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Anvisa atualiza medidas para entrada de menores vacinados no Brasil

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Em mudança referente a entrada de menores de idade no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que crianças a partir de 12 anos devem apresentar comprovante de vacinação.

A medida, válida para passageiros do transporte aéreo, altera a última na qual a comprovação era pedida para viajantes acima dos cinco anos. Por via terrestre, a faixa etária se mantém.

A carteira de vacinação deve ser apresentada no check-in do voo e conter duas doses ou a dose única (Jannsen). Um teste negativo de antígeno ou PCR também deve ser apresentado em até 24 horas ou 72 horas, respectivamente, antes do embarque. Até 24 horas antes de embarcar, os viajantes também precisam preencher um formulário.

Segundo a Anvisa, por motivos médicos, viajantes com a faixa etária em questão podem entrar no Brasil sem o quadro vacinal completo. Será necessário, contudo, fazer uma quarentena de 14 dias no destino final.

Four Seasons opera projeto de 2.7 bilhíµes de dólares australianos

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A empresa de desenvolvimento imobiliário, Beulah, anuncia hoje que o Four Seasons Hotels and Resorts foi escolhido para operar o hotel do STH BNK By Beulah, projeto de 2.7 bilhões de dólares australianos que começa a ser construído esse ano.

O Four Seasons Hotel Melbourne é a joia da coroa de uma das torres do STH BNK By Beulah. O hotel tem 210 acomodações. O edifício será o mais alto da Austrália, incorporando ainda um jardim vertical de 5.5 quilômetros, projetado como o maior do mundo.

Uma mini metrópoles vertical, o STH BNK By Beulah inclui residências, parques, rooftop com bar e restaurante, centro cultural e teatro para três mil pessoas, escritórios comerciais, espaço para varejo e um centro de bem-estar e saúde.

“A rede Four Seasons é a parceira ideal para o STH BNK By Beulah, trazendo hospitalidade internacional para o empreendimento que reinventa o luxo, estilo de vida e sustentabilidade em um centro urbano. Estamos totalmente alinhados no compromisso com inovação e experiências únicas,” diz Adelene Teh, diretor executivo da Beulah.

“É uma honra participar deste novo marco em Melbourne,” diz Bart Carnahan, presidente de Desenvolvimento de Negócios Globais, Four Seasons Hotels and Resorts. “No Four Seasons, procuramos participar de projetos inovadores com parceiros que compartilham da nossa visão de excelência.”

Ucrí¢nia e paí­ses vizinhos fecham espaço aéreo civil

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Após a concretização da invasão russa em seu território, a Ucrânia anunciou, nesta quinta-feira (24), o fechamento do espaço aéreo para voos civis. Outros países, como Moldávia e Belarus, também adotaram a mesma medida em razão da proximidade com a região de confronto — Kiev.

Segundo a Reuters, a Ukraine State Air Traffic Enterprise afirmou, em nota, que os céus da Ucrânia estão fechados e os serviços aéreos suspensos.

A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa, em inglês) também informa que o espaço aéreo da Rússia e Belarus, com 100 milhas náuticas de distância das fronteiras com a Ucrânia, também poderiam sofrer riscos.

“Em particular, existe o risco de direcionamento intencional e identificação errônea de aeronaves civis. A presença e o possível uso de uma ampla gama de sistemas de guerra terrestres e aéreos representam um alto risco para voos civis operando em todas as altitudes e níveis de voo”, disse a agência.

O Ministério da Defesa da Rússia enviou uma notificação à Ucrânia sobre o alto risco para frequências aéreas. No mesmo boletim, o órgão do governo de Vladimir Putin pediu, oficialmente, que voos fossem interrompidos.

A Rússia, por sua vez, também paralisou voos domésticos e para Ucrânia que partiriam de Rostov, Krasnodar e Stavropol até a próxima quarta-feira (2).

Vale lembrar que, até terça-feira (22), a Ukraine International Airlines (UIA) operava normalmente para outros países. Contudo, companhias como Air France, KLM, SAS e Lufhtansa já anunciavam a paralisação das operações aéreas à Ucrânia.

Quickly Travel: Jahy Carvalho é o novo gerente de Vendas

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De olho no reaquecimento do mercado, a Quickly Travel, do Grupo JTB, do Japão, anuncia a contratação de um novo colaborador para fortalecer o departamento comercial da TMC, comandada por Sérgio Masaki e Mami Fumioka, CEO e vice-presidente, respectivamente.

Jahy Carvalho chega à equipe para ocupar o cargo de gerente de Vendas Globais e para ajudar a agência a manter o bom momento alcançado no ano passado já projetando voos ainda mais altos para a empresa em 2022.

Com mais de 25 anos na indústria do turismo e no segmento de viagens corporativas, Jahy Carvalho é formado em Comércio do Exterior e passa a integrar o time Quickly Travel com referências importantes no currículo. O executivo coleciona passagens por TMC’s como Carlson Wagonlit e BCD Travel, além da Abracorp.

“Com muito entusiasmo e paixão pelo modelo Quickly de servir que me integro a este time vencedor. O objetivo é contribuir com o melhor de minha experiência na busca de novas oportunidades de negócios para que juntos, possamos fazer de 2022 um grande ano”, ressalta o executivo.

Braztoa integra MTur de Israel e Localiza í  lista de associados

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A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) anunciou, nesta semana, a entrada de Localiza e do Ministério do Turismo de Israel para a lista de associados. O grupo conta com operadoras representativas do Brazil, representantes institucionais e de negócios.

Em nota, a entidade citou que as entradas do órgão turístico e da locadora ampliam o relacionamento dos membros em nível internacional e diversifica o campo de atuação. Segundo Roberto Haro Nedelciu, presidente da Braztoa, a entrada de ambas cumpre parte das metas estabelecidas em 2021.

“Começamos 2022 ampliando nosso grupo de associadas e a diversidade de atuação da entidade, ações as quais não medimos esforços no trabalho diário. Nos últimos anos, temos realizado um trabalho intenso de gestão, com forte atuação institucional junto ao governo brasileiro, nos âmbitos Executivo e Legislativo”, diz.

Em complemento, Nedelciu cita que a adição de novos parceiros integra o planejamento junto às instituições nacionais. Os debates econômico, tributário e trabalhista relacionados ao setor turístico, portanto, ganham mais força e presença.

Air Canada retoma rotas para 34 destinos

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Pilotos da Air Canada chegaram a acordo com a empresa pelo novo pacote de remuneração (Foto: Divulgação)

A partir do próximo mês, a Air Canada irá retomar o serviço para destinos europeus populares, incluindo Barcelona, ​​Budapeste, Copenhague, Madri, Milão e Veneza, rotas que foram suspensas desde o início da pandemia em março de 2020.

O Canadá deve facilitar os requisitos de teste covid-19 para viajantes totalmente vacinados a partir de 28 de fevereiro, exigindo apenas testes rápidos de antígeno em vez de testes de PCR para entrar no país.

Os serviços sem escalas também serão retomados de Toronto a Tel Aviv, Paris, Tóquio e Amsterdã, bem como o serviço de Montreal a Casablanca, Nice, Argel, Roma, Tel Aviv e Tóquio. A Air Canada também voará de Vancouver para Frankfurt, Dublin e Zurique. Algumas dessas rotas funcionarão durante todo o ano, enquanto outras serão sazonais.

A Air Canada também anunciou na terça-feira (22) sua expansão no mercado norte-americano, com a chegada de sete novas rotas neste verão e a retomada de 41 rotas anteriormente suspensas. Novos serviços para os EUA incluirão Montreal para Atlanta e Detroit (1º de junho), Toronto para Salt Lake City (2 de junho) e Vancouver para Austin (1º de junho).

No Canadá, três novas rotas começarão entre Montreal e Gander (25 de junho), Calgary e Fort St John (1 de maio) e Vancouver e Halifax (1 de maio). As rotas foram programadas para se conectarem à rede doméstica, americana e internacional da operadora em seus hubs no Canadá.

“A recuperação da Air Canada está bem encaminhada e ganhando força, e temos o prazer de expandir nossa rede internacional em quatro continentes à medida que respondemos à demanda reprimida. Nossa vasta e crescente rede foi construída para aumentar a conectividade de e para destinos globais por meio de nossos hubs de Toronto, Montreal e Vancouver. Podemos oferecer aos clientes acesso fácil a praticamente qualquer destino do mundo”, comentou Mark Galardo, vice-presidente sênior de Planejamento de Rede e Gerenciamento de Receita da Air Canada.

Turismo da Madeira aponta Sara Marote como diretora executiva

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O Turismo da Madeira anunciou Sara Marote como sua nova diretora executiva nesta quarta-feira (23). A profissional dá início à função neste mês, após a saída de Nuno Vale, que deixou o cargo que ocupava há dois anos.

A nova diretora executiva já faz parte da equipe do Turismo da Madeira desde setembro de 2021 onde, anteriormente, atuava como diretora de operações. Desde então, Sara esteve presente em momentos importantes do órgão de promoção turística, como na aprovação do plano de ação para os próximos dois anos.

Licenciada em Engenharia e Gestão Industrial pelo Instituto Superior Técnico e pós-graduada em Higiene e Segurança do Trabalho pela Universidade da Madeira, Sara Marote conta com uma carreira profissional rica e diversificada, atuando em áreas ligadas à indústria, ao varejo alimentar e à hotelaria, em Portugal e no exterior.

“Estou muito contente em poder contribuir com a minha experiência para promover e divulgar o destino Madeira aos viajantes”, afirmou a executiva.

Viva Air terá voo de São Paulo a Medelí­n e representação da Aviareps

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A Viva Air, companhia low-cost colombiana, irá operar um voo sazonal entre São Paulo (Aeroporto de Guarulhos) e Medelín (Rio Negro), na Colômbia, a partir de 22 de junho. No Brasil, a aérea terá representação da Aviareps.

A nova ligação entre Brasil e Colômbia, inicialmente, terá operações até 22 de agosto, com partidas às segundas, quartas e sábados. Os voos serão realizados com aeronaves A320.

A Aviareps foi indicada pela Viva Air como agente geral de vendas (GSA) no país, sendo que já é a responsável pelas atividades de vendas, marketing, reservas e emissão de passagens da companhia aérea no México e nos Estados Unidos.

“Estamos ansiosos para trabalhar com suas equipes locais de profissionais altamente experientes nos mercados, à medida que crescemos e expandimos nossa presença na América Latina”, disse Felipe Antelo, presidente e CEO da Viva Air.

“Utilizaremos nossas redes locais e conhecimento dos mercados para lançar com sucesso as operações da Viva no Brasil. À medida que a companhia aérea continua a adicionar mais rotas na América Latina, estaremos lá para ajudá-la a se destacar”, disse Marcelo Kaiser, COO de Aviação da Aviareps.

“Através da entrega de resultados e garantindo o sucesso das vendas, esperamos ver essa parceria continuar a se aprofundar e a crescer no futuro”, concluiu o executivo.

O post de anúncio do voo da Viva Air:

https://www.instagram.com/p/CaSaqYBpmCs/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ce37aa96-6afc-4345-a8ba-90069f73e501

Alagev divulga levantamentos sobre impacto da pandemia no turismo

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Giovana Jannuzzelli, diretora executiva da Alagev
Giovana Jannuzzelli, diretora executiva da Alagev Foto:

A Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev) divulgou os resultados da quarta edição da pesquisa “Tomada de Informações sobre o Impacto do Coronavírus” no setor, da perspectiva de fornecedores e gestores de viagens e eventos, além da primeira edição da pesquisa “Impactos da Ômicron”.

Segundo o grupo, ambos são realizados com objetivo de analisar o comportamento do mercado diante a pandemia e fornecer dados para o setor. O primeiro estudo, realizado entre 8 de dezembro e 10 de janeiro, contou com 473 participantes, enquanto o levantamento da Ômicron em janeiro teve 43 respondentes.

Giovana Jannuzzelli, diretora Executiva da Alagev, afirmou que a última edição deixou em evidência um movimento otimista no mercado durante o primeiro trimestre deste ano.

  • Para 168 fornecedores, houve uma taxa de cancelamentos de viagens em 20%; mesmo assim, 55% notaram um aumento na demanda
  • Já 169 gestores de viagens indicaram uma diminuição drástica no orçamento, em grande parte por conta da adoção de métodos remotos
  • 136 gestores de eventos foram pesquisados, e desses, 53,62% afirmam ter sofrido de forma significativa com a pandemia. 64,77% pretendem realizar encontros em todos os formatos: 42,67% disseram que estão promovendo ações presenciais e 20% acreditam que estes encontros voltarão aos níveis de 2019 neste trimestre
  • Por fim, no levantamento sobre o impacto da variante Ômicron, 69,64% dos fornecedores estudam atitudes preventivas, enquanto 82,76% dos gestores de viagens e 78,26% dos gestores de eventos não pretendem investir em ações similares

Abear: aéreas perdem R$ 110 milhíµes nas crescentes colisíµes com pássaros

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A Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) divulgou dados colhidos sobre incidentes de “bird strike”, um jargão que indica a colisão de aeronaves com aves. O fenômeno foi atrelado à perda de cerca de R$ 110 milhões em 2021.

Os eventos se intensificaram durante a pandemia, em teoria por conta da redução de movimento humano que favoreceu a proliferação de muitas espécies de aves próximo aos sítios aeroportuários do país.

Segundo a associação, apenas em 2021 foram registradas 692 colisões com a fauna, ou cerca de 2 casos diários, envolvendo também outros animais como as antas que costumam estar presentes nas áreas próximas ao perímetro de segurança dos aeródromos.

Para cada 10 mil decolagens, 24,2 colisões acontecem; dessas ocorrências, cerca de 13% geram danos às aeronaves, um aumento de 12% em relação ao período pré-pandêmico. A estimativa é de que as aeronaves em manutenção impactaram o atendimento de 40.793 passageiros em 2021.

Ruy Amparo, diretor de Segurança e Operações de Voo na Abear, comenta que a intensidade dos casos cresceu desde a retomada de operações aéreas no segundo semestre de 2020: “Da metade de 2021 até agora, a situação apenas piorou em quantidade, perdas materiais e severidade do dano causado às aeronaves”.

Fiscalização por lei

Comentando sobre o tema, Amparo relembra de quando o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e a Força Aérea Brasileira retiam o poder de vetar construções e empreendimentos no entorno de aeroportos que se posassem como risco de fauna, como prédios altos ou frigoríficos clandestinos que atraem urubus.

No entanto, em meados de 2012, o Cenipa perdeu essa atribuição pela Lei nº 12.725/12, que transferiu a responsabilidade aos municípios. Agora, afirma o diretor, há um vácuo de atuação no combate a atividades que causam a atração indevida de fauna aviária para regiões próximas aos aeroportos.

Por fim, está em elaboração uma minuta de decreto para a constituição de um Comitê Nacional de Risco de Fauna, gerenciado pela Secretaria de Aviação Civil, para a responsabilização pelo gerenciamento de riscos do gênero.

“As perdas das associadas Abear quando há colisão de aeronaves com aves de diversas espécies e outros animais são mais frequentes do que a população imagina. É preciso uma política pública para mitigar os riscos […]. São custos que se somam à disparada do preço do querosene e da alta do dólar diante o real”, conclui Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.