecnologia, governança, inteligência artificial e profissionalização, mas que insiste em preservar o senso de pertencimento em um setor frequentemente consumido pela urgência.

“Uma associação viver 23 anos é muita resiliência, muito trabalho contínuo. É o esforço de muitas pessoas que, voluntariamente, estiveram na liderança da Alagev ao longo desse tempo. Pessoas que passaram, outras que permaneceram, mas todas ajudando a construir essa pavimentação sólida”, destaca.

A fala carrega o peso de um mercado que opera praticamente sem pausas. O turismo corporativo e os eventos vivem em estado permanente de adaptação. Crises geopolíticas, mudanças econômicas, conflitos internacionais, instabilidades aéreas e novas demandas corporativas alteram cenários diariamente. Para Luana, sobreviver nesse ambiente exige mais do que estratégia. Exige propósito.

“O nosso mercado é 24 horas por dia, sete dias por semana. Se a gente não tiver pessoas capacitadas, resilientes e apaixonadas pelo que fazem, já teríamos sucumbido”, afirma.

A sensação de pertencimento talvez explique parte da força construída pela entidade ao longo dos anos. Não por acaso, durante a conversa, as executivas repetem diversas vezes palavras como “acolhimento”, “escuta”, “compartilhamento” e “conexão”. Estes termos é justamente o que ajudam a explicar por que tantos profissionais enxergam a associação quase como uma extensão da própria carreira.

Jornada de conhecimento

A própria trajetória de Joyce traduz isso. Formada em Letras e com mais de duas décadas de atuação como secretária executiva, ela entrou no universo das viagens corporativas sem experiência prévia no setor. O primeiro contato com a Alagev veio justamente em um momento de insegurança profissional.

“Eu não sabia nem como começava o meu dia. Estava apenas apagando incêndios”, relembra. “Foi dentro da Alagev que encontrei pessoas dispostas a compartilhar conhecimento sem julgamento”, contou.

A executiva conta que buscou cursos, capacitações e conexões para entender um mercado extremamente técnico e dinâmico. O que encontrou, segundo ela, foi uma rede de apoio que ajudou não apenas na construção profissional, mas também no desenvolvimento de confiança. “Essa é a chave da Alagev. É um hub de conexões onde você encontra clientes, fornecedores e pessoas dispostas a ajudar”, diz.

Essa visão acabou moldando uma das principais prioridades da atual gestão: transformar educação em ferramenta estratégica para toda a cadeia do turismo corporativo. Nos últimos meses, a entidade acelerou investimentos em capacitação, ampliou a oferta de cursos gratuitos para associados, criou novos webinars e passou a discutir temas sensíveis para o setor, como reforma tributária, sustentabilidade financeira e profissionalização da cadeia.

Mas a proposta vai além do ensino tradicional. A Alagev também começou a incorporar inteligência artificial aos seus processos educacionais por meio da “DeIA”, plataforma desenvolvida para atuar como assistente de aprendizado e suporte aos profissionais do setor.

Segundo Luana, o objetivo é acompanhar a mudança no comportamento das novas gerações e adaptar a forma de transmitir conhecimento. “O jeito tradicional de ensinar mudou muito. Hoje tem gente que consome um conteúdo de 30 segundos e já consegue absorver um conceito importante. Precisamos conversar com todos os públicos”, explica.

Participação mais ativa do que nunca

Ao mesmo tempo em que olha para inovação, a entidade também intensificou o trabalho institucional e político. A associação passou a participar de grupos ligados ao programa Vai Turismo, iniciativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), levando pautas do turismo corporativo para discussões com governos estaduais e federais.

A movimentação busca reforçar o peso econômico do segmento. Segundo dados citados pela entidade, o mercado de viagens e eventos corporativos movimenta cerca de R$ 148 bilhões e segue batendo recordes sucessivos. “O corporativo sustenta grande parte da cadeia turística. Ele mantém demanda aérea linear ao longo do ano e ajuda a equilibrar sazonalidades”, afirma Luana.

A executiva defende que o setor precisa ganhar mais protagonismo dentro das políticas públicas, especialmente quando o assunto envolve infraestrutura, conectividade aérea e desenvolvimento regional.

João Pessoa, por exemplo, foi citada durante a conversa como um caso emblemático. A cidade vive forte expansão hoteleira e recebe novos investimentos em resorts e centros de eventos, mas ainda enfrenta gargalos de acesso aéreo e logística. “Não adianta ter cinco mil apartamentos em resorts se a conectividade não acompanha”, pontua.

A associação também ampliou a profissionalização interna. A atual gestão implementou metodologias de OKR, criou comitês estratégicos dentro do conselho e estruturou processos para garantir continuidade institucional independentemente das trocas de liderança. “Não dá para depender apenas da memória das pessoas. Precisamos construir legado”, comentou Luana.

Essa preocupação com continuidade se conecta diretamente à essência da entidade. Ao longo da entrevista, fica evidente que a Alagev entende o turismo corporativo como um organismo coletivo, onde ninguém cresce sozinho. O exemplo mais emblemático dessa lógica apareceu justamente em um dos momentos mais delicados citados durante a conversa: o gerenciamento de crise envolvendo colaboradores em Dubai durante os conflitos no Oriente Médio.

Joyce relembra que precisou montar planos emergenciais de retirada de funcionários e familiares da região, recorrendo imediatamente à rede criada dentro da associação. “Na mesma noite já havia webinar, benchmark e troca de informações sobre rotas seguras”, conta.

Em um mercado que vive da operação contínua, o suporte mútuo se torna quase uma necessidade de sobrevivência.

E talvez seja exatamente por isso que a celebração dos 23 anos tenha ganhado um significado ainda mais simbólico após a mudança de data. Porque, no fim, a decisão de esperar alguém se recuperar para comemorar junto não fala apenas sobre gentileza. Fala sobre memória coletiva, sobre relações que ultrapassam contratos e sobre um setor que, apesar da pressão diária, ainda tenta preservar algo raro no ambiente corporativo contemporâneo: humanidade.

É justamente essa combinação entre estratégia e afeto que parece sustentar a Alagev depois de mais de duas décadas. Uma entidade que fala de números bilionários, inteligência artificial, governança e advocacy, mas que ainda encontra espaço para lembrar que, antes de qualquer operação, reserva ou evento, existem pessoas.

Meus sinceros parabéns à Alagev!

Joyce Macieri e Luana Nogueira, da Alagev, ao lado de Felipe Lima, do Brasilturis. Crédito: Rafael Destro/Brasilturis
Joyce Macieri e Luana Nogueira, da Alagev, ao lado de Felipe Lima, do Brasilturis. Crédito: Rafael Destro/Brasilturis

Guerra no Irã derruba movimento no aeroporto de Dubai

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Guerra no Irã provoca queda de 66% no fluxo do aeroporto de Dubai e afeta operações aéreas no Oriente Médio.
Guerra no Irã provoca queda de 66% no fluxo do aeroporto de Dubai e afeta operações aéreas no Oriente Médio. Crédito: Divulgação

O Aeroporto Internacional de Dubai registrou uma forte retração no fluxo de passageiros após os impactos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel no Oriente Médio. Segundo dados divulgados pela administração do terminal, o movimento caiu 66% em março, reflexo direto das interrupções operacionais e do cancelamento de voos na região.

A redução afetou também o desempenho do primeiro trimestre de 2026. O aeroporto movimentou 2,5 milhões de passageiros entre janeiro e março, número 21% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O cenário levou a administração do hub a adiar a expectativa de ultrapassar a marca de 100 milhões de passageiros anuais.

“Estávamos projetando alcançar e superar a marca simbólica de 100 milhões de passageiros este ano; acredito que isso possa ficar para 2027, e ainda estamos confiantes de que conseguiremos atingir esse número”, afirmou Paul Griffiths, em entrevista à Bloomberg Television.

Mesmo diante da retração, a Índia permaneceu como principal mercado emissor do aeroporto, com 2,5 milhões de passageiros. Na sequência aparecem Arábia Saudita, Reino Unido e Paquistão. Entre os destinos mais movimentados do hub, Londres liderou com 752 mil viajantes, seguida por Mumbai e Jidá.

Recuperação ainda parcial

Segundo Griffiths, a expectativa é de recuperação gradual nos próximos meses, impulsionada principalmente pelo tráfego de conexões durante o verão no hemisfério norte. O executivo destacou que o aeroporto trabalha para ampliar novamente sua operação após os Emirados Árabes Unidos suspenderem parte das restrições de viagem adotadas desde o início do conflito.

Ainda assim, a retomada segue incompleta. Apenas 51 das 90 companhias aéreas que operavam regularmente no aeroporto voltaram a atuar no terminal. De acordo com Griffiths, muitas empresas da Europa Ocidental e dos Estados Unidos ainda enfrentam dificuldades relacionadas à obtenção de cobertura de seguros, diante dos alertas de viagem emitidos por diferentes governos.

Desde o início da guerra, no fim de fevereiro, o aeroporto precisou interromper operações diversas vezes após incidentes envolvendo drones nas proximidades. Outros terminais da região também sofreram impactos durante o período, incluindo os aeroportos de Abu Dhabi, Kuwait e Bahrein.

As companhias Emirates e flydubai, responsáveis por parcela significativa da movimentação no aeroporto, também seguem operando abaixo da capacidade habitual. Nos últimos meses, milhares de voos foram cancelados, enquanto parte da malha aérea precisou ser reconfigurada diante da queda na procura por viagens ao Golfo Pérsico.

“Os planos de longo prazo não foram afetados e acredito que isso será apenas um impacto temporário, do qual nos recuperaremos muito rapidamente”, concluiu Griffiths.

Sindepat Summit 2026 projeta setor com 143,2 milhões de visitantes

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Lideranças da indústria de parques discutem crescimento do setor no Rio Crédito: Divulgação/Sindepat Summit
Lideranças da indústria de parques discutem crescimento do setor no Rio Crédito: Divulgação/Sindepat Summit

O Sindepat Summit 2026 reúne, entre 12 e 14 de maio, no Rio de Janeiro, lideranças da indústria de parques e atrações turísticas para discutir tendências, inovação e projeções para o setor. Consolidado como principal encontro do segmento no Brasil, o evento terá abertura no Parque Bondinho Pão de Açúcar, no Morro da Urca, e programação principal no ExpoRio Cidade Nova.

Um dos destaques será a apresentação da quarta edição do Panorama Setorial, estudo que consolida dados de visitação, faturamento e investimentos da indústria. De acordo com números antecipados, o setor recebeu 143,2 milhões de visitantes em 2025, crescimento aproximado de 5% em relação a 2024.

Pablo Morbis, presidente do Conselho do Sindepat e CEO do Grupo Cataratas, avalia que os indicadores reforçam a consistência do segmento.

“Os números confirmam a força do setor de parques e atrações no Brasil. Estamos falando de uma indústria que cresce de forma consistente, gera empregos, movimenta a economia e amplia a oferta de experiências para o público. O Sindepat Summit é o espaço ideal para discutir esse avanço e projetar os próximos passos do setor”, afirmou.

Conteúdo e networking estratégico

A programação inclui plenárias, painéis estratégicos, área de exposição e rodadas de negócios. Entre os palestrantes estão executivos de grupos como Iter, Corcovado, Beach Park, Aviva, Gramado Parks, Grupo Oceanic e Beto Carrero World.

Segundo Pablo Morbis, a diversidade de perfis amplia o alcance do encontro. “A diversidade reforça o caráter estratégico do evento, que promove troca de experiências, apresentação de cases e construção de parcerias. O ambiente colaborativo é fundamental para destravar investimentos, acelerar projetos e ampliar o impacto econômico do setor”, declarou.

O Panorama Setorial trará ainda recortes por tipo de atração, perfil de público, distribuição regional, ticket médio, geração de empregos e volume de investimentos, oferecendo base técnica para decisões do trade.

Na próxima quarta-feira (13), participantes visitarão o Santuário Cristo Redentor, que será iluminado em azul e laranja em homenagem ao evento. Padre Omar, reitor do Santuário Cristo Redentor, vice-presidente de Turismo Plurireligioso da Confederação Nacional do Turismo e representante de Turismo Religioso no Conselho Curador do Visit Rio, destacou o simbolismo da ação. “A iluminação especial simboliza a importância do turismo para o Rio e o papel do Santuário em acolher visitantes de todo o mundo”, afirmou.

O 7º Sindepat Summit conta com patrocínio de Doppelmayr, Limber, Meka, SpeedKids e CNC, apoio do Itaipu Parquetec e parceria institucional do Sesc RJ, com a Prefeitura do Rio como cidade anfitriã.